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Coisas do adolescente

Quem é que, no seu perfeito juízo, faz uma aposta com um professor que já não é seu, em que chegará ao Natal a vestir diariamente calções e a sair de casa, de manhã, para a escola, nestes preparos? Só pode ser um adolescente que não tem pais em casa e que olhem adequadamente para a sua indumentária matinal, certo? Pois... É que não há frio ou chuva nem ninguém que o dissuada...

Dúvida maternal de quem não percebe nada daquilo

É impressão minha, mãe de aluno de 10ºano a ter Matemática A, ou aquilo, a dada altura, é só letras e sinais gráficos?

Lua gorda

É nestas noites de lua gorda, hipnotizante e bem ao alcance da minha mão, que penso que o mundo até é bonito. Depois regresso à realidade.

Das minhas necessidades

Ando a precisar de um bom livro, daqueles que me alheiem da minha realidade, daqueles que me dão uma vontade voraz de os começar e terminar sem paragens, daqueles que quando chegam ao fim me fazem perguntar "E agora? Não há mais? Quero mais!", daqueles que me dão vontade de ser baldas. Caixa de sugestões aberta p'ra este efeito, se faz favor.

E esta já vem a caminho

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Já cá canta e que boa surpresa fora de época

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Já cá canta

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Nem sei que diga ou pense

Depois do que se passou ontem e ainda se passa hoje, e depois do que se passou nos últimos quatro meses, e nas últimas décadas, ninguém me consegue convencer que não há crime organizado por trás de fenómenos meteorológicos extremos coincidentes com fogos a horas estranhas em locais inusitados onde profissionais já tinham estado antes.

Até com o meu próprio reflexo me assusto, quanto mais com o IT

A situação mais ridícula do dia: Ia eu a passar num corredor não iluminado, com intenção de virar à direita para ir à casa de banho duma das suítes. Mal me torço para a direita, vejo uma sombra, alguém, vá... a vir na minha direção. Estava tudo escuro, não se esqueçam, ok? Dou um guincho assustador e passados 2 segundos desato a rir e a chorar ao mesmo tempo. Mas a rir desalmadamente, de mim própria, com as lágrimas a jorrarem, como já não fazia há imenso tempo. Afinal o que tinha acontecido? A porta por onde deveria passar, que se situa em frente a uma janela que tinha os estores corridos, refletiu a minha silhueta, o tal "alguém" que vinha na minha direção naquela escuridão. Só quando coloquei a mão à frente é que senti que a porta estava fechada e espelhou-me , devido à claridade nocturna do exterior por trás de mim. Logo a seguir oiço o adolescente a perguntar o que tinha acontecido e a rir-se na minha cara sem saber porquê. Realmente, o riso é contagiante... E ...

Custou começar, mas à 4ª tentativa consegui levar a empreitada até ao fim

Há um grande sentimento de incompreensão e cegueira em mim quando não reconheço, não consigo reconhecer, em artistas afamados, inclusivé após a morte destes, a beleza que tanto perseguiram durante o seu processo de sobrevivência. Digo isto após ler sobre Charles Strickland, personagem hedionda, odiosa, egoísta, insensível...e qualquer outra característica negativa que não gostem de ver noutras pessoas. Depois fui googlar sobre Gauguin, em cujo primitivismo colorido o autor se baseou.  Gostei? Não sei se gosto do resultado final do que vi, mas sei que gosto do emaranhado de cores e da ausência de preconceito daquela ilha selvagem, supostamente paradisíaca, onde alguém vai para acabar cego e morrer em paz.   (Agradeço a insistência de quem, não me conhecendo pessoalmente, me confiou um dos seus livros preferidos. E o resto há-de ir escrito à mão aquando da devolução, pelo meio tradicional, do dito cujo.)

E a vida continua

Continuo sem provar sushi condignamente, a continuar a pensar que não gosto daquela bodega e que não há ninguém ou local que me demova deste meu não-gosto.  

Monty Python revisited

Vivemos tempos turbulentos, imprevisíveis, medonhos, violentos e algo assustadores. Não há previsões a longo prazo, situações "para a vida", constância diária que nos sossegue. As notícias são, na generalidade, feias e no entanto, a vida continua a surpreender-nos pela positiva. Ou então é dos meus olhos. (Continuo a tomar dois cafés sem açúcar, por dia, e admito já que não sinto a falta do docinho.)
ARGGGGGGGGGGGGGGGHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!! GRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR!!!!! E é tudo!

Domingo de manhã

Há uma calma nestas manhãs dominicais bracarenses que ainda não consegui transferir para a minha mente, a tal que controla as minhas emoções, que andam ao rubro e por tudo e por nada faço um cavalo de batalha e revolto-me e sinto-me injustiçada e penso amiúde no que quero fazer daqui a uns meses, largos, já em 2018. E depois olho para este céu azul e o verde que vejo desta janela do escritório e penso que daqui a menos de um ano olharei para trás e verei o quão exagerada fui (estou a ser). Ou não, sei lá! Entretanto, na terreola, lançam-se foguetes, vendem-se rifas, ouve-se a fanfarra, participa-se na procissão e degustam-se almoços constituídos por três pratos e sobremesas várias, dispostas nas melhores e mais limpas e incólumes toalhas brancas que mais daqui a pouco já não o serão. Haja vinho!

Sabem o que mais gosto na Lisbeth?

A sua frontalidade verbal e o seu sentido de justiça. Não me canso de a ler e de lhe apreciar a resistência mental perante as pedras no seu caminho. Por muito invulgar e violenta que seja, é impossível não ficar do lado dela.

Desta vez concordo

...com as vozes que dizem que proibir jogos de futebol por decreto em dia de eleições é absurdo e anti-democrático, pois é dar ainda mais valor e tempo a uma actividade desportiva que já é sobrevalorizada em todos os aspectos, ao mesmo tempo que os elevados níveis de abstenção no país continuarão por resolver. Se @s eleitor@s quiserem votar, não será um evento desta natureza ou outra que impede tal acto cívico: vão e votam dentro das 11 horas permitidas para tal. Quem não quer cruzar um nome ou dois num papel, nem sequer aparece. Situação que a mim me parece bastante óbvia.  

A minha mais recente aquisição

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(Ai que nunca mais chega a hora da leitura para o devorar!)

A Festa na terreola

Isto de pertencer à Comissão de Festas tem muito que se lhe diga. Não só trabalha o próprio, há longos meses, em equipa dinâmica, como a própria cara-metade carimba e enrola rifas. Eu já não fazia tal coisa há 30 anos, quando eu própria fiz parte da mesma Comissão. Vai ser um arraial à maneira, de arromba mesmo!

Sabiam que... (adendado, duas vezes)

... a série The Big Bang Theory já vai no episódio nr. 804? Ou melhor, foi esse o que vi ontem à noite. Irra, que é pior que Dallas há umas décadas, ainda a preto e branco. ADENDA: Afinal meti o pé na argola, fiz figura de ursa, errei redondamente por cento e setenta e três (173) episódios e admito desde já, aqui e em público, que não sei ler números. O que pensei ser o episódio número 804 é afinal o 4º episódio da 8ª temporada. E afinal ainda só sairam 231 episódios e dez temporadas, sendo que a 11ª começa a 25 de setembro próximo.  E se eu tiver que escrever mais números, dou um tiro nos passarinhos ali da árvore mais próxima! (Por alguma razão, não segui Contabilidade e/ou Gestão, como os meus pais desejavam!) ADENDA 2: Ali na adenda anterior onde se lê cento e setenta e três (173) episódios, deve ler-se "só" quinhentos e setenta e três (573). Agora vou ali dar mais tiros ao lado e já volto!

Actualização laboral

Fui conhecer a casa nova na sexta-feira passada.  Tal como eu me lembrava de muitas caras, o director lembrava-se da minha. Nunca se sabe se este reconhecimento é bom ou mau sinal. O que eu sei é que achei a casa enormérrima, nada a ver com a que conheci há 12/13 anos. E algumas pessoas também estavam grandes, maiores, especialmente para os lados. Bolas!