Mensagens

Porquê nr. 5

Porque é que os livros do Daniel Silva, americano luso-descendente, contêm parágrafos iguaizinhos em conteúdo de uns livros para os outros? É que dá uma sensação de dejá-lu tremenda e dou por mim a pensar "Mas onde é que eu já li precisamente isto?" (Nota: já não devem faltar muitos para eu terminar a série "Allon".)

O meu primeiro e-book

Lido na íntegra no tablet : The Valley of Fear, by Arthur Conan Doyle .  Surpreendeu-me eu ter conseguido lê-lo até ao fim naquele gadget . Continuo a achar o livro tradicional mais confortável, tanto para as mãos e braços como para os olhos. Contudo, já descarreguei mais cinco deles para as férias, a fim de evitar mais peso e volume na já imensa tralha que levaremos connosco brevemente lá para aqueles lados.

Porquê nr. 4

Porque é que as personagens de certas séries, e filmes com sequelas, são encarnadas por actores e actrizes diferentes quando afinal as pessoas escolhidas originalmente até estão vivas e de boa saúde? É que toda a gente envelhece e nem todos os Bonds ou Bournes vestem da mesma maneira a sua personagem. Estes também têm o direito a morrer, não?

Algo belo: as minhas preferidas de sempre

Imagem

Porquê nr. 3

Porque é que os planetas são redondos? E quantos é que já foram descobertos até à data? E será que os seus habitantes falam inglês, como acontece nos filmes e séries americanos?

Porquê nr. 2

Porque é que, apesar de levar a cabo imensas atividades online , umas mais prazenteiras do que outras, umas mais por obrigação profissional do que por necessidade, e depois de já estar há tantos anos em linha (esta tradução faz-me arquear e contraír as sobrancelhas) e de já ter estado viciada em certas coisas, eu não sou adepta do facebook (que continuo a consultar com pouca frequência e com objetivo muito claro e de curta duração)? (Até já consulto o 9gag diariamente, mas aquela rede social é que não me cai no goto!)

Hoje começa a série dos "Porquês"

Porque é que certos batizados duram quase o mesmo que certos casamentos e o ritmo a que são servidos os diversos pratos é tão, tão desesperantemente moroso que até dá para adormecer à mesa?

Das farmácias e de uma farmácia em particular

Não sou cliente assídua de farmácias, felizmente, pois não tenho quaisquer razões de saúde para o ser. Nem os meus. Visito esporadicamente a que estiver mais próxima e que me permita atenuar a maleita temporária que nos tenha atingido. Não tenho qualquer razão para reclamar sobre qualquer farmácia ou profissional que me tenha atendido nas de Braga: normalmente são simpáticos, prestáveis, rápidos e lá fazem o sorrisinho da praxe, uns mais espontâneos do que outros, quando agradeço e nos despedimos. Mas a verdade é que o atendimento na farmácia da minha aldeia, onde tive que ir há dois dias, supera em qualquer parâmetro de qualidade, o serviço prestado nestas farmácias citadinas. Quando lá cheguei, as duas profissionais estavam ocupadas cada uma com o seu cliente, ambos já com uma idade bem afastada da minha. "Bolas, azar, isto agora vai demorar e nunca mais saio daqui", pensei eu com os meus botões. É verdade que esperei uns bons 10 minutos. Mas quando chegou a minha ve...

E hoje espera-me isto

Imagem
Uma voz bela, a cantar uma música que me acompanhou durante muitos anos em certas andanças: It brings back memories!

Leituras de praia

Imagem
Ontem fomos lá, pela primeira vez este ano. E todos levámos livros para ler. Deixo-vos as capas dos três que nos acompanharam, bem como duas adivinhas. 1) Quem levou que livro? 2) Quem não pegou no livro que levou? Fácil, facílimo...

Rua do Barril

Imagem
É como os conterrâneos mais antigos, como o meu pai, lhe chamam, pois fica na zona ribeirinha onde há muitos, muitos anos os barcos que navegavam no rio atracavam com a mercadoria: vinho, peixe e o que fosse necessário transportar.  Contudo, a placa indica Rua de S. Bento, que a determinada altura, sendo pedonal, desemboca em três vias, também pedonais, dando acesso a três zonas diferentes da minha cidade-natal. Está muito bonita, cheia de gente, de fora e de cá. E uma torra insuportável no momento que vos escrevo. Está-se mesmo bem à beira-rio, debaixo das sombras que as árvores frondosas ajudam a desenhar na relva.

O que me espera hoje à noite

Imagem

A tia do Homem-Aranha está cada vez mais nova

Entre outras incongruências, a do título é notória. Mas é um bom filme de entretenimento, sim senhora, numa sala toda XPTO, com um som surrounding à maneira e uma tela ginórmica. Ainda mais quando 2 bilhetes nos custaram 5 euros. Quanto ao filme... bem, é baseado numa personagem Marvel e pouco mais há a dizer: acção inverosímel protagonizada por um puto entediado que só quer ser visto e mais de duas horas que passaram num ápice. Recomendo que tenham paciência para ver a ficha técnica até ao fim. E dizer mais, seria um spoiler-alert . Vá, ide...

Pré e pós-treino de Julho

Isto de ter mais 3 jovens, todos rapazes, em casa durante um par ou trio de horas tem a sua piada. Após o treino, parecem leões famintos, um mais do que os outros, por sinal, o que normalmente habita esta casa. E basta olhar para se notar as diferenças físicas neles todos. Será assim até final de Julho. Não está mal, não senhora.

O primeiro baile

Daqueles onde se vai com roupa fina, mais formal do que a do dia-a-dia. Claro que sendo quem é e sendo fiel aos seus gostos, o rapaz não escolheu nada de excepcional, tendo ido bastante bem e confortável, de calções e sapatilhas. Qual blazer, quais calças! São 15 anos, não são 25! Já as meninas, como era expectável, capricharam na indumentária, no penteado e na maquilhagem. Segundo o rapaz, estavam todas bonitas. As poucas que eu vi, quando o fui levar ao sítio (também ele encantador, mais do que nas fotos online ), estavam realmente deslumbrantes. Mas ainda não consegui que me dissesse qual a mais bonita delas todas! 'Tá difícil tirar nabos da púcara! Aconteceu ontem, tendo terminado hoje às 03:20 com a chegada a casa. Bastante cedo, segundo a perspectiva dele. E fotos? Pois, "mais daqui a bocado", dito pela primeira vez antes das 11 da manhã. Contudo à hora a que vos escrevo, ainda não me mostrou nenhuma! O conceito temporal "daqui a bocado" dele ...

Ratio de 7 para 1

Sete adultos e uma adolescente, a cumprirem com os procedimentos inerentes a uma PEF, espalhados por 4 salas e um corredor. Se isto não for um desperdício de recursos humanos, tempo, espaço e papel, não sei o que será. Ainda mais quando se antevê que a rapariga esteja lá em Setembro, a frequentar o mesmo ano que agora tenta fazer por via excepcional , como já lhe chamaram.

Colhões de galo

(Bem, se a minha homónima Susana e a NM podem, eu também posso.) Comem-se como um manjar dos deuses, na devida altura do ano. O meu sogro costuma tê-los e partilha-os com os restantes elementos da família. São dos mais propícios à engorda, mas que se lixe tal efeito, pois são saborosos. Trincá-los dá um grande prazer e dão azo a marotices, como podem ler. E agora vá, para aquel@s de vós que não sabem do que falo, vão googlá-los , sim?

"Correu bem"

À excepção da disciplina de História, ao longo deste ano lectivo, a resposta à pergunta "Como é que correu o teste?" foi, invariavelmente, o título. E hoje não foi diferente. Venha o próximo, na próxima terça-feira. E com esse sei que o rapaz também não vai stressar . Hoje de manhã, antes de sair, era a descontração em pessoa. Como eu o invejo se me recordar dos meus tempos de escola aos 14 / 15 anos em diante!

E o verão ainda não começou

Água e fogo: os elementos primordiais à vida, desde que esta existe, os que nos permitiram evoluir nestes milhões e milhões de anos, são também dos elementos mais letais e que em segundos tiram o que até ali proporcionaram. Há algo de muito errado em tanta coisa...

Manias cá minhas

Quando o jovem não usa os transportes urbanos desta cidade (que está bastante bem servida deles, na minha opinião de não-utilizadora), o serviço de taxista cá de casa é maioritariamente assumido por mim. Se inicialmente o meu compromisso era para com dois  passageiros , o nosso jovem e o amigo R., ao longo deste último ano, ou melhor, época (desportiva) de 2016/17, o seu número aumentou em 100%, ou seja, passei a transportar quatro e a levá-los aos respectivos domicílios. Sempre me questionei quem seriam os progenitores dos outros dois jovens, pais e mães, adultos que nunca se dignaram a vir conhecer quem lhes leva os filhos a casa. Eu sei que se fosse ao contrário, eu viria à rua para, ao menos, ver a cara d@ taxist@. Manias!