sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Estou aqui indecisa...

...e uma ajudinha vossa seria fantástico. Vou mudar o disco, quanto às leituras e tenho entre mãos duas escolhas:

1 -"A Chama Imensa", do Ricardo Araújo Pereira, cujas crónicas na Visão normalmente (mas nem sempre, mas a maior parte das vezes sim) aprecio bastante e acompanham-me na casa de banho.

ou

2 - "O Codex 632", do José Rodrigues dos Santos, de quem nunca li nada, mas oiço falar tanto, bem e mal, que às vezes até dá vontade de ler a razão de tanto burburinho.

O que dizem?

7 comentários:

  1. Querida Homónima, não li nenhum deles. Do José Rodrigues dos Santos li outros 3 e gostei de todos. Os livros dele não os vejo propriamente como literatura, vejo-os como compêndios escolares romanceados, nos quais o romance é sempre o mesmo. Mas na verdade - e esta é a razão pela qual gostei de todos os livros que lhe li - aprende-se. Porque ele usa factos que ao que consta estão corretos e isso permite-nos realmente aprender. O meu preferido até agora foi o Sétimo Selo, aprendi imenso com esse.
    Mas o Codex não li. Sei apenas que há uma intenção (ou havia) de fazer um filme com base nesse livro. Não sei, olha, experimenta. :-)
    Beijinho, Homónima.

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    1. Se bem me conheço, irei experimentar (ler) os dois. Depois partilho contigo impressões sobre o que sugeres.

      Espero que estejas bem melhor das costas e que as bactérias vão com o vento!
      Bjs!

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  2. Não conheço nenhum dos dois. Mas do José Rodrigues dos Santos li apenas dois que não eram desse género. Preferia o RAP!

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    1. Maria, já comecei com o RAP. Achei mais adequado para fim-de-semana. :) Sendo uma compilação de crónicas publicadas n'A Bola num determinado período temporal, confesso que já estou algo saturada do tipo de humor e ainda nem a meio vou. É mais agradável ler o RAP 1 X / semana, do que todas estas crónicas num único fim-de-semana. E além disso, o agrado do adepto pelo Benfica é bem notório, o que significa - segundo as suas próprias palavras - que ele não está a ver bem a coisa. :)

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  3. Posso ser bruto? Braaaaaaaaagh. O RAP tem piada fora da bola, o outro serve para por debaixo de uma cadeira a que tiveste de serrar a perna.

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    1. Fernando, sê bruto à vontade.
      Olha, desisti do RAP. Deixou de ter piada depois de tanta bola.
      Quanto ao outro, ainda não tive coragem de começar. Como te tenho e à Susana Rodrigues em grande consideração, farei o meu juízo próprio só no final da leitura - que não sei quando será. :)

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    2. Bem, Fernando, fiz a asneira de dar uma leitura ligeira, andar a saltitar de página em página e deparei-me com o episódio da sopa do peixe com leite de vaca. Não consigo continuar a ler esta história, sem me rir outra vez.

      Susana, nem sei que te diga. E eu até estava a gostar do início, da faceta paternal do Tomás, da vertente de professor de secundário (apesar de o ser universitário)...Parei na sopa.

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Olha, apetece-me moderar outra vez! Rais' partam lá isto!

P.S.: Não sou responsável por aquelas letrinhas e números enfadonhos que pedem aos robots que cá vêem ler-nos.