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Coisas boas duma mudança de casa

O calçado e roupa que já não usamos há anos sai dos armários e vai fora. Umas coisas são lixo, outras são para dar a quem precise; Aqueles papéis que guardamos porque podem dar jeito mais tarde já não dão jeito nenhum; A sensação de descobrir um sítio novo, os seus acessos pedonais e de trânsito, vulgo atalhos, é muito boa; Aqueles enlatados que fomos acumulando na despensa à conta dos cupões de desconto dum certo hipermercado desaparecem num ápice; Organiza-se o espaço interior e as arrumações melhor do que na "casa antiga"; Aqui há espaço para estacionar os carros a qualquer hora do dia. E se não houvesse, sempre teremos a garagem, quando de lá retirarmos os caixotes cujo conteúdo ainda tem que ser arrumado cá em cima; ...

A minha primeira vez - a total failure

Tínhamos planeado andar juntos de autocarro hoje: a primeira vez que eu, condutora de viatura própria há 25 anos, o faria em Braga, logo, mais uma novidade nesta fase da vida familiar. O rapaz faria o percurso "casa-escola" e eu faria o percurso "casa-escola / escola-casa". Agora adivinhem o que é que nos demoveu e lá acabámos por ir de carro, como vem sendo hábito há 10 anos... (esta é mais fácil do que a anterior) .

Então, Pseudo?

Perguntam vocês: "Qual foi a primeira refeição cozinhada na casa nova?" , adiantando uma hipótese algo excêntrica do género "codorniz recheada com alheira e puré de maçã" e de sobremesa um "soufflé de pêra com canela" . Respondo eu: "Claro que sim! Esmerei-me nas lides gastronómicas precisamente ontem ao final da tarde, após ter passado duas horas a escolher os ingredientes certos. Estava tudo um mimo, segundo me disseram eles. Até me ajudaram a lavar a loiça, a de ontem ao jantar e alguma que ainda estava embalada, vejam lá bem..." (Um miminho para quem adivinhar qual foi, de facto, o jantar d'ontem. Pista única: enfrascado, enlatado e embalado...mas cozinhado!)

Update da mudança

Ainda estamos cá, mas também já estamos lá. Espera-nos mais trabalho lá do que o que falta fazer cá. Com jeito e calma e alguns produtos de limpeza, e a ajuda da companhia da água, luz e gás, aproxima-se a primeira noite lá...

Dúvida doméstica

Qual a primeira coisa a embrulhar ou empacotar quando se muda de casa? É que eu não sei por onde começar!

Já cá canta

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Na versão inglesa. E ainda não li as últimas páginas, mas não deve passar desta semana atribulada. Haja horas pela noite dentro...

Atribulado

É um excelente adjectivo para descrever o meu último dia de férias.  E a conta telefónica vai ser uma surpresa desagradável, vai...

Há que ver as coisas pelo lado positivo

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Ganda galo!

O que faz uma diferença de 3 décadas

Hoje em dia, alguém com 13/14 anos, já terá ido a mais sítios novos e feito mais coisas novas pela primeira vez do que alguém com 13/14 anos há 30 anos. No sábado há paintball e eu ainda nem karting experimentei...

P'ró jantar

Depois duma noite escura às claras, testemunha do chilreio madrugador dos passarinhos aqui da terrinha e do bater de portas da malta da casa a sair para se fazer à vida, pensava eu que iria conseguir dormir qualquer coisica ainda de manhã ou quiçá a sesta. Tá bem, abelha!  Tá ali um empadão de carne à maneira, à maneira da minha falecida mãe mesmo, sem purés artificiais nem nada dessas carnes já pré-mastigadas! Tão cedo não me meto noutra andança com tachos, passe-vites e moulinexes, não!

Pensava eu que já tinha visto muita coisa

Mas a verdade é que não. Hoje, pela primeira vez, vi, no meio duma das rotundas mais movimentadas da cidade de Aveiro, precisamente ali ao lado da Ria e da Capitania, uma mulher chinesa de parar o trânsito. Tirava fotografias a uma outra rua, pedestre, localizada à sua frente. E os carros atrás dela, parados, à espera do final da tarefa. O que vale é que está tudo de férias, senão a mulher tinha levado com mais do que apenas buzinadelas.

O sabor que não esquecerei tão cedo

Houve muitos, mas o que gostaria de destacar é o sabor duns pastelinhos de bacalhau recheados com queijo de ovelha, ingeridos numa determinada casita lisboeta. Nunca tinha ouvido falar de mistura tão estranha nem me pareceu, a priori , que os dois sabores se dessem peculiarmente bem. A verdade é que é mesmo bacalhau com queijo, tudo enrolado consistentemente numa massa que vai a fritar, aquilo que deglutimos enquanto sentimos algo a derreter pela garganta abaixo.  Uma pena que seja obscenamente caro, porque até é bem saboroso; como alguém conhecido disse, e bem: "uma armadilha para turistas..."

A imagem que não esquecerei tão cedo

A água prateada do Atlântico, antes das dez da manhã, sob um céu azul limpo de nuvens, ladeada pelas arribas verdejantes e luxuriantes, a caminho duma praia lindíssima, talvez a mais linda que alguma vez vi durante toda a minha vida, onde jamais voltarei a pé. Ali bem perto de Sesimbra...

Indecisão difícil (mais uma)

Almograve ou Samouqueira? É que não sei não... E ainda não repetimos nenhuma!

Primeiro domingo vicentino

Entras numa loja local, àquela hora tardia, para perguntar onde podes comprar pasta de dentes, - para já, parece ser a única coisa que ficou esquecida - e sais de lá com um saco de bombons. Não está mal, p'ra primeira noite, não. E o que, em anos anteriores, avistavas ao longe, da estrada que te levava para outros rumos, tem agora muito bom aspecto. O mesmo se pode dizer da primeira praia visitada, até cerca das 11 horas da manhã. Depois dessa hora, já se ouvem demasiado perto as conversas alheias. Logo há mais, noutro lado, sem vigilância e mais ao natural .

Decisão de família, difícil de tomar

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Está na mesa a hipótese de a família ir ao festival Meo Sudoeste apanhar um pouquito de pó debaixo do céu alentejano estrelado. Só que não conseguimos decidir a melhor noite para ir. O que fariam vossas excelências? Estou mesmo sem saber o que fazer, a sério...

A culpa é d'O Boneco de Neve, desta vez

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  Vou quase a meio e ainda não fiz batota! Por uma simples razão: o livro seguinte, que foi lido anteriormente, já me disse quem era o serial killer e o que lhe acontece. Mas que é uma leitura que prende, ai isso é! Este Harry Hole saiu-me uma peça jeitosa, saiu...

Continuando na onda do anterior ao anterior

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Vou retomar, daqui a alguns minutos, a leitura de policiais suecos nórdicos, no masculino, com Tendo em conta que, do mesmo autor, li "O Morcego", pergunto-me quantos mais animais constam da bibliografia do senhor Jo.

Algum camionista que me explique...

...qual é o objectivo de, depois de serem ultrapassados por uma condutora, sozinha na sua viatura, começarem a buzinar e a fazer sinais de luzes. Mas o que é que esperam, afinal? Que travemos logo à frente deles? Que façamos sinais com os 4 piscas ligados? Que paremos na berma e saiamos do carro para lhes dizer adeus? Que lhes mostremos o dedo do meio pelo espelho retrovisor? Que abramos o tecto de abrir e façamos o anterior mencionado? A sério que me ultrapassa, isto que me aconteceu 2 ou 3 vezes nas últimas semanas em auto-estradas do Norte, enqanto ia e vinha para cima e para baixo. É que uma condutora ainda fica a pensar que tem algum problema na traseira, quando afinal o carro até veio da revisão grande precisamente hoje!

O Dona Elvira

No outro dia fui comer, bem acompanhada como é hábito, ao Dona Elvira , ali na zona de Palmeira, arredores de Braga. Pensava eu que iamos abancar num restaurante situado ao lado duma recauchutagem, pouco depois de passar o Palácio de Dona Chica (está à venda, caso alguém lhe queira pegar; é favor googlar as imagens, que valem a pena...). Enganada me senti, pois essa era a imagem que tinha do local onde tinha almoçado há largos anos, cuja impressão foi na altura bastante positiva, portanto a repetir oportunamente. Para meu espanto, o meu chauffer continuou a conduzir e virou à direita na rotunda seguinte, mantendo-nos à direita do Rio Cávado, até chegarmos a uns muros altos e um portão de entrada, anterior à rampa de acesso ao dito cujo. Chegámos a um parque de estacionamento bastante arborizado, perto dum jardim bem tratado, com aproveitamento da pedras e calhaus locais onde ainda se encontra um espigueiro. Dá vontade de lá passar uma tarde a preguiçar, enquanto nos servem b...