quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Ontem, aparentemente, disse uma barbaridade numa aula (mais uma, aliás)

A propósito de ter pedido aos meus catraios vimaranenses que pesquisassem sobre uma certa pessoa já falecida e de eu própria ter usado a Wikipédia como fonte principal dessa mesma pesquisa, disse-lhes para eles não se fiarem em tudo o que por lá lêem e que consultassem também as fontes tradicionais de conhecimento, aquelas que nós usávamos e ainda usamos, mas eles nunca, pelos vistos. Quase que me trespassavam com o olhar, ai o que eu fui dizer, blasfémia anti-internet! Pelos vistos, e segundo eles, de todos os chatos adultos que com eles passam a maior parte do dia, eu sou a única que os manda investigar em enciclopédias e revistas e livros e afins. Ora, a pesquisa que lhes pedi envolve leitura numa língua estrangeira, logo hoje é um bom dia para eles confirmarem que, efectivamente, há informação naqueles objectos coloridos, enormes, poeirentos e antiquados que abundam na BE (Biblioteca Escolar) deles. Não é verdade?

14 comentários:

  1. Putos sem net viram criaturas da idade da Pedra! Mas até nós nos sentimos um pouco assim...

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  2. As tuas alunas podem sempre pesquisar-me :-P

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  3. Ted, é verdade. Não passo sem as minhas leituras diárias em frente ao PC. Mas a questão é que, em termos de pesquisa, eles têm que estar conscientes que o primeiro link que lhes aparece pode conter informação falsa, disparatada, ou ser pouco fidedigno. Daí a necessidade de consulta de outras fontes que não estejam à distância de um click. Longe de mim querer dar menos importância à net do que aos livros. Há que encontrar um equilíbrio nas nossas demandas. Eu nem acredito que os livros acabem de vez, daqui a uns anitos.

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  4. Ricman, o teu comentário é absolutamente discriminatório! Gostarias que elas te fizessem uma lobotomia? :)

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  5. A segunda já não faz nada :-P

    O Egas Moniz era um carniceiro e se lhe dessem o Nobel hoje era pelo reto acima e adentro.

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  6. É tudo uma questão de época, como dizes e bem, o que passou, passou!

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  7. Sim, e a ciência n descobre necessariamente o certo, mas afasta o errado :-)

    Mas não gosto dele.

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  8. Acho que já tinhas escrito isso ontem, nem parece teu :P
    O facto de ser austríaco traz-me más recordações, mas isso sou apenas que, que também discrimino :P

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  9. Quero frisar que estava a fazer o último comentário em tom de crítica. Até a mim mesmo. Há ANOS que não abro uma enciclopédia!

    E concordo em absoluto contigo! Temos que mostrar à juventude que ler e mexer em livros e tudo o mais É BOM!

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  10. http://scholar.google.pt/

    A unico fonte verdadeiramente credivel de informação na internet. E tens os Google books que também ajuda a evitar idas desastrosas à biblioteca.

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  11. Há enciclopédias sobre porno? Pois não! Your argument is invalid, Siss.

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  12. Apoiadíssimo.
    E visitas a bibliotecas públicas para saber o cheiro de livros antigos também não é mal pensado.

    Hoje a net fez greve.

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  13. Rachel, long time no see, girl!
    E tens razão quanto a essas fontes que mencionas.

    Mano, o trabalho que lhes solicitei não era sobre um actor porno :P Esses trabalhos são feitos por mim!

    Pusinko, exactamente pela greve de hoje é que escrevi a minha defesa dos livros empoeirados e amarelecidos e tudo.

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  14. Ainda bem que há alguns que vão insistindo com esta questão! Qualquer dia perguntamos o nome e a morada e vão ver pesquisar no google!

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Olha, apetece-me moderar outra vez! Rais' partam lá isto!

P.S.: Não sou responsável por aquelas letrinhas e números enfadonhos que pedem aos robots que cá vêem ler-nos.