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Irritações - XXIII

O facto de a revista Visão publicar, todos os anos, pelo menos um artigo sobre a costa vicentina, o sudoeste alentejano e certas praias ainda consideradas desertas. Eh pah, deixem lá a porra das praias em paz, pois assim elas deixam de estar ainda menos desertas do que já estão.  Como se hoje em dia qualquer jovem de 16 ou 17 ou até 70 anos não soubesse onde é a Carrapateira ou a Zambujeira ou a do Amado ou a ilha do pessegueiro! Arre que é demais!

É possível ler e escrever sobre peidos sem dar vontade de rir

Vejamos o que o Tolan partilhou sem nunca revelar qualquer sinal de que tinha uma enorme vontade de cair da cadeira por causa das gargalhadas.

Gostariam de me identificar na rua?

De dizer  "Olha, ali vai a Pseudo!"?  Se sim, eu dou uma dica. Se não, amigos à mesma.

Um aviso e um pedido

Vou abrir a caixa de comentários. Acabou-se a censura. Não me responsabilizo pela porcaria porca que pessoas porcas e mal educadas possam escrever. As pessoas bem educadas e limpinhas podem bater nos outros, dar-lhes de rijo, forte e feio até que os outros se fartem da própria porcaria. Os educados, unidos, jamais serão ignorados!

E agora um assunto sério

Eu ando um bocado lixada da vida. Todos os dias digo para mim mesma: "Pseudo Maria, é hoje". Mas passam-se as horas e o dia vai correndo e os afazeres são tantos e as distracções pouco menos que aqueles, que só quando chego ao final do dia é que me lembro da resolução matinal diária, que mais uma vez ficou por concretizar. E depois irrita-me profundamente esta inconstante característica: hoje faz sol, amanhã chove, no dia a seguir vai estar frio, eu calço botas, depois mudo para sabrinas, e volto às botas e em casa já ando de havaianas ou de pé rapado e olho para baixo e aflijo-me. Mas quando é que vai estar tempo bom, daquele bom, bom, mesmo bom, para marcar pedicure, e depois mostrar as unhas giras dos pés a condizer com as das mãos?

Dos pic-nics, suas variantes e o tempo no próximo domingo

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Um destes dias, estava eu na conversa com alguém a quem disse que havia um pic-nic agendado para o próximo domingo à tarde. Ali e naquele momento a pessoa faz logo um filme do caneco e dá-me a sua versão de pic-nic. Não, não envolve sexo bucólico. Ou melhor, se envolve, a pessoa nem sequer mencionou essa parte. Mas se calhar até envolve. Bem, adiante...Envolve, sim, uma caminhada longa e fatigante, interrompida por uma refeição para retemperar forças. Ora, a minha versão dum pic-nic tem muito pouco, ou mesmo nada, a ver com a versão dessa pessoa. Para mim, um pic-nic é pura e simplesmente uma refeição que se faz ao ar livre, composta por alimentos confeccionados em casa, trazidos de casa. Os alimentos são transportados para fora de casa e a mesa  é colocada no chão ou numa pedra ou num local que já exista para esse efeito. Mesa essa que deve ser decorada com uma toalha aos quadrados, de preferência vermelha e branca, mas não obrigatoriamente destas cores ou com este padrão. O...

Segredos - XXV

Eu sei coisas acerca de mim própria que mais ninguém sabe. Isto sim, é um verdadeiro segredo!

Parabéns à São e ao Martim

Ela faz hoje a idade que eu farei daqui a 72 dias. E ele faz hoje a idade que eu tinha há ...deixem cá ver....hmmm...fazendo as contas...bem, são muitos dias, mesmo.

E então, não se fala destas vitórias benfiquistas?

2 de Junho de 2013 Benfica: campeão europeu de hóquei em patins Benfica: campeão nacional de juvenis, em futebol

Irritações - XXII

Ser eu a condutora e mandarem bitaites sobre onde eu deveria ter estacionado ou por onde deveria ter ido. Se eu não perguntei, é porque me apeteceu fazer daquela maneira, não é? Porque raio é que depois da coisa feita, ainda têm que dizer isto ou aquilo?  Aconteceu duas vezes este fim-de-semana. Da primeira vez, em plena avenida Lourenço Peixinho, parei o carro, saí e dei o lugar do condutor ao outro passageiro adulto. Da segunda vez, estacionei no parque mais próximo do destino e refilei com o adulto que ia ao meu lado, que não era o mesmo adulto da primeira vez, e que após a refeição, retomou a conversa pré-almoço. Mas que mania irritante a dos homens de comentarem a condução das mulheres. Se não gostam, peguem eles no carro, ora. Eu adoro conduzir mas não me importo nadinha que conduzam por mim!

Hoje recebi um presente, antes das 9 da manhã

Um destes dias, estivemos a trocar impressões sobre a ocupação dos tempos livres pelos jovens de hoje e os jovens de há 30 anos. Eu, portanto... Disse-lhes que era frequente eu coleccionar. Coleccionar coisas, coleccionar latas de refrigerantes, calendários de bolso, autocolantes dos mais variados tamanhos, cores e formas, e santinhos. Sim, santinhos...aqueles bocadinhos de papel com a imagem de um santo, uma oração qualquer e propaganda religiosa. Também lhes disse que a única colecção que ainda existe desses tempos é a dos calendários de bolso. Tenho, em casa dos meus pais, a apanhar poeira, várias pastas de arquivo com micas de bolsinhos, com calendários desde a década de 30 do século passado. Adivinhem lá então o que é que um rapaz de 16 anos me ofereceu e eu não pude recusar, por parecer falta de respeito para com o catraio.

Ele há com cada uma!

Então não é que ando a ser gozada desde terça-feira (ok, já há quase um mês, mas esse assunto não é para aqui chamado) por andar de torradeira azul na mão e/ou na pasta, donde a tiro, à torradeira, de cada vez que mudo de turma? Não foi para isto que ele foi criado? Para ser usado na escola? Tenho lá culpa que o irmão mais novo e a prima e a professora da sobrinha não lhe tivessem dado o uso devido? Então....quem não tem cão, caça com gato, não é o que se costuma dizer? E tem servido para os gastos!  Tenho, contudo, a sensação que os meus dedos cresceram um bocado, pois não é fácil acertar nas teclas correctas.

Curvas e carros

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Num intervalo de 20 minutos, à entrada da A11, numa curva, vi um renault clio a dar a volta, depois de ter feito um peão e ter ficado virado na minha direcção. À saída da mesma A11, também numa curva, vi outro renault clio de pneus para o ar, já na berma e o seu condutor de pé, ao telemóvel. Ambos jovens. Enquanto isso, ouvia na rádio que à entrada da A7, entre Guimarães e Famalicão, outro carro, não sei de que marca, tinha tido acidente. Mas será que esta gente não se apercebeu de que estava a chover, que a estrada molhada não era uma ilusão de óptica? 

Don't ask why!

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É oficial! - II

Fiquei sem o meu rico portátil, do qual me querem manter afastada durante um mês, previsivelmente. Bendito Magalhães que tão útil vai ser nas aulas, finalmente!

O dia nem está a correr muito mal

...para quem, ao contrário do que é habitual às segundas-feiras, está a passá-lo em Guimarães.

Os tomates da sogra

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A minha sogra tem muitos tomates na horta dela. Normalmente, são dela os que comemos no verão, nas saladas, e os que usamos para cozinhar. Sim, uso o verbo no plural porque eu não sou a única pessoa a cozinhar, tarefa que faço por obrigação. O Mqt fá-lo por gosto, quando está p'raí virado e sai sempre bem. Adiante... Hoje fui eu que cozinhei o almoço e cozinhei isto: favas estouradas com carne de porco, cozinhado em lume brando durante pouco mais de 2 horas.   Não sendo a fotografia a do nosso almoço, este não ficou muito diferente do prato da foto. E sim, as favas são (foram) as da minha sogra. Estavam uma delícia, modéstia à parte! E ela veio atrás. E veio muito bem!   -E os tomates da sogra? - perguntam vocês.  -Estão a amadurecer. - respondo eu. - Dou-lhes mais um mesito, talvez...

É oficial! - I

Os bloggers que eu sigo, e alguns que eu não sigo, andam a escrever tanto, mas tanto, demais até, que eu não consigo acompanhar o ritmo de leitura. Quanto mais comentar tudo e todos. Eu ainda chamava palhaço a alguém e depois tinha a AABILCIE ( Alta Autoridade da Blogosfera que Impõe Limites no Chamamento de Impropérios Engraçados ) à perna...

Ruby, Eva, Jamal, Tito and the rest of the gangs

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O CASO DA PEQUENA ESTUDANTE NEGRA, RUBY BRIDGES New Orleans, 1960: embora o governo Federal Americano garantisse o acesso dos negros às escolas de brancos, a realidade local era outra. Ruby Bridges, uma menina negra de 6 anos de idade, destacava-se intelectualmente e por isso uma associação procura a família Bridges para que ela seja uma das primeiras crianças negras a estudar numa tradicional escola de brancos. Mesmo receosos, os pais autorizam, mas agentes federais tiveram de acompanhar a menina à escola, dado que os protestos eram diários e o preconceito racial estava no auge, mesmo nas escolas. A sua sorte foi ter encontrado uma professora branca que a protegeu. Ruby Bridges é um ícone especial do movimento pelos direitos cívicos dos negro afro-americanos. No livro “Through My Eyes” é contada a história em primeira mão de como era ser uma criança negra de 6 anos em Nova Orleans, Louisiana, onde morava. Em 1954, ano em que Ruby nasceu, o Supremo Tribunal dos...

Estive na conversa

Com o meu Mano.  Continua parvo e com tendência a piorar. Há coisas que nunca irão mudar! Sim, isto é um elogio. Eu sei que não parece, mas é.