domingo, 12 de janeiro de 2014

Da última leitura completa

Já há algum tempo que nenhum livro me deixava tão empolgada como este. De leitura fácil, cronologicamente ordenado e com histórias paralelas à da Camelot presidencial, de modo a contextualizar os peões, personagens secundárias e principais intervenientes do mandato inacabado do presidente Kennedy, culminando nos momentos emotivos e chocantes presenciados pela América, em directo, a 22 de Novembro de 1963, numa cidade que veio a superar a adulação esperada pelo presidente, pela comitiva presidencial e pela esposa. 
Das histórias do seu assassino na União Soviética, passando pelos eventos sociais da Casa Branca, pelas viagens americanas e na Europa, pelos episódios com Cuba e no Vietname, pelos jogos de bastidores no palco das políticas internas e externas, é um livro fascinante, não-ficcionado, que coloca de lado as tão recorrentes teorias da conspiração.
Excelente leitura para um fim-de-semana frio, chuvoso e caseiro.

15 comentários:

  1. Já há algum tempo que nenhum livro me deixava tão empolgada como este. De leitura fácil, cronologicamente ordenado e com histórias paralelas,,, culminando nos momentos emotivos e chocantes ...passando pelos eventos sociais...pelas viagens...pelos jogos de bastidores...é um livro fascinante, não-ficcionado, que coloca de lado as tão recorrentes teorias...Excelente leitura para um fim-de-semana frio, chuvoso e caseiro.

    Foi exatamento o que senti com o "As Cinquenta Sombras de Grey". Temos tanto em comum...

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    1. Anónimo, não posso comparar; ainda não li esse livro.
      Folgo em saber que sabe quando usar as reticências. :)

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    2. Então não espere mais... Vai ver que depois de o ler deixará de entrar em casa sofrega para conseguir as disputadas pantufas, mas palpitante por encontrar um recanto escondido onde possa reproduzir com o seu senhor, cada relato daquela inspiradora obra...

      Conselho de colega. Vá por mim...

      Xana dos Calores

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    3. Xana dos Calores, espero, espero, pois nem sequer tenho o livro em casa e a mesinha de cabeceira já se torna exígua para aguentar com tantas páginas empilhadas não-lidas!

      Qual meu senhor?? E eu entro em casa sofrega? Muito me conta acerca de mim, sim senhora.

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    4. Publicada por Pseudo à(s) 12:50:00

      Pôr os pés em cima da mesa é feio, não é?
      Mas sabe tão bem!
      É ver quem as agarra primeiro, quando chegamos a casa!

      É assim tão absurdo falar em sofreguidão, stora?

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    5. É sim senhor. Acho que anda a imaginar demais, sabe? :)

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    6. Significado de Sofreguidão

      s.f. Qualidade do que é sôfrego.
      Anseio exagerado para conseguir alguma coisa rapidamente; ambição, impaciência, pressa.

      Ok e também:

      Desejo sexual desmedido; vontade sexual exagerada.

      Bê Bizinha. Afinal se calhar faz sentido...

      Já agora Stora: Xana dos Calores > sim senhorA e não sim senhor, né?

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    7. Não sei se "né" ou não. O comentário anterior a este não foi assinado por nenhuma Xana dos Calores. Apenas li "Anónimo" , que é masculino, daí o "sim senhor".

      Anónimo, leu em algum lado, no post das pantufas, alguma coisa que lhe dissesse que alguém exagera no açambarcamento destas? Apenas que uma pessoa é mais rápida, não que haja nesta casa pessoas a degladiarem-se à conta das ditas cujas.

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    8. De qualquer das formas concordará comigo se lhe disser que atingi o meu objectivo que passava por garantir para estes seu post pseudo-intelectual um consideravel número de comentários de medo a colocá-lo no minimo ao nivel daqueles em que discorreu sobre fezes e afins...Ficou um blog mais equilibrado, né?

      Xana (pode-me tratar assim agora que já somos amigas...)

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    9. Se o seu objectivo é garantir um considerável número de comentários de medo e patatipatatá, espero que a Xana se sinta satisfeita com o seu trabalho. :)

      (vamos tomar chá juntas não tarda, não me diga...)

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    10. Bizinha!?!?!?!?!? Gaijas do Nuorte não bebem chã. Bamos é beber uma mini e papar uns tremoços...

      Quantos aos comentários "patatipatatá", são os adequados ao blog:
      Pseudoblog < pseudocomentários, né?

      Veijinhos Querida.

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    11. Chã lhe garanto que não bebo, muito menos minis. Já tremoços é outra história...são como as avelãs, é sempre a aviar.
      Sim, concordo quanto aos seus comentários.

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  2. Cara Pseudo, percebo que discreytamente já está a querer conduzir o dialogo para a sua zona de conforto ( intenstinos, fezes,...).

    Deixo-a com votos de boa noite, com elogios à sua paciência para comentários parvos e a declaração verdadeira de que os referidos comentários não são mais do que isso e não qualquer tentativa de manifestação de falta de respeito ou consideração.

    Fique bem. Deixo-lhe uma musica de boa noite:

    http://www.youtube.com/watch?v=EmUi-qfKpNU


    Respeitosos cumprimentos

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    1. Caro Anónimo, de parvo e parva todos nós temos um pouco. Não se preocupe, que não o levo a sério. Nem a mim mesmo me levo a sério, por vezes. Fez-me reler os meus comentários aos seus e nestes em particular não vejo como é que, discretamente ou não, estarei a conduzir este diálogo para a minha zona de conforto, como lhe chama, se nem falo em intestinos nem em fezes. Como disse, acho que anda a imaginar em exagero no que a mim diz respeito. :)

      Agradeço a música, que, como bem sabe, é das minhas preferidas.

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Olha, apetece-me moderar outra vez! Rais' partam lá isto!

P.S.: Não sou responsável por aquelas letrinhas e números enfadonhos que pedem aos robots que cá vêem ler-nos.