Depois de alguns episódios inexplicáveis, céptico como sou, resolvi fazer um teste definitivo.
Num ambiente perfeitamente controlado, fiz uma máquina com peças pequenas variadas e 6 peúgas pretas.
As peças foram separadas e contadas, fazendo um pequeno monte com as peúgas, outro com a restante roupa (sobretudo panos de cozinha coloridos para as distinguir das peúgas)
O tambor da máquina foi cuidadosamente examinado, certificando-me de que inexistiam quaisquer orifícios com dimensão suficiente para passar qualquer coisa maior que um mini rolinho de cotão.
Detergente e tal, depois a roupa variada e, uma a uma, as seis peúgas.
Riquinho, nunca pensei que um post chato sobre meias (mais um, aliás) desse origem a uma partilha detalhada de tua parte sobre uma das tuas imensas experiências científico-caseiras! E que bem explicada! Ainda estou de queixo caído!
Chato? Fascinante. Até parece que não me conheces :-P
Embora não seja propriamente um Popperiano, Karl Popper acertou na mouche: acredito que com a ciência não se descobre necessariamente o correcto, mas tendencialmente afasta-se o errado.
E hei-de descobrir para onde vão o ***** das ****** das meias :-)
Riquinho, que raio andas tu a fazer por aqui às 9:19 da matina?? Isso não são horas de estares a sacudir qualquer coisa?? E apesar de seres um queque lisboeta, eu nunca tive duvidas que, apesar de ambicionares ser um "menino bonito", o vernacular é-te inato :)
Ness, segreda-me esse truque ao ouvido, sim? Como raio é que vocês não perdem as meias?
Já somos duas. E depois o homem ainda se queixa que não têm meias. Grande lata, na maior parte das vezes dou com elas atrás da cama, deve ser um fantasminha brincalhão que as atira para lá. Só pode.
A última pessoa que aderiu à minha lista de seguidores (palavra macabra, esta) tem um blog de natureza erótica. E alguns dos meus outros seguidores (assustadora) também. Um dia, também arranjo um assim, só para ver como é que é. Vão ver! E, quiçá, apelo ao vosso sentido de parceria e solicito a vossa participação como meus parceiros e minhas parceiras, no acto. Que tal?
É simples percepção (palavra da moda politicamente aceite e comummente usada por quem nos desgoverna) minha ou as máscaras para dormir estão por todo o lado, para eles, para elas, para animais e afins? Estarei mais sensível a certos assuntos (PPRs incluídos!) e objectos à medida que me experiencio na vida? Mais alguém partilha desta minha percepção ?
Não é desconfiança.
ResponderEliminarDepois de alguns episódios inexplicáveis, céptico como sou, resolvi fazer um teste definitivo.
Num ambiente perfeitamente controlado, fiz uma máquina com peças pequenas variadas e 6 peúgas pretas.
As peças foram separadas e contadas, fazendo um pequeno monte com as peúgas, outro com a restante roupa (sobretudo panos de cozinha coloridos para as distinguir das peúgas)
O tambor da máquina foi cuidadosamente examinado, certificando-me de que inexistiam quaisquer orifícios com dimensão suficiente para passar qualquer coisa maior que um mini rolinho de cotão.
Detergente e tal, depois a roupa variada e, uma a uma, as seis peúgas.
Fechei a máquina e liguei um ciclo de 30 minutos.
No fim do ciclo, só apareceram 5 peúgas.
Fdx.
Isso dava um filme...O mistério das peúgas desaparecidas!!:)
ResponderEliminarRiquinho, nunca pensei que um post chato sobre meias (mais um, aliás) desse origem a uma partilha detalhada de tua parte sobre uma das tuas imensas experiências científico-caseiras! E que bem explicada! Ainda estou de queixo caído!
ResponderEliminarAC, um destes dias temos aí um conto À venda :)
Chato? Fascinante. Até parece que não me conheces :-P
ResponderEliminarEmbora não seja propriamente um Popperiano, Karl Popper acertou na mouche: acredito que com a ciência não se descobre necessariamente o correcto, mas tendencialmente afasta-se o errado.
E hei-de descobrir para onde vão o ***** das ****** das meias :-)
Fiquei confusa com a quantidade de asteriscos. 5 estão em vez de quê? E 6? Não deveriam ser 7?
ResponderEliminarPelos vistos o meu domínio do vernáculo está uns pontos (ou deverei dizer asteriscos?) acima do teu :-P
ResponderEliminarSEI LÁ PÁ, eu lá tou para contar os **?
A máquina lá de casa é mais avançada. As meias desaparecem no tambor e reaparecem sequinhas, semanas depois, em gavetas a que não pertencem :P
ResponderEliminarRiquinho, que raio andas tu a fazer por aqui às 9:19 da matina?? Isso não são horas de estares a sacudir qualquer coisa??
ResponderEliminarE apesar de seres um queque lisboeta, eu nunca tive duvidas que, apesar de ambicionares ser um "menino bonito", o vernacular é-te inato :)
Ness, segreda-me esse truque ao ouvido, sim? Como raio é que vocês não perdem as meias?
Já somos duas. E depois o homem ainda se queixa que não têm meias. Grande lata, na maior parte das vezes dou com elas atrás da cama, deve ser um fantasminha brincalhão que as atira para lá. Só pode.
ResponderEliminarMaria, eu não posso culpar o meu gaijo. Culpo a máquina mesmo. :)
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