domingo, 1 de fevereiro de 2015

Eu também era assim

A minha mãe chamava-lhe "espírito de contradição". 
O MQT acha, actualmente, que "what goes around, comes around".
Mudem o género dos bonecos e é o que se passa diariamente aqui entre mãe e filho. Não é fácil.

6 comentários:

  1. Ele chega, um dia chega! E apanha-nos! :))

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    1. Nesse dia, já não exerceremos assim tanta autoridade sobre eles. Nessa altura será a sabedoria da nossa antiguidade a falar, mais alto ou não só deles dependerá :)

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  2. MorMeu anda numa fase de marcação cerrada À mais velhinha...e eu no meio constantemente a apagar incêndios...que chatice...aqui entre nós que ele não nos ouve...acho que têm mais necessidade os pais de "marcar território"...do que os filhos...

    Bom dia Pseudo:)

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    1. Olá Suri! :)

      É possível que tenhas razão, sim, porque às vezes, quando olho para trás, para o que acabou de acontecer, admito que poderia ser mais flexivel, menos mandona. Mas se uma roda dentada não funciona bem há todo um mecanismo que é afectado. Diariamente, a gestão não é fácil, não.

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  3. Eu também acredito na teoria do boomerang :) Em bom português, os filhos são o espelho dos pais, embora acrescente que quando eles lhes dão educação, não a delegando a terceiros. The good news is um dia ele será tão sensato quanto os pais. Embora no caso em apreço, e julgando apenas pela mãe, terá tendência para a parvalheira :P

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    1. Ness, ele já tem tendência para a parvalheira. Vai fazer 13; lembras-te como foram os teus 13 anos, lembras? :P

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Olha, apetece-me moderar outra vez! Rais' partam lá isto!

P.S.: Não sou responsável por aquelas letrinhas e números enfadonhos que pedem aos robots que cá vêem ler-nos.