quarta-feira, 30 de julho de 2014

Da minha leitura actual

Li algo, logo no início do livro, sobre os alemães, em comparação com os franceses, que achei tão mau, de tão mau gosto, tão insultuoso, que tive que me lembrar que o narrador não é o mesmo que o autor, mesmo que este tenha sempre a última palavra. Um exemplo: "Aos alemães conheci-os, e até trabalhei para eles: o mais baixo nível de humanidade concebível. Um alemão produz, em média, o dobro das fezes de um francês. Hiperactividade da função intestinal em prejuízo da cerebral, que demonstra a sua inferioridade fisiológica (...)".
E assim continua por quase mais duas páginas. Não é policial sueco nem de tal se aproxima. De autor italiano, cuja prosa densa não é minimamente atraente, não sei se eu terei coragem de o levar até ao fim.

13 comentários:

  1. Aproveita e vai degustando umas avelãs enquanto o lês...

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    1. O Anónimo continua sem saber o que diz, porque se soubesse, saberia que só como avelãs 1 X / ano e não estamos nessa época.

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    2. Saudades...disse Ela.

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    3. Sim, nota-se bem que as sente ou não andaria por aqui :)

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    4. http://www.youtube.com/watch?v=rxRCWaKFVpQ

      <3

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  2. Pensar-se com uma cabeça alheia é sempre muito complicado. Às vezes vale a pena insistir. :)

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    1. Insistirei, JM, insistirei, mas Eco não é de leitura fácil. :)

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    2. Cemit´erio de Praga?

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    3. Sim. Há algo que deva saber de antemão?

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    4. Reitero, já em segunda mão, é insistir.

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  3. Passa para o próximo da lista.

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    1. Mantenho-o e recomecei um que me foi oferecido há 21 ou 14 anos. Se tivesse scanner aqui, mostrava uma coisa gira :)

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Olha, apetece-me moderar outra vez! Rais' partam lá isto!

P.S.: Não sou responsável por aquelas letrinhas e números enfadonhos que pedem aos robots que cá vêem ler-nos.