quarta-feira, 22 de julho de 2015

O Dona Elvira

No outro dia fui comer, bem acompanhada como é hábito, ao Dona Elvira, ali na zona de Palmeira, arredores de Braga. Pensava eu que iamos abancar num restaurante situado ao lado duma recauchutagem, pouco depois de passar o Palácio de Dona Chica (está à venda, caso alguém lhe queira pegar; é favor googlar as imagens, que valem a pena...). Enganada me senti, pois essa era a imagem que tinha do local onde tinha almoçado há largos anos, cuja impressão foi na altura bastante positiva, portanto a repetir oportunamente.
Para meu espanto, o meu chauffer continuou a conduzir e virou à direita na rotunda seguinte, mantendo-nos à direita do Rio Cávado, até chegarmos a uns muros altos e um portão de entrada, anterior à rampa de acesso ao dito cujo. Chegámos a um parque de estacionamento bastante arborizado, perto dum jardim bem tratado, com aproveitamento da pedras e calhaus locais onde ainda se encontra um espigueiro. Dá vontade de lá passar uma tarde a preguiçar, enquanto nos servem bebidas refrescantes, dá.
O restaurante em si é requintado q.b., sem ser ostentativo, decorado com cores bem combinadas e onde a vista do verde Minho é  magnífica.
O polvo servido em filetes e acompanhado de arroz de espigos estava um primor. Para sobremesa, a minha companhia optou por uma nata de chila, ladeada por dois singelos morangos. Ele gostou. Estranhamente (ou não...), eu não pedi nada.
 

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