Mensagens

De tempos que já não voltam mais e da mercearia do Senhor Fernando

Imagem
Isto é um fotografia. Foi tirada recentemente pelo Paulo Borges, meu conhecido e colega de profissão, e inicialmente publicada no blogue dele . Pedi-lhe autorização para a "roubar", pois, quando a vi, lembrei-me do Senhor Fernando e da sua mercearia na minha aldeia. Ele, o Paulo, autorizou-me a usá-la como inspiração do que escreverei de seguida.  A mercearia do Sr. Fernando localiza-se ao lado da primeira casa dos meus pais, já degradada, em ruínas, coberta de silvas, com vidros partidos e muito mau aspecto. Porque ficava mesmo à mão de semear e porque a minha mãe era cliente regular, que pagava sempre a horas, era muito habitual eu lá ir, ao domingo de manhã e já perto da hora de jantar, fazer os recadinhos que a minha mãe mandava: comprar uma embalagem de canela, voltar lá passados 5 minutos para pedir um pacote de acúcar....coisas do género. Havia essa relação quase familiar entre o Sr. Fernando, a sua família e a nossa. Nunca me mostraram má cara por causa do abuso d...

Ena, Ena! Isto não é normal!

Hoje já vamos com 104 visitantes. Mas o que é que se terá passado por aqui que eu não me apercebi de nada? ----------------------------------------------------------- Adenda: 148 no total, num só dia, números revistos à uma da manhã. Deve ser do sono. Amanhã pagarei bem caro!

Vícios caseiros - III

A minha lista de blogues "que leio religiosamente todos os dias" não está totalmente visível, pois alguns continuam em segredo, nos favoritos do meu IE. Há um que gostaria de destacar e que venho a acompanhar há alguns meses (portanto, ainda é novidade para mim). Os seus textos transbordam feminilidade, carinho, felicidade a quatro, muito amor, muita maternidade, alguma sensualidade (e a autora está bem consciente disso), perseverança na vida, gosto pela aventura, o nosso lado de criança-adulta...e poderia continuar que muito mais haveria a dizer. Mas ela escreve melhor do que eu e com mais sentimento. Vale a pena.

Vícios caseiros - II

Todas as noites tomo um leite achocolatado fresquinho antes de me deitar. Sabe-me que nem ginjas!

Uma boa noite

Será, certamente, a primeira noite bem dormida dos últimos 6 anos.

Porta de vidro dum certo hotel lisboeta em cacos

Metáfora que espelha o estado de espírito do demissionário derrotado e do seu partido.

Pronto, já está

Um pontapé bem dado, com bastante força. Contribuí para tal, mas ainda assim surpreende-me a diferença percentual (provisória) que a esta hora as televisões transmitem. As merendas grátis servidos durante a campanha eleitoral sairam-lhe bem caro. Agora resta ver se o Steps Rabbit faz o mesmo, porque pior, duvido. Tenho esperança que não.

Só porque achei bonito, triste, realista, cruel, actual

Imagem
O dia e a noite Crianças grandes Grandes crianças Crianças felizes Crianças tristes Crianças que têm uma família que as amam Crianças que sonham por uma adopção… Crianças que choram por um ténis Criança que não tem um pé para por o ténis… Crianças que imploram pra brincar na rua Crianças em que a rua é o seu lar… Crianças que não sabem dizer aos pais: ”Eu amo-te” Crianças que declaram o seu amor a pais ausentes… Crianças que contam os dias para o dia do aniversário Crianças que não sabem o dia em que nasceram… Crianças que escolhem o que querem comer Crianças que não têm o que escolher… Crianças que têm tudo, mas não sabem o que querem Crianças que sabem, mas nada têm… Crianças, em que a escola faz parte da vida Crianças em que a vida, é a sua única escola… Crianças que pedem tudo aos pais Crianças que pedem apenas um PAI… (enviado por e-mail; desconheço o autor; agradecia que me avisassem se soube...

Vícios caseiros - I

CSI - NI / NCIS / Investigação Criminal / House Os quatro juntos totalizam mais horas a ver televisão numa única noite do que durante a semana inteira.

Sensação de conduzir um C3 - parte VII

...no penúltimo dia de aluguer: ai que saudades do meu! Nunca mais chegam as 20:00 de amanhã!

Mais uma dúvida parva

Quantos blogues há, escritos em Língua Portuguesa? Certamente que se alguém se atrever a responder-me, quando o fizer, já a resposta estará desactualizada. Adenda: o meu não conta!

Sensação de conduzir um C3 - parte VI

...é talvez a de uma lesma a arrastar-se por uma encosta acima, quando antes sentia-me uma verdadeira "speedy gonzalez".

Sensação de conduzir um C3 - parte V

...a gasolina, algo que já não fazia há uns bons 15 anos: "Susana Maria, anda devagar, porque a gasolina está mais cara que o gasóleo!"

Está bem visto, sim senhor! (Mais um que me faz inveja por não ter sido eu a lembrar-me do novo termo da Língua Portuguesa, sempre tão actual)

Socrastinar consiste em adiar repetidamente a revelação de factos importantes, recorrendo à mentira imaginativa e constante para se auto-justificar. Na maior parte dos casos os indivíduos com esta patologia acreditam nas mentiras que vão repetindo incessantemente. A atitude de Socrastinar é muitas vezes referida em linguagem comum como “fuga para a frente”, mas não deve ser encarada de ânimo leve, nem descuidado o acompanhamento constante aos pacientes que apresentem esta sintomatologia. Com o decorrer do tempo os sintomas agravam-se e as mentiras são mais elaboradas e mais credíveis. Contrariamente à procrastinação, em vez de comportamentos depressivos, este tipo de patologia leva a momentos de euforia, que se repetem cada vez mais frequentemente. (O artigo completo aparece no local linkado .)

Sensação de conduzir um C3 - parte IV

O "bolinhas" faz-me sentir mais alta do que a minha carripana, logo o campo de visão aparenta ser maior.

Sensação de conduzir um C3 - parte III

...vermelho bordeaux: acho que dá muito nas vistas. A ocasião serve para confirmar que nunca escolheria qualquer tonalidade de vermelho para a minha viatura.

Sensação de conduzir um C3 - parte II

...como se fosse novamente aprendiz de condução, mas ainda não deixei o carro ir abaixo!

Sensação de Conduzir um C3 - parte I

...que não é meu, deixa-me tensa e hipercuidadosa ao volante.

Pura verdade

Imagem

Felizmente os dentistas andam demasiado ocupados para me lerem

Se há classe profissional que me causa arrepios  é a dos dentistas, muito por culpa de quem foi tratando da minha dentição desde pequenita. O meu primeiro, o que me obrigou a usar aparelho nos dentes desde os 5 anos até aos  11/12, até era simpático e tinha um ar bonacheirão. Como os meus pais levavam-me a visitá-lo apenas de largos meses em largos meses, para verificar se a "máscara de aviador" continuava adequada, não me deixou traumatizada. Já não se pode dizer o mesmo da "máscara", que usava 3 horas por dia, após o período escolar (para não passar vergonhas) e durante a noite. Babava a almofada toda e não foram poucas as vezes que acordei sem ela, mas sem me lembrar de quando a tinha retirado. Era dolorosa! O seguinte, o que tinha que visitar regularmente e que não tinha nada a ver com a "máscara", demorava imenso tempo a consultar-me, pois intervalava a broca e o chumbo com a leitura do jornal e o visionamento da sua rica TV a cores, estrategicamen...