quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

4 - Copinho de leite para o mano mais fofo e queriducho


Querido Mano Bloga-mos,
após conversa amena e séria com a Vovòzinha Natalina, chegámos, eu e ela, ambas, à conclusão que andas a beber mal. Os indícios notam-se diariamente, pois as tuas palavras cristalinas e transparentes, ao contrário dessas coisas estranhas e rosadas que andas a ingerir na companhia daqueles que tu sabes, revelam um elevado grau de insanidade que destoa totalmente da normalidade característica de família. Pensando apenas no que já foste e no que ainda poderás vir a ser, eu e a nossa querida Vovózinha Natalina  - que continua endiabradamente a brincar com cenas sado-masoquistas - decidimos oferecer-te algo mais saudável, algo no qual já não tocavas vai para mais de quatro décadas, quando a nossa querida progenitora nos fornecia directamente da fonte. Ela, a Vovózinha Natalina, tem-me dito que este líquido lhe tem proporcionado grandes alegrias durante os seus momentos de diversão diurna. Mas tu e eu sabemos como anda a cabeça dela, não sabemos? Cá para mim, e mais uma vez só entre nós, eu acho que ela anda a beber daquelas coisas que fazem mal. Mas voltando a ti: eu espero que não descures a tua saúde e que te alimentes convenientemente, com tudo a que tens direito e, se não diariamente, pelo menos uma vez por semana! É que há hábitos que nem uma crise austera pode afectar!

Da tua Mana que só te quer bem.

3 comentários:

  1. Ohhhh...
    Não são versos... :(

    Ando a ficar viciada em rimas, o que é que queres...!!!?

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  2. Mana preferida, apesar de seres a única que tenho, quem me fornece os líquidos pecaminosas é a Sedona Natalina. Uma vez apanhou-me a mamar um pacote de leite de soja e quase lhe dava um chilique. Chegar a esta idade e ter que beber sumo de vaca às escondidas é muito triste...

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  3. Sumo de vaca?! AhAhAhAh Este gajo mata-me!
    P.S. E eu, e eu?

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Olha, apetece-me moderar outra vez! Rais' partam lá isto!

P.S.: Não sou responsável por aquelas letrinhas e números enfadonhos que pedem aos robots que cá vêem ler-nos.