Vou recorrer às sábias palavras de José Régio para sem pudor partilhar o desejo que carrego no peito:
Num impudor de estátua ou de vencida, coxas abertas, sem defesa... nua ante a minha vigília, a noite, e a lua, ela, agora, descansa, adormecida.
Dos seus mamilos roxo-azuis, em ferida, meu olhar desce aonde o sexo estua. Choro... e porquê? Meu sonho, irreal, flutua sobre funduras e confins da vida.
Minhas lágrimas caem-lhe nos peitos... enquanto o luar a numba, inerte, gasta da ternura feroz do meu amplexo.
Cantam-me as veias poemas nunca feitos... e eu pouso a boca, religiosa e casta, sobre a flor esmagada do seu sexo.
Ai se eu tivesse pelo menos feito a 4ª classe e soubesse escrever assim... ;)
A última pessoa que aderiu à minha lista de seguidores (palavra macabra, esta) tem um blog de natureza erótica. E alguns dos meus outros seguidores (assustadora) também. Um dia, também arranjo um assim, só para ver como é que é. Vão ver! E, quiçá, apelo ao vosso sentido de parceria e solicito a vossa participação como meus parceiros e minhas parceiras, no acto. Que tal?
Parece que é desta que vou passar um dia inteirinho (até ao final da tarde, vá...) na cidade do Porto. A ir no pouca-terra, pouca-terra e a andar por lá a pé. Com farnel às costas, protector solar, óculos de sol e sapatilhas para subir à Torre... ( Ness e tripeiros e tripeiras e NM (abrir parêntesis dentro do parêntesis para botar a língua de fora à NM) , que me lêem: eliminem lá essa ideia das francesinhas, que ninguém mas vai pagar nesse dia :P).
Para mim desejo uma refeição leve.
ResponderEliminarDispenso a entrada.
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Papos de Anjo com ananás dos Açores;
"Duas Quintas" Tinto Reserva 2011
Café e Aguardente Adega Velha
E depois um ligeiro passei a pé e uma boa noite de sono.
Pode ser?
Pode ser, Anónimo.
EliminarVou recorrer às sábias palavras de José Régio para sem pudor partilhar o desejo que carrego no peito:
ResponderEliminarNum impudor de estátua ou de vencida,
coxas abertas, sem defesa... nua
ante a minha vigília, a noite, e a lua,
ela, agora, descansa, adormecida.
Dos seus mamilos roxo-azuis, em ferida,
meu olhar desce aonde o sexo estua.
Choro... e porquê? Meu sonho, irreal, flutua
sobre funduras e confins da vida.
Minhas lágrimas caem-lhe nos peitos...
enquanto o luar a numba, inerte, gasta
da ternura feroz do meu amplexo.
Cantam-me as veias poemas nunca feitos...
e eu pouso a boca, religiosa e casta,
sobre a flor esmagada do seu sexo.
Ai se eu tivesse pelo menos feito a 4ª classe e soubesse escrever assim...
;)
Anónimo, o Anónimo sabe que eu não sou grande (nem pequena, vá...) apreciadora de poesia, não sabe? Mas ok, fica registado o seu pedido.
ResponderEliminarEu gosto de poesia mas prefiro os " mamilos roxo-azuis" ou até morangos, vá...
EliminarExcelente ideia para o seu bolo de anos, Anónimo.
EliminarUm pseudoblog com fundo decente.
ResponderEliminarFica o pedido registado, MG :)
EliminarEu sei que era ontem, mas atrasei-me: 2-0 prós da casa, no domingo :P
ResponderEliminarAtrasaste-te? Não registo o pedido, olha que caraças. Viesses ontem...enfim, Ness!
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