"Emprenhar pelos ouvidos"... olha outra expressão muito interessante! E a ligação deste post com o anterior é de mestre! Depois de andar a falar de chouriços até tem lógica falar a seguir em emprenhar... hehehehe
(deixa-me deixar de dizer disparates senão amanhã tu ainda me bates!!) :)
Ia responder que não sofro dessas coisas, mas depois recordei-me de algumas picardias passadas e, certamente, futuras, e acho melhor dizer que me parece que entraríamos todos em pânico sem ter do que falar durante tanto tempo.
Há que fazer o filtro da comunicação social. Ouvir tudo e reter apenas o que parece relevante e verdadeiro! Separar a parra da uva e o trigo do joio! E assim evitam-se as emprenhadelas.
A última pessoa que aderiu à minha lista de seguidores (palavra macabra, esta) tem um blog de natureza erótica. E alguns dos meus outros seguidores (assustadora) também. Um dia, também arranjo um assim, só para ver como é que é. Vão ver! E, quiçá, apelo ao vosso sentido de parceria e solicito a vossa participação como meus parceiros e minhas parceiras, no acto. Que tal?
Enquanto aluna num colégio religioso, até ao 9ºano, lembro-me de, durante as aulas de Moral supostamente passadas a ver filmes, eu e as minhas colegas passarmos o tempo a comer batatas fritas, pipocas e outras porcarias do género. Quando passei para a escola pública, chegava atrasada às aulas de Inglês do 11ºano, dadas ao último tempo da tarde, com um pastel bem escondidinho, (alternava as bolas de berlim com creme com os mil folhas), com que me deliciava quando o professor escrevia no quadro. Era impossível ele não reparar em mim e nos outros que faziam o mesmo. Nem por isso tirei más notas. Também não era excelente. Mas aquele pastel sabia-me bem melhor do que estar a ouvir algo que na altura não interessava nem ao menino jesus. Hoje estou do outro lado da barricada e apanhei um fulaninho a passar batatas fritas ao colega do lado. Pensei com os meus botões:"Onde é que eu já vi este filme?" A diferença é que estes dois tentaram fazê-lo antes das 10 da manhã. Haja estômago!
Olha isso é que era... bora lá propor essa ideia?
ResponderEliminar"Emprenhar pelos ouvidos"... olha outra expressão muito interessante!
ResponderEliminarE a ligação deste post com o anterior é de mestre!
Depois de andar a falar de chouriços até tem lógica falar a seguir em emprenhar... hehehehe
(deixa-me deixar de dizer disparates senão amanhã tu ainda me bates!!)
:)
Orquídea, antes que mo perguntes: não, não estou :P
ResponderEliminarMas em 2 dias, seria a 3ª vez que a ideia veio à baila, por 3 pessoas diferentes.
Ó melher... e achas mesmo que eu ia fazer-te isso??
ResponderEliminarNem isso me passou pela pinha, se queres saber!
Ora, não seria ofensa nenhuma. E caso fosse verdade, eu não ficaria nada descontente, bem pelo contrário. :)
ResponderEliminarIa responder que não sofro dessas coisas, mas depois recordei-me de algumas picardias passadas e, certamente, futuras, e acho melhor dizer que me parece que entraríamos todos em pânico sem ter do que falar durante tanto tempo.
ResponderEliminarNeste momento acho que nem precisamos da comunicação social para nos atirar areia para os olhos. Já estamos profissionais no assunto.
ResponderEliminarHá que fazer o filtro da comunicação social. Ouvir tudo e reter apenas o que parece relevante e verdadeiro! Separar a parra da uva e o trigo do joio! E assim evitam-se as emprenhadelas.
ResponderEliminarMas tens razão, não é fácil!
Ness, duvido que nos faltassem assunto para conversar. :)
ResponderEliminarPatife, eu estou surpreendidíssima com o teu comentário. Tão sério e pertinente, nem parece teu :P
Ted, houve quem dissesse que tinha 2 ouvidos e 1 boca. Por alguma razão deve ser :)
Quem não quiser emprenhar da comunicação social nacional tem duas excelentes soluções:
ResponderEliminar1- Carregas naquele botão que diz desligar, ou...
2- Mudas para um daqueles canais de séries ou filmes ou música ou documentários ou... bem acho que já percebeste.
Manual, isso é tão óbvio. Dahhh
ResponderEliminarParece-me uma ótima ideia :)
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