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Custa-me engolir

Este foi um dos vários sintomas que listei ao médico que me atendeu há menos de uma hora. Depois de apresentado o rol de queixumes, ele repetiu um sintoma apenas: "Custa-lhe engolir?". A que assenti. Segundos mais tarde é que me deu o click , é que me apercebi da eventual interpretação marota que lhe poderia ter passado pela cabeça. Fez-me as perguntas habituais, blahblahblah , apalpou-me os gânglios e diagnosticou-me uma faringite. Resultado: antibiótico, anti-inflamatório, nada de esforços físicos (esta indicação fez-me rir por dentro) e nada de bebidas alcoólicas enquanto durar o antibiótico. Pensei com os meus botões: "Ainda bem que Tomar ficou para trás, senão o fim-de-semana estaria arruinado."

Então, Pseudo, o que fizeste hoje?

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Revivi as minhas passeatas e estadias por terras transmontanas, acompanhada pelo "menino Jorge, senhor conde" e pela inglesa angelical, ambos a caminho do Campo do Gerês. (Imagem daqui ) E outras coisas muito menos interessantes, chatas mesmo!

A minha Prova Final de Matemática de 2.º ciclo, de hoje

O enredo adensa-se com uma morte na pocilga da herdade. Morte barulhenta, nojenta e horrenda, perpetrada pelo Samuel, o feitor rude de boas maneiras. Membros decepados, o panamá, um pé...e muito sangue...Foi isto que a jovem inglesa viu, por brevíssimos instantes, antes de rapidamente, educadamente, Samuel lhe pedir para sair dali, para ignorar, para esquecer e nele confiar, enquanto a acompanhava à saída, de braço dado. Chocada, horrorizada, enojada, sem saber o que fazer de seguida, qual menina pequenina com medo, pediu ao "senhor conde" para dormir no quarto dele. Acedeu, ele, nervoso e intrigado, perante o estado catatónico da sua hóspede. Refugiou-se na casa-de-banho, fingindo que arrumava isto e aquilo, para finalmente sair, e deparar-se com um corpo jovem, nu, esbelto, adormecido, perfeito, na sua cama. Nunca se cruzaram no dia seguinte. Ela já tinha saído. Tinha deixado o Mini Cooper ...

Estou entusiasmadíssima com a leitura nova

É que não podia ter vindo em melhor altura, o timing da aquisição foi perfeito depois do fim-de-semana alojada numa certa quinta. Sabem aquelas propriedades enormes, alentejanas ou ribatejanas, de aspecto árido, onde nunca se vê ninguém sob um sol abrasador que mata a vontade de trabalhar a qualquer um? Pois até à página 35 - com excepção destes minutos em que vos escrevo excitadíssima, devido às semelhanças do que vi e do que leio e ainda do que imagino - ainda não  despeguei os olhos de tantas letras. Sabem aquelas palavras já em desuso que os citadinos não conhecem, quanto mais usar, do género "caseiro", "governanta" e "feitor"? É que tem quase tudo a ver com o que imagino que tenha sido, em tempos não assim tão distantes, o ambiente na tal herdade ribatejana quinhentista de sábado e domingo passado: um proprietário solitário, cortês, respeitador, que sabe ser "o patrão", rodeado pelas "Manas" octogenárias que governam a casa, bisb...

Férias

A quantos dias de sumir para local inóspito é normal começar a fazer malas?  Estou em tal estado de ansiedade que quero começar a pôr tudo em cima da cama e/ou mesas nem que tenha que dormir e/ou comer no chão.

Olha, e não é que existe mesmo?

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Na Livraria Bertrand. Esteve nas minhas mãos durante 5 minutos. Acabei por adquirir outros dois, um da minha sueca preferida e outro de autor português emigrado. Agora estou indecisa, ainda mais que a pilha de livros na mesinha de cabeceira cresce a olhos vistos...

É oficial

Depois de alguma demanda internetica, sem resultados que nos agradassem, eu dei-me quase por vencida e atrevi-me a sugerir que fizéssemos campismo, após 14 anos sem montar uma tenda nem andar com os tachos atrás de nós. E depois dum telefonema muito simpático e popularucho ontem à noite, ainda não vai ser desta que levamos as estacas, os tachos e a tenda que não chegámos a comprar. De campismo, só vai a rede.

Eu tenho o melhor Anónimo do mundo e mais além

Isto é de sua autoria. Digam lá que não é um miminho giro! É, não é?  (Apesar de nem tudo ser verdade, Anónimo. :P) "Na rede sem ninguém Anónimos e atrevidos Teclamos só os dois Descomprimindo dos dias vividos... Teclamos por tudo e por nada Aparvalhamos sem sentido Facilitamos a digestão Melhor que um "rennie" comprimido Sei-te as origens e o poiso  Sei-te o gosto musical Só ainda não percebi Porque ainda me tratas como um anormal Sei que gosta de ovos moles E Pudim Abade Priscos Sei que fugiste ao perfume de Cacia E preferes o cheiro dos Bispos Sei isso tudo e muito mais Muito mais do que possas imaginar Só não te conto tudo agora Porque tenho que ir lanchar (tal como ao almoço, aqui no Centro de Dia lancha-se cedo)"      

Cronologia fotográfica

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O princípio e o fim. Amanhã há mais.

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Haja paciência, porque o chapéu de palha já cá canta

Agora vou ali abaixo, passar as próximas 48 horas a ver umas flores e uns tabuleiros bonitos e volto já, já. Ok? (Ver se encontro um dos sócios da sociedade milionária, já agora...)

O que não dar de prenda a amigas do Bloco de Esquerda

Um bonsai. É uma planta atrofiada, porque recorda-lhes dos pés atrofiados das gueixas. E depois ela dá-vos restos p'ró jantar, pronto... O que me ri ainda nem tinha entrado lá em casa...  

Das últimas lá de cima

A minha prenda é uma caneca, comprada no Castelo de Edimburgo. Partida hoje. Colada amanhã. O que conta é a intenção, certo? Certo!

Sinal de alarme

Saio do local de trabalho para ir gozar a hora de almoço. Volto atrás porque me esqueci do livro. O livro ficou fechado na mala a hora toooooddaaaaaaa do almoço. Pela segunda vez, a Mrs . Dalloway corre o risco de se manter no móvel a apanhar pó...

Só para os interessados

Finalmente acrescentei mobília mais actual aqui ao tasco. Olhar para o lado direito do ecrã, se faz favor.  É possível que me tenha esquecido de alguma peça requintada. Se for o caso, as minhas mil desculpas antecipadas. Mais pedidos, sugestões e reclamações é favor enviar para o sítio do costume.  P.S.: Faltam-me ali meia dúzia deles, exactamente seis, mas trato deles após o jantar d'hoje, se regressar a casa a horas decentes. Não se apoquentem nem melindrem, que isto são só blogs!

E agora em que ficamos?

Somos egoístas, umbiguistas, individualistas e comodistas. E depois temos o reverso, porque também somos altruístas, generosos, prestáveis e humanitários. E depois há o ego, aquele diabinho que temos em cada um dos nossos ombros, o que decide o que cada um de nós quer ser em determinado momento...

Como se sabe que é altura de desistir de um livro

Quando ele tem 797 páginas e, depois de pegar nele na semana passada, ainda estou na página 76. Quando as palavras de ordem são crica e foda. Quando até o vim a ler no metro mas, ao chegar à esplanada para tomar o café e a 15 minutos de entrar ao trabalho, nem lhe pego. Quando trago o trambolho para o almoço mas nem o abro e prefiro ver as notícias do dia no Facebook, mandar mensagens, ver a meteorologia para os próximos dias, ver o Instagram, os blogues, os emails, a televisão e a telenovela.  E ele pesa para caraças.

Há sempre uma primeira vez para tudo

E eu não sou excepção. Pintei as unhas de verde.  Não foi verniz de gel. Amanhã vou dar uso à acetona.

Dúvida súbita

Clickar na palavra " like " no facebook é um vício, não é?

Estou quase, quase preparada para escrever um livro

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Eis a prova fotográfica do que acabei de redigir: (P.S.1 - Sim, eu sei que isto a vós não diz absolutamente nada. Eu é que nunca tinha escrito uma ata tão longa. Se tivesse que a manuscrever no livro de atas é que era obra...) (P.S.2 - Apercebi-me agora mesmo que saiu ali uma palavrita à moda do AO1990; paciência; agora fica assim...)