terça-feira, 27 de maio de 2014

Ganas de esbofetear gente

Fosse a GalpOn uma pessoa e não uma entidade demasiado abstracta, demasiado burocrata e demasiado estúpida e eu estava de cu alapado numa cela, a viver à vossa conta, por ofensas corporais e, diria mesmo, por tentativa de homicídio.

Descabelo-me a tentar resolver um assunto há meses e, de cada vez que tento pôr um ponto final na coisa, é como se me estivessem a ouvir pela primeira vez. Há fotos, emails, mensagens, chamadas gravadas, reclamação no livro vermelho. 
A incompetência agride-me a figadeira.



#umdiaaindaapareçonatviaenxovalharagalp

6 comentários:

  1. Pá próxima pergunta antes de assinar, que pode haver alguém por aqui que perceba alguma coisa do assunto :) E não é incompetência, é interesse em não resolver o problema :)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. O contrato foi assinado e só um mês depois começaram os problemas. Estamos nisto desde Janeiro.
      Não acredito que não queiram resolver o problema. Eu não estou a pagar e há outro alguém com facturas mensais de 100€ que também não está...
      Diz-me que não trabalhas para a Galp...

      Eliminar
    2. Não, infelizmente não trabalho :)

      Eliminar
    3. Infelizmente? Opá, grandes empresas parecem-me burocratas demais e com pouco andamento.
      Galp e Meo estão-me atravessadas.

      Eliminar
  2. O problema é que ligamos para callcenter's e o assunto passa de mãos em mãos. Uma vez liguei para a PT e passei por 11 pessoas.
    a ultima ouviu todo o tipo de desaforos e desabafos...
    Temos um país de burocracias cagadas...

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Precisamente. Já falei com 3 supervisores de call center, um de balcão da loja do cidadão, um da equipa de gestão de reclamações mas quem interessa não está acessível ao público.
      Passo-me. Quando a guerra acabar, reclamo da inércia em todo o lado que puder.

      Eliminar

Olha, apetece-me moderar outra vez! Rais' partam lá isto!

P.S.: Não sou responsável por aquelas letrinhas e números enfadonhos que pedem aos robots que cá vêem ler-nos.