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Ratio de 7 para 1

Sete adultos e uma adolescente, a cumprirem com os procedimentos inerentes a uma PEF, espalhados por 4 salas e um corredor. Se isto não for um desperdício de recursos humanos, tempo, espaço e papel, não sei o que será. Ainda mais quando se antevê que a rapariga esteja lá em Setembro, a frequentar o mesmo ano que agora tenta fazer por via excepcional , como já lhe chamaram.

Colhões de galo

(Bem, se a minha homónima Susana e a NM podem, eu também posso.) Comem-se como um manjar dos deuses, na devida altura do ano. O meu sogro costuma tê-los e partilha-os com os restantes elementos da família. São dos mais propícios à engorda, mas que se lixe tal efeito, pois são saborosos. Trincá-los dá um grande prazer e dão azo a marotices, como podem ler. E agora vá, para aquel@s de vós que não sabem do que falo, vão googlá-los , sim?

"Correu bem"

À excepção da disciplina de História, ao longo deste ano lectivo, a resposta à pergunta "Como é que correu o teste?" foi, invariavelmente, o título. E hoje não foi diferente. Venha o próximo, na próxima terça-feira. E com esse sei que o rapaz também não vai stressar . Hoje de manhã, antes de sair, era a descontração em pessoa. Como eu o invejo se me recordar dos meus tempos de escola aos 14 / 15 anos em diante!

E o verão ainda não começou

Água e fogo: os elementos primordiais à vida, desde que esta existe, os que nos permitiram evoluir nestes milhões e milhões de anos, são também dos elementos mais letais e que em segundos tiram o que até ali proporcionaram. Há algo de muito errado em tanta coisa...

Manias cá minhas

Quando o jovem não usa os transportes urbanos desta cidade (que está bastante bem servida deles, na minha opinião de não-utilizadora), o serviço de taxista cá de casa é maioritariamente assumido por mim. Se inicialmente o meu compromisso era para com dois  passageiros , o nosso jovem e o amigo R., ao longo deste último ano, ou melhor, época (desportiva) de 2016/17, o seu número aumentou em 100%, ou seja, passei a transportar quatro e a levá-los aos respectivos domicílios. Sempre me questionei quem seriam os progenitores dos outros dois jovens, pais e mães, adultos que nunca se dignaram a vir conhecer quem lhes leva os filhos a casa. Eu sei que se fosse ao contrário, eu viria à rua para, ao menos, ver a cara d@ taxist@. Manias!

Proibição patriacal

Ontem, pela primeira vez em quase 27 anos de convívio e casamento com o MQT, aceitei a única proibição ao rapaz cá de casa, que, indiretamente, me proíbe de fazer algo. E está muito bem assim! Isto de não comer antes dum acontecimento importante pode ser catastrófico! (E sim, é mais um daqueles enigmáticos que só a nós, cá de casa, diz respeito. Para memória futura.)

A coisa mais estúpida de hoje

Imaginem uma simples caneta com tampa. Imaginem que estão num espaço fechado com moscas a zunirem à vossa volta. Imaginem que estão em boa companhia, gente bem mais nova do que vós. Imaginem que um desses elementos, sentado à vossa frente, consegue a nojenta proeza de apanhar uma dessas moscas com a mão e aí mantê-la durante alguns segundos. Imaginem que, com a outra mão, esse elemento consegue desatarrachar a caneta e tirar aquele tubo fino onde está a tinta. Fica apenas o invólucro de plástico transparente. Imaginem que passados segundos vêm uma mosca a voar dentro desse mesmo invólucro que volta a estar tapado com a tampa. Imaginem que olham para o elemento que cometeu a proeza de enfiar uma mosca viva dentro duma caneta. Imaginem isto numa aula com 28 adolescentes, a dez minutos do final, ao final do dia. Pois!

Espreitando...

Já se pode cá voltar sem correr o risco de ler sobre selos pirosos e correntes blogosféricas ali na nossa lista preferida de leituras? Agradeço sinceramente à NM e à Mia por se terem lembrado de mim, mas confesso que vos olhei um bocado de lado e pensei as palavras que vos dirigi. Este mundo endoideceu temporariamente! Confesso também que já não tenho pachorra para estas doidices. Desculpem, sim?

Inconfidência maternal em directo

Amanhã o jovem cá de casa terá o seu último teste de nono ano, antes das Provas Finais. Está hiper-preocupado e tenso, a tal ponto de, neste preciso momento em que vos escrevo, estar a estudar afincadamente do seguinte modo: esparralhado no sofá da sala, ao telefone com a L. e sem qualquer suporte físico (manual, apontamentos and so on ) relacionado com a matéria por perto. E eu, que subitamente o ouvi a falar alto na sala (onde não está mais ninguém de momento), fui interromper o momento para averiguar porque carga d'água é que o rapaz anda a falar sozinho. Pronto, está a estudar...

Grande Final

20 - 28 = resultado final Tal como fui prevendo durante algumas semanas, a Final foi jogada entre a nossa equipa e a outra que nos deu imenso trabalho ao longo desta série. Felizmente ganhámos nós, com garra, com inteligência e com alguma sorte por outra equipa estar de rastos devido à semi-final que tinha ganho de manhã. Foi de facto uma semi-final de loucos, pois a segundos do fim, poderia ter dado para qualquer uma das equipas. Também ganhámos a nossa semi-final, mas foi a um ritmo totalmente diferente deste último jogo da tarde. O meu pai quer a camisola do campeão, que, finalmente, após 7 meses de promessa constantemente adiada, ganhou o prometido: mais alguns milhares de peças Lego Technic. Tem muito com que se entreter e muito de que se orgulhar, hoje!

Braga Romana 2017

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Bolas! Da maneira como troveja e relampeja, o Obélix está de certezinha com um terrível medo que o céu lhe caia em cima. A probabilidade de nos cruzarmos com ele, este fim-de-semana, nas ruas da cidade é enorme! E também não devem faltar javalis no espeto! E legionários. E coroas de flores. E romanos com cara de maus! E, e, e...

Pronto, é oficial

Sei, desde há 2 semanas, algo que não sabia acerca do nosso rapaz. Mas foi preciso tirar a saca-rolhas e depois de mais uma zanga daquelas, que nem sequer teve nada a ver com o que me foi atabalhoadamente relatado pelo próprio. Shhhhiuuu! É segredo! (Logo tinha que me calhar um que é óptimo a guardar segredos, seus e acerca das outras pessoas. Bolas!)

Ali para os lados do monte

Dizem que é um dos melhores restaurantes em Braga. Ou eu não percebo nada de restaurantes, comida e serviço agradáveis ou alguém, em grande número, teve mais sorte do que eu, que fui lá ontem jantar e não posso dizer que recomende. Há-os bem melhores na cidade e arredores, há. (Esperar quase 30 minutos após pedir a conta três vezes, a duas pessoas, não é algo que deseje repetir.)

Às aranhas (quando no passado até já fui capaz disso)

Tenho aqui uma prendinha que me deram / enviaram e agora não sei como fazer o que desejo fazer com ela. Ora esta!

Drenagem linfática

Afinal é só uma massagem. Mania de lhe chamarem outra coisa! Não é que me tenha sabido mal, mas a ser feita com a frequência recomendada, é coisa para alargar bem os cordões à bolsa! Haja saúde, que o resto vem por acréscimo!

Dúvida comercial

Como se chamam as lojas onde se vende, no mesmo espaço, roupa, calçado e acessórios, móveis e objectos de decoração, e comes e bebes rápidos? A sério que não sei se serei capaz de me habituar ao conceito. São tantas as distrações que não consigo concentrar-me no que, afinal, ando à procura.

Notícia de última hora

Também eu vou deixar de escrever neste blog. Tenho dito!

Meados de Maio

... e nada! Não sei para onde vou, se vou, com quem vou! E a data aproxima-se e ..."ah, tenho que falar com a ______________ (nome de alguém)". Dá-me cá uns nervos!

Sensibilidade musical de um orangotango numa loja de porcelana

É assim que me sinto e sinto que tenho, pois por muito louvadas que sejam a canção e a prestação do vencedor do festival, eu não consigo adorar a canção. Por muito bonita que seja a letra e genuínos a interpretação e maneirismos do seu cantor, não é melodia que me cause arrepios nem me tenha causado pele de galinha ou lágrimas nos rés-do-chão. Claro que sim, que fiquei contente por termos mais um vencedor no país, mas da música não consigo dizer mais do que isto que sinto. Não sou a única, pois não?

Terra Nova

Depois de confirmada a existência da nova bola naquele universo infinito, usaram o Olho para vislumbrar ao pormenor e verificar se valia a pena a visita. O ar parecia-lhes heterogéneo: umas manchas espessas brancas em certos locais, uns pontos verdes grandes e outros mais pequenos aqui e ali, concentrações de luzes, uma grande mancha azul-acizentada entre áreas mais acastanhadas, separada por zonas mais claras. Feito o zoom com a função adequada, focaram-se numa zona mais limitada, uma espécie de quadrilátero, aparentemente preso a uma área mais vasta, por uma cadeia mais elevada, que se estendia para a esquerda. Aquele cantinho mais à direita servir-lhes-ia de amostra, contudo. Sabiam que a sua capacidade da invisibilidade não iria perturbar o que quer que por lá se passasse, se é que se passava alguma coisa ou sequer se haveria vida. Limitar-se-iam a observar, nunca a estabelecer qualquer tipo de contacto. Esse ficaria, eventualmente, para mais tarde. Nem a alterar...