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Pensamento espontâneo

Depois de ontem ter visto diminuído o número de followers para 155 e hoje tê-lo visto a aumentar para 156, posso constatar que, à primeira vista (olhar para o lado esquerdo deste texto), este tasco é seguido por 6 pessoas, 2 animais, 2 bonecos desenhados, 1 paisagem e 1 lamparina. Quanto aos outros avatares, os que já não se veem, há-os para todos os gostos e significados.

Comunhão

O que presenciei e senti hoje em casa alheia , na presença de 32 pessoas com idades compreendidas entre os 3 e os 75 anos.

A visitar a partir de hoje

Já começou! Já começou! Até domingo...

Um São João antecipado...

Só faltaram mesmo as sardinhas, a broa e os talheres... Ontem, aqui nesta rua, segundos após o final da Taça de Portugal, merecidamente ganha pelo Braguinha, ouviu-se a vizinhança da frente aos berros, ouviu-se a vuvuzela do vizinho do segundo direito, viu-se o vizinho do prédio ao lado a abrir champanhe e a molhar quem, naquele momento, passava na rua, viram-se carros a sair desenfreadamente e barulhentamente das respectivas garagens, viram-se as bolinhas de sabão que a menina do andar de baixo soprava para o ar, ouviram-se os foguetes e as buzinadelas pela noite dentro. Questionei-me se, daqui a um mês, vamos ter festa nesta rua, novamente.

Inquérito rápido

"...para saber se quem come sardinhas com faca e garfo é esquisito ou não :)" - sugestão do Ness . (Estão por vossa conta, pois eu já opinei sobre esse acto.)

Só uma duvidazinha, agora que se aproxima o mês delas

Quantas pessoas comem sardinha de faca e garfo, como eu faço? Acusem-se, vá... Primeiro colocam a faca por baixo da pele do lombo da sardinha, muito calmamente, começando por levantá-la (à pele) no pescoço e fazendo deslizar a faca até à outra ponta, sempre e somente por debaixo da pele. De seguida, cortam o rabo e poem essa coisa de lado. Está na hora de comer a chicha da sardinha. Novamente com muito cuidado, usam o garfo e a faca para virar a sardinha, deixando o outro lombo, ainda com pele, à tona do prato. Desta vez começam a depelar a sardinha pelo lado mais gordo, aquele que não foi amanhado, sempre com muita calma e exactidão e atenção às pequenas espinhas que vão surgindo durante o processo. Depois de comido este lombo, sem nunca largar os talheres a não ser para falar e trincar a broa acompanhante, há que separar a cabeça do animal, fazendo um corte a direito, limpo e transversal à espinha dorsal da criatura do mar. É que ali, junto aos olhinhos, de cada lado d...

Eu confesso porque embirro com ele

O meu problema com o facebook é que, quando lá vou para ler/ver algo relacionado com alguma notificação que entretanto chegou à caixa do correio, raramente leio/vejo o que se refere a essa notificação em particular, pois distraio-me com as outras coisas que entretanto dezenas e centenas de pessoas terão publicado. O meu foco de atenção desvia-se totalmente da prioridade e depois leio/vejo coisas que não (me) interessam nem ao menino jesus. Distraio-me facilmente, portanto... Hoje, contudo, vi umas fotos bem giras. Tinham girassóis!

Picuinhices

Isto de pintar as unhas de amarelo até dá uma certa alegria aos dias que passam a voar.

Claro como a água

"A ver se percebo… Quando se fecharam escolas públicas e encaixotaram alunos em mega-agrupamentos, quando se congelou a carreira docente, quando se reduziram apoios sociais às famílias dos alunos carenciados, quando se estreitaram as possibilidades de apoio a alunos com necessidades educativas especiais, quando se reduziu o número de professores em exercício na ordem das dezenas de milhar, estava-se a racionalizar a despesa, a combater desperdícios, a contrariar privilégios, a seguir a lógica do retrocesso demográfico e a defender o interesse dos contribuintes. Quando se anuncia a possibilidade de não renovar alguns (o destaque é meu)  contratos de associação com instituições privadas na área da Educação trata-se de um radical ataque ideológico e de uma afronta à Igreja (que nem deveria ser para aqui chamada)?" Resumo por Paulo Guinote de uma polémica muito bem projectada pela comunicação social.

Típico de adolescente Millenium

(Geração Z, pronto...) -"Já renovámos a tua matrícula para o próximo ano." - Yeaaahhhhhh (proferido com tom de frete)... mais um ano de miséria e desespero..." E no entanto...

Roubadinhas ao MQT

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O sentimento de culpa é fodido

E de vez em quando regressa para me matraquear a moleirinha. Isto porque, enquanto e quando física e presencialmente pude fazê-lo, nunca disse à minha mãe o quanto gostava dela. Muitos momentos de ternura houve, muitos gestos de carinho, muitas surpresas boas causadoras de lágrimas emotivas, mas verbalizá-lo, para que não houvesse dúvidas, é que nunca foi feito. É com este argumento - de nunca o ter feito com a minha progenitora - que hoje, eu, mãe babada e orgulhosa, todos os dias o digo ao meu rebento. Sentido e com muito prazer. Para que ele nunca duvide de tal, por muito chata, resmungona, massacradora e implicativa que eu seja.

Adoro, adoro, adoro!

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É muito ano, bolas!

Sabem quantos anos de casados fariam os meus pais hoje, caso a minha mãe fosse viva, sabem? Mais do que a minha idade: 47 anos, certamente a repetirem-me "o teu pai é isto, o teu pai é aquilo..." e "a tua mãe é isto, a tua mãe é aquilo" (esta versão menos frequentemente, claro, que o meu pai sempre foi um paz d'alma.) (Eu ainda só vou com 17) 47 anos não é para qualquer um!

Fui à médica (bem gira, por acaso...)

Um destes dias conheço aquele centro comercial hospital de olhos fechados e com a palma das minhas mãos. Saí de lá com pele a menos (coisa de milímetros), um penso do lado esquerdo da testa e com muitos papéis que me vão custar o *%"$*ª**%&$#!!! Tenho um mês para me ir mentalizando que: a) comprar estas bodegas não chega para resolver os meus problemas dermatológicos e capilares; b) já que os vou adquirir, mais vale usá-los e ver se alguma coisa melhora. Pseudo Maria, disciplina-te, mulher!

Da certeza única da vida

Desconfio que a morte vai bater-nos à porta muito brevemente, pela segunda vez este ano.

Nem sempre se ganha, por muito bom que se seja...

...e por muito que se queira, o que era o caso de 20 equipas. Tendo conseguido ultrapassar a primeira fase e ganho a semi-final, a desilusão, após altas expectativas, era bem patente no rosto dos 3 elementos. Desejo que esta não-vitória na fase final seja algo que ele(s) interiorize(m) como lição de vida. E que numa próxima oportunidade, no próximo ano lectivo, ele continue a querer participar e a querer ganhar e a "dar o litro", usando as palavras do próprio. Mais desafios aparecerão, nesta e noutras áreas.

Só falta a última gota de água

Isto de se mudar de operadora de serviço móvel, tendo um telemóvel pré- smartphones , tem muito que se lhe diga, tem! Perdem-se horas a ir dumas lojas para as outras. Só desde ontem já fui a 3 e nenhuma delas conseguiu desbloquear o coiso. Tou vai não vai para inserir o SIM V-D-F-N- num equipamento novo, ainda a comprar, sem ter que passar por estas merdices de procurar a factura ou comprovativo de compra ou o raio que o parta do "velhote"! Basta dar-me um baipe por estes dias e pimba! Há uma vantagem neste processo moroso: estou incontactável por telemóvel, o que, pensando bem, não é mau de todo.

Momento de poesia

O escolhido (menos mal, pois mal não lhes há-de fazer...): Camões, Grande Camões, quão Semelhante Camões, grande Camões, quão semelhante Acho teu fado ao meu, quando os cotejo! Igual causa nos fez, perdendo o Tejo, Arrostar co'o sacrílego gigante; Como tu, junto ao Ganges sussurrante, Da penúria cruel no horror me vejo; Como tu, gostos vãos, que em vão desejo, Também carpindo estou, saudoso amante. Ludíbrio, como tu, da Sorte dura Meu fim demando ao Céu, pela certeza De que só terei paz na sepultura. Modelo meu tu és, mas... oh, tristeza!... Se te imito nos transes da Ventura, Não te imito nos dons da Natureza.

Vai sair asneira

Que conselho dariam a uma mãe cujo filho pretende fazer a declamação e respectiva interpretação, numa aula de Português de oitavo ano, dum poema de Bocage?