Há dias em que me sinto bastante desanimada quando chego a casa e atento no que entretanto se passou ao longo do dia. É que não consigo acompanhar em tempo real o rol astronómico de publicações blogosféricas que vão aparecendo. E isso faz-me sentir desactualizada. 'Tá mal!
Porque este foi blog foi descrito como sendo, e cito, "de uma infantilidade espantosa. Parecem criancinhas à solta numa loja de doces." , eu pergunto a vossas excelências que me lêem, que comentam, que por aqui passam silenciosamente: -Gostariam que este blog continuasse a ser "de uma infantilidade espantosa?" -Se sim, porquê? -Se não, gostariam que este blog fosse o quê ou de que género? Estejam à vontade, sim?
É ou não é verdade que o outdoor posicionado em frente ao Pingo Doce de Santa Tecla, que presentemente faz publicidade a uma marca de leite, muge, ladra e cacareja? E eu não estava sozinha quando hoje o ouvi, não senhor! Não foi nenhuma ilusão sonora!
...ainda ninguém se lembrou de começar a fazer negócio com ela, ou a taxar quem tivesse mais dela. Hmmm...ora aqui está um bom nicho de lucro para os nossos governantes espoliadores .
Esta irrita-me à brava! Gosto de ler as sinopses dum livro, aquelas que aparecem na contracapa. Agora expliquem-me porque é que quem os vende insiste em pôr a etiqueta do preço mesmo em cima desse resumo, tapando parte deste. Não haverá na contracapa um espacinho livre de texto onde autocolar o raio do papel com os números?
Se morressem agora, o que seria feito do vosso corpo? Eu já decidi e disso informei a família. Espero que tenham condições para cumprir com o meu desejo pós-morte e que nasça uma árvore por cima das minhas cinzas.
Eu não gosto de poesia Mas gosto da maresia da prosa De imaginar e fantasiar e deixar-me levar Por um mar revoltoso de palavras Ondas lexicais pujantes e catastróficas Obscuras mas subtis e consequentes Eu não gosto de poesia nem Do que as rimas me fazem trabalhar Muito menos de interpretações vagas Polivalências significativas Anseios pessoais e meras suposições Interpretações e conotações Eu gosto de prosa De ler de fio a pavio Noite e madrugada dentro Deitar uma narrativa ao meu lado Quando o meu mundo acorda E só aí adormecer a pensar
Quando era miudita quis ter um destes em casa. E tive-o....de peluche. Era um fofo! Acho impossível não se gostar de olhar, admirar, tocar, apertar, abraçar...
Está tudo tão sossegado por aqui, demasiado, que até oiço a camioneta do lixo a recolher o vidro do ecoponto e o barulho do cooler por baixo do portátil.
Ou estes não são considerados animais de companhia? E os hamsters? E as tartarugas, que fedem cumó diabo? E os periquitos? E os coelhos? Ou não há quem os tenha como animais de estimação, também? Mas será que a nossa reformada junior não tem mais nada em que pensar? Eu já vos disse que há uns tempos considerei a hipótese de ter um papagaio em casa? Depois lembrei-me do petiz, que já papagueia o suficiente (por enquanto; mais 2 ou 3 anitos e já não conta nada à mãe nem ao pai) e desisti.
A última pessoa que aderiu à minha lista de seguidores (palavra macabra, esta) tem um blog de natureza erótica. E alguns dos meus outros seguidores (assustadora) também. Um dia, também arranjo um assim, só para ver como é que é. Vão ver! E, quiçá, apelo ao vosso sentido de parceria e solicito a vossa participação como meus parceiros e minhas parceiras, no acto. Que tal?
Um destes dias o MQT assinalou o seu aniversário. E eu esqueci-me de o parabenizar no facebook . Tendo que me redimir de algum modo, por esta falha gravíssima numa era tão digital, encomendei online e adquiri o último do Astérix para lhe dar. Que acham? (P.S.: O filho e eu já lemos o livro, antes deste sair da livraria. Isto não se faz, pois não?)