domingo, 15 de dezembro de 2013

O que me apraz dizer sobre o The Hobbit: A Desolação de Smaug

Depois de há menos de um ano ter comentado o primeiro, aqui vão as minhas parcas palavras relativamente ao segundo, pensadas mal o filme terminou:
  • "Foda-se, mas isto acaba assim? E agora? Para o ano há mais? Mas que caraças, mania de fazerem filmes com finais inacabados! Detesto isto!"



16 comentários:

  1. Acabei de ver o primeiro e fiquei com a mesma sensação...não gosto. Pelos vistos repetem no segundo :(

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    1. Sol, a fórmula funcionou da primeira vez tão bem, que o pessoal volta lá passado um ano para sentir algo que não gosta. Somos uma cambada de masoquistas, é o que é...
      Quanto ao filme, este segundo fica, quanto a mim, algo aquém do primeiro. Ou se calhar eu é que já sabia o que iria acontecer neste e pouco me surpreendeu.

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  2. O mal é esta trilogia não será tão épica como a anterior, e como diz o ditado: não há amor como o primeiro!
    Bom dia. :)

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    1. Zezinho, se calhar tens razão, mais uma vez...
      Aliás, ultimamente eu ando a achar que andas cheio de razão :P

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    2. Vamos lá ver se agora discordas:
      A semana passada vi o filme, e já posso opinar com mais sustentabilidade. Então é assim: concordo com as críticas do Riquinho, não obstante acho um filme genial, cheio de fantasia e que nos leva de volta ao nosso imaginário de putos. Se não tivesse visto a primeira trilogia, e a sequência tivesse começado pelo início, ou seja, por esta que vemos agora, iríamos gostar sem quaisquer defeito a apontar.
      Vale pelos efeitos e pala fantasia que é criada.
      Gostei!

      Bom ano!
      :)

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    3. Zezinho, mesmo os efeitos visuais não são tão bons, quanto a mim. Há momentos em que se nota a "colagem" do cenário.
      Mas se calhar continuas a ter razão: não existisse a trilogia e este até era bonzinho :P

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  3. Existem alguns pressupostos fundamentais em função dos quais importa definir o procedimento para uma crítica assertiva e imparcial deste segundo filme:

    1. A história original é uma caca escrita em pouco mais de duzentas páginas;

    2. Cronologicamente o Hobbit decorre em momento anterior à história d'O Senhor dos Anéis (cerca de 40 anos se a memória não me falha) o que no filme não resulta porque, e.g., os feiticeiros Gandalf e Saruman parecem 250 anos mais velhos uma vez que, convenhamos, nenhum deles é já uma criança e a idade não perdoa.

    3. Passado o efeito de novidade da transposição do mundo Tolkien para o cinema da forma épica em que o foi n'O Senhor dos Anéis, agora o Elijah Wood e o Bloom parecem apenas dois panascas fantasiados a caminho de uma festa gay temática.

    4. O filme é só mais uma desculpa para mostrar efeitos especiais e, em boa medida, nem sei porque ainda se dão ao trabalho de usar actores para a boa merd@ que aquilo ficou.

    De positivo? O Martin Freeman, que deveria ter sido o Frodo original e não o panasca Elijah; a voz do Smaug.

    Em conclusão, se quiserem entrar no espírito do filme O Hobbit, leiam o livro e vejam o Sherlock :-P

    riquinho

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    1. Riquinho, pah, escreves e analisas bem. Devias era voltar a escrever para o público :P

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  4. Toda a gente sabe que está definido desde início que é uma trilogia :P

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    1. TG, e onde é que eu digo que não sei disso? Ah bom...

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    2. No teu post, quando expressaste admiração por algo que já sabias como era :P

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    3. TG, eu digo no meu post que não sei que aquilo é um trilogia? Fosca-se, vai aprender a ler, sim?
      E já agora, boas festas para ti. :)

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    4. Até podes saber escrever mas tens muito que aprender sobre interpretação ;)
      Boas festas...onde quer que as desejes :P

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    5. Pelos vistos tu também ainda tens muito que saber sobre interpretação, principalmente no que toca a interpretar-me. :)

      Acho que as festas decorrem não só em minha casa, como noutras. :) Obrigada. :P

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    6. Eu? Eu nem sequer sei ler ;)

      Se tu achas :P

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  5. TG, nunca é tarde para aprenderes. :)
    Acho e tenho a certeza, no que a mim diz respeito. :)

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Olha, apetece-me moderar outra vez! Rais' partam lá isto!

P.S.: Não sou responsável por aquelas letrinhas e números enfadonhos que pedem aos robots que cá vêem ler-nos.