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Há que ver as coisas pelo lado positivo

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Ganda galo!

O que faz uma diferença de 3 décadas

Hoje em dia, alguém com 13/14 anos, já terá ido a mais sítios novos e feito mais coisas novas pela primeira vez do que alguém com 13/14 anos há 30 anos. No sábado há paintball e eu ainda nem karting experimentei...

P'ró jantar

Depois duma noite escura às claras, testemunha do chilreio madrugador dos passarinhos aqui da terrinha e do bater de portas da malta da casa a sair para se fazer à vida, pensava eu que iria conseguir dormir qualquer coisica ainda de manhã ou quiçá a sesta. Tá bem, abelha!  Tá ali um empadão de carne à maneira, à maneira da minha falecida mãe mesmo, sem purés artificiais nem nada dessas carnes já pré-mastigadas! Tão cedo não me meto noutra andança com tachos, passe-vites e moulinexes, não!

Pensava eu que já tinha visto muita coisa

Mas a verdade é que não. Hoje, pela primeira vez, vi, no meio duma das rotundas mais movimentadas da cidade de Aveiro, precisamente ali ao lado da Ria e da Capitania, uma mulher chinesa de parar o trânsito. Tirava fotografias a uma outra rua, pedestre, localizada à sua frente. E os carros atrás dela, parados, à espera do final da tarefa. O que vale é que está tudo de férias, senão a mulher tinha levado com mais do que apenas buzinadelas.

O sabor que não esquecerei tão cedo

Houve muitos, mas o que gostaria de destacar é o sabor duns pastelinhos de bacalhau recheados com queijo de ovelha, ingeridos numa determinada casita lisboeta. Nunca tinha ouvido falar de mistura tão estranha nem me pareceu, a priori , que os dois sabores se dessem peculiarmente bem. A verdade é que é mesmo bacalhau com queijo, tudo enrolado consistentemente numa massa que vai a fritar, aquilo que deglutimos enquanto sentimos algo a derreter pela garganta abaixo.  Uma pena que seja obscenamente caro, porque até é bem saboroso; como alguém conhecido disse, e bem: "uma armadilha para turistas..."

A imagem que não esquecerei tão cedo

A água prateada do Atlântico, antes das dez da manhã, sob um céu azul limpo de nuvens, ladeada pelas arribas verdejantes e luxuriantes, a caminho duma praia lindíssima, talvez a mais linda que alguma vez vi durante toda a minha vida, onde jamais voltarei a pé. Ali bem perto de Sesimbra...

Indecisão difícil (mais uma)

Almograve ou Samouqueira? É que não sei não... E ainda não repetimos nenhuma!

Primeiro domingo vicentino

Entras numa loja local, àquela hora tardia, para perguntar onde podes comprar pasta de dentes, - para já, parece ser a única coisa que ficou esquecida - e sais de lá com um saco de bombons. Não está mal, p'ra primeira noite, não. E o que, em anos anteriores, avistavas ao longe, da estrada que te levava para outros rumos, tem agora muito bom aspecto. O mesmo se pode dizer da primeira praia visitada, até cerca das 11 horas da manhã. Depois dessa hora, já se ouvem demasiado perto as conversas alheias. Logo há mais, noutro lado, sem vigilância e mais ao natural .

Decisão de família, difícil de tomar

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Está na mesa a hipótese de a família ir ao festival Meo Sudoeste apanhar um pouquito de pó debaixo do céu alentejano estrelado. Só que não conseguimos decidir a melhor noite para ir. O que fariam vossas excelências? Estou mesmo sem saber o que fazer, a sério...

A culpa é d'O Boneco de Neve, desta vez

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  Vou quase a meio e ainda não fiz batota! Por uma simples razão: o livro seguinte, que foi lido anteriormente, já me disse quem era o serial killer e o que lhe acontece. Mas que é uma leitura que prende, ai isso é! Este Harry Hole saiu-me uma peça jeitosa, saiu...

Continuando na onda do anterior ao anterior

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Vou retomar, daqui a alguns minutos, a leitura de policiais suecos nórdicos, no masculino, com Tendo em conta que, do mesmo autor, li "O Morcego", pergunto-me quantos mais animais constam da bibliografia do senhor Jo.

Algum camionista que me explique...

...qual é o objectivo de, depois de serem ultrapassados por uma condutora, sozinha na sua viatura, começarem a buzinar e a fazer sinais de luzes. Mas o que é que esperam, afinal? Que travemos logo à frente deles? Que façamos sinais com os 4 piscas ligados? Que paremos na berma e saiamos do carro para lhes dizer adeus? Que lhes mostremos o dedo do meio pelo espelho retrovisor? Que abramos o tecto de abrir e façamos o anterior mencionado? A sério que me ultrapassa, isto que me aconteceu 2 ou 3 vezes nas últimas semanas em auto-estradas do Norte, enqanto ia e vinha para cima e para baixo. É que uma condutora ainda fica a pensar que tem algum problema na traseira, quando afinal o carro até veio da revisão grande precisamente hoje!

O Dona Elvira

No outro dia fui comer, bem acompanhada como é hábito, ao Dona Elvira , ali na zona de Palmeira, arredores de Braga. Pensava eu que iamos abancar num restaurante situado ao lado duma recauchutagem, pouco depois de passar o Palácio de Dona Chica (está à venda, caso alguém lhe queira pegar; é favor googlar as imagens, que valem a pena...). Enganada me senti, pois essa era a imagem que tinha do local onde tinha almoçado há largos anos, cuja impressão foi na altura bastante positiva, portanto a repetir oportunamente. Para meu espanto, o meu chauffer continuou a conduzir e virou à direita na rotunda seguinte, mantendo-nos à direita do Rio Cávado, até chegarmos a uns muros altos e um portão de entrada, anterior à rampa de acesso ao dito cujo. Chegámos a um parque de estacionamento bastante arborizado, perto dum jardim bem tratado, com aproveitamento da pedras e calhaus locais onde ainda se encontra um espigueiro. Dá vontade de lá passar uma tarde a preguiçar, enquanto nos servem b...

Os cinco mauzões

O que me chateia nisto de se ler policiais suecos durante longas horas e pela noite dentro é que depois o que tem que ser feito é constantemente adiado e nada aparece feito. Maldita varinha de condão que não funciona... Os livros desta escritora em particular assentam, normalmente, em duas histórias contadas em paralelo. Então o que aconteceu, desta vez, é que li a história antiga, mais pequena, que contextualiza, em termos familiares, a mais recente, maior, que ainda não terminei, mas a cujas páginas finais já deitei uma olhadela. Aquela batotice que se faz quando o livro nos enleia do princípio ao fim, de tal modo que só queremos saber quem são os maus da fita...

Brevíssimo resumo de 15 dias no estrangeiro - II

A mala veio cheia de roupa lavada, à excepção de um par de meias e uma T-shirt e o calçado que fedia. São progressos, sim senhor! O petiz está a ficar um homem, preocupado com as lides do dia-a-dia. A pasta de dentes e o shampô é que regressaram quase intactos. Poupadinho, o rapaz...

Está quase, quase

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Faltam pouquíssimas horas (nove, vá...) para eu abraçar e beijocar quem é mais alto do que eu; isto se conseguir chegar lá acima ao pescoço e dar-lhe, também, uns cachaços bem dados por não ter tido a coragem de experimentar um kilt .  P.S.: Isto de se acompanhar o voo é giro; fosse eu uma nerd da aeronáutica e passava as 24 horas a olhar para isto: Grande rabienga que o bicho ali fez, à saída!

Custa-me engolir

Este foi um dos vários sintomas que listei ao médico que me atendeu há menos de uma hora. Depois de apresentado o rol de queixumes, ele repetiu um sintoma apenas: "Custa-lhe engolir?". A que assenti. Segundos mais tarde é que me deu o click , é que me apercebi da eventual interpretação marota que lhe poderia ter passado pela cabeça. Fez-me as perguntas habituais, blahblahblah , apalpou-me os gânglios e diagnosticou-me uma faringite. Resultado: antibiótico, anti-inflamatório, nada de esforços físicos (esta indicação fez-me rir por dentro) e nada de bebidas alcoólicas enquanto durar o antibiótico. Pensei com os meus botões: "Ainda bem que Tomar ficou para trás, senão o fim-de-semana estaria arruinado."

Então, Pseudo, o que fizeste hoje?

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Revivi as minhas passeatas e estadias por terras transmontanas, acompanhada pelo "menino Jorge, senhor conde" e pela inglesa angelical, ambos a caminho do Campo do Gerês. (Imagem daqui ) E outras coisas muito menos interessantes, chatas mesmo!

A minha Prova Final de Matemática de 2.º ciclo, de hoje

O enredo adensa-se com uma morte na pocilga da herdade. Morte barulhenta, nojenta e horrenda, perpetrada pelo Samuel, o feitor rude de boas maneiras. Membros decepados, o panamá, um pé...e muito sangue...Foi isto que a jovem inglesa viu, por brevíssimos instantes, antes de rapidamente, educadamente, Samuel lhe pedir para sair dali, para ignorar, para esquecer e nele confiar, enquanto a acompanhava à saída, de braço dado. Chocada, horrorizada, enojada, sem saber o que fazer de seguida, qual menina pequenina com medo, pediu ao "senhor conde" para dormir no quarto dele. Acedeu, ele, nervoso e intrigado, perante o estado catatónico da sua hóspede. Refugiou-se na casa-de-banho, fingindo que arrumava isto e aquilo, para finalmente sair, e deparar-se com um corpo jovem, nu, esbelto, adormecido, perfeito, na sua cama. Nunca se cruzaram no dia seguinte. Ela já tinha saído. Tinha deixado o Mini Cooper ...

Estou entusiasmadíssima com a leitura nova

É que não podia ter vindo em melhor altura, o timing da aquisição foi perfeito depois do fim-de-semana alojada numa certa quinta. Sabem aquelas propriedades enormes, alentejanas ou ribatejanas, de aspecto árido, onde nunca se vê ninguém sob um sol abrasador que mata a vontade de trabalhar a qualquer um? Pois até à página 35 - com excepção destes minutos em que vos escrevo excitadíssima, devido às semelhanças do que vi e do que leio e ainda do que imagino - ainda não  despeguei os olhos de tantas letras. Sabem aquelas palavras já em desuso que os citadinos não conhecem, quanto mais usar, do género "caseiro", "governanta" e "feitor"? É que tem quase tudo a ver com o que imagino que tenha sido, em tempos não assim tão distantes, o ambiente na tal herdade ribatejana quinhentista de sábado e domingo passado: um proprietário solitário, cortês, respeitador, que sabe ser "o patrão", rodeado pelas "Manas" octogenárias que governam a casa, bisb...