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Derby minhoto (bracarense, na verdade)

Hoje sim, foi um jogo renhido, taco-a-taco! Hoje deu prazer ver as duas equipas jogarem, equilibradas, com garra; mesmo que nenhum dos treinadores tenha rodado todos os jogadores. Perfeitamente compreensível, tendo em conta o que estava em jogo. Perdemos na casa deles , tal como eles tinha perdido na nossa casa, pela mesma diferença de golos. E as bancadas, santo ambrósio? Ao rubro! As mães deles faziam a festa, atiravam os foguetes, treinavam da bancada para o campo...ui! Quando chegarem todos a séniores, os deles e os nossos , vai ser explosivo!

A culpa é do Benfica - mais um post pessimista

O ano não começou nada bem. Senão vejamos: - mortes, por causas diversas, continuam; - as urgências hospitalares estão entupidas; - as telenovelas bancárias são primeira página de jornais; - o serviço de entrega e distribuição de correspondência, via CTT, vai de mal a pior; para não falar do tempo de espera cada vez que se entra numa estação; - os preços em geral, como é tradicional, estão mais altos do que há 9 dias; - os carros estacionados aqui na vizinhança aumentam, diminuindo o número de locais para estacionar; - não tenho nada novo ou estimulante para ler, de momento; - o nosso filho continua com maus hábitos, de trabalho e de higiene; - a embraiagem de uma das duas viaturas do agregado familiar foi à vida; - o tempo soalheiro não ajuda a que os produtos agrícolas se desenvolvem no tempo e ritmo certos; - não me apetece descobrir fontes de informação (vulgo blogs) novas; - sei que a minha médica de família vai arreliar-me (e com toda a razão) e eu não g...

Indecisões literárias

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Após a habitual troca de presentes natalícios, não consegui, durante algumas horas, decidir o livro a ler: se um antigo que mora nas minhas estantes, duma inglesa chamada Susanna Clarke; se um da italiana e sobejamente na moda Elena Ferrante (seria estreia absoluta com esta autora) oferecido pela minha tia-madrinha; se um dum já velho conhecido português residente na Holanda que ofereceram ao meu pai. Um beijinho e um abraço a quem adivinhar qual foi a escolha óbvia...

Vai uma aposta?

Aposto em como já há imensas apostas que apontam para o dia de falecimento do cidadão Mário Soares. Eu cá aponto para o dia 31 de Dezembro deste ano. Com 92 anos e problemas de saúde, afinal o que é que se espera ouvir destes vastos boletins diários? A sério, não há paciência.

Um slow dos anos 80 na segunda década do século XXI

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Digam lá se a sonoridade inicial não vos faz lembrar todos aqueles slows que dançaram bem agarradinhos na década de 80 ...ah pois é! Apaixonei-me por esta logo à primeira nota. E o 1:07, com aquela mudança de timbre, é excelente. Escusam de ver o vídeo, basta a música.

Mais um

FELIZ NATAL PARA TOD@S ,  COM SAÚDE , DESCANSO, CALORZINHO   E AMIZADE. Até breve!

O meu novo actor favorito

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Mais um a quem a passagem do tempo só está a fazer bem...e o seu Sherlock Holmes assenta-lhe que nem uma luva. Já o sorriso do seu Stephen Strange é de babar!

Gabriel Allon

É o meu novo herói literário: judeu de meia-idade, casado, cabelo grisalho, porte atlético, atento e atencioso, agente dos serviços secretos israelitas, amigo do "American establishment", restaurador de obras de arte, exímio no planeamento de atividades de espionagem. Nem sempre capaz de cumprir promessas. E é esta uma das razões que o torna normalmente imperfeito.

Pergunta dirigida às leitoras que usam soutiens

(Mas as que não usam e os leitores também podem responder.) O que é que vocês fazem aos soutiens velhos que já não usam mais? Aceitam-se sugestões para exterminar o conteúdo daquela gaveta cheia de "tralha" para as mamas.

Estou chateada, pois claro que estou

Já estou saturada de, numa certa superfície comercial, ver o mesmo papel de embrulho, alusivo à próxima época festiva, há imensos anos: ou vermelho ou dourado, assim com uns desenhos fatelas. Mas será que ninguém naquela empresa tem criatividade suficiente para criar algo diferente, que não inclua uma fêmea bamboleante que já cansa a vista?

Compras por impulso

Vejo, gosto, apetece-me, pondero, posso, compro. É muito assim. Daí não ser grande fã das várias épocas de saldos e promoções nem ter paciência para andar a percorrer quinhentas lojas à procura do mesmo tipo de artigo. Seja roupa, livro, víveres, artigos para a casa ou Legos. Legos...pois. Bastou cruzar-me com um certo amigo viciado neles, já eu estava de saída do hipermercado. Demos dois dedos de conversa e foi o suficiente para dar meia volta e os três -, eu, o meu amigo e o amigo dele - trazerem três caixas iguais pelo preço de duas. Não há coincidências mesmo que eu tenha sido impulsiva!

A primeira vitória: 24 - 22

Em casa , para gáudio dos progenitores presentes. "Aleluia!" - disse eu ao treinador, entre outras coisas que ouviu também de outras pessoas. Já o rapaz saiu amuado, pois, apesar de ser titular, saiu antes do intervalo sem nunca mais regressar; e o que jogou, não (lhe) agradou. É a vida. Há que fazer por ela! No próximo domingo, vamos ali a Marrocos .

Luz de Ferro e Céu de Chumbo

Longe de serem temáticas que me agradem - as grandes guerras mundiais do século passado e o Nazismo, visto da perspectiva de um elemento nazi algo revoltado com o sistema que integra -, são temas que qualquer alun@ de nono ano tem que estudar. E este ano o jovem adolescente aqui de casa tem que ler na íntegra uma das duas obras mencionadas no título. Eu já li os dois livros, o primeiro mais rapidamente que o segundo. E continuo a não gostar do tema. E se quando li o primeiro, achei que não era livro adequado à faixa etária do rapaz (e aqui entraríamos noutra discussão tão ou mais interessante: o que é que é adequado a uma pessoa de 14/15 anos ler? quem decide o que é adequado? porquê o tema X e não o tema Y? porque é que (não) é adequado, afinal?), nem sequer tema que lhe interesse, então o segundo ainda muito menos. Apesar de toda a violência que os adolescentes visionam hoje em dia, creio que é necessário ter alguma imaginação, aos 14/15 anos, para conseguir recriar na me...

Domingo vou jantar ...

...salada de grão de bico com atúm, ovo e salsa e de certezinha comer pudim de ovos à sobremesa! (A primeira vez que tal acontece em 44 anos de vida.)

84 anos de vida

Cheia, sofrida, alegre, dogmática, conflituosa, teimosa, persistente, intolerante, divertida, sociável, resignada. Apanhou-me um dia a fumar à sua varanda. Não me viu com o cigarro, mas sentiu-lhe o cheiro. Há momentos que não vou esquecer. Vai como gostava de andar: bonita, com cabelo impecável e ar sereno. E um terço rendilhado nas mãos, símbolo de algo que eu deixei de entender há muitos anos.

Lembrei-me, por causa do Pedro

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Digam-me lá se estes dois Senhores não têm parecenças físicas; será que é só dos meus olhos?

O penico do céu

É, hoje a cidade faz jus à fama. Irra que não se pode sair à rua! Entretanto, descobri (também) hoje que tenho uma piscina municipal à porta de casa, a cinco minutos a pé. Vamos ver no que vai dar...

Da última leitura, que decorreu em 3 noites

Livro escrito a três vozes, femininas, a saber: - a alcoólica desequilibrada que finalmente vê a luz; - a amante traidora que se transforma em esposa traída; - a amante assassina que acaba assassinada. Pelo meio, há homens atraentes, bem-parecidos e com muitos segredos escondidos. Francamente, gostei! Mas não quero ver o filme, senão as imagens que criei, esvair-se-ão num ápice!

Ovelha à solta

Ontem, pouco antes das oito da noite, uma ovelha lanzuda, gorduchinha e a balir, cruzou a estrada - movimentada e localizada numa zona residêncial - mesmo, mesmo à minha frente. Porque o seu sentido de orientação não me pareceu que fosse bom, apeteceu-me parar o carro mesmo ali, no meio do trânsito, aproximar-me dela, pôr-lhe a mão no lombo e dar-lhe uns empurrõezinhos para poder regressar ao seu pasto verdejante que não ficava nada longe. Isto de viver numa cidade rural tem os seus momentos caricatos.

Queijo, presunto e outros petiscos e a relação com um jogo de andebol

Guimarães, hoje, num dia de calor incomodativo. Jogo de andebol, que perdemos novamente, por uma diferença de 9 golos. Menos mal. Claques e adept@s em número equilibrado, sendo que as adeptas foram mais barulhentas que os adeptos. Dois árbitros em campo, um melhor do que o outro, que apitavam por tudo e por nada. Adeptos acirrados e em consonância, em relação aos árbitros, à medida que o jogo se aproximava do final. Um destes árbitros, algo atarracado e bem entroncado, com um volume abdominal considerável, ouviu muito do público adepto de ambas as equipas. Ouviu o que quis e o que não quis e possivelmente não gostou. As adeptas da outra equipa perguntaram várias vezes, estando a equipa delas a ganhar, quantos presuntos é que a nossa equipa lhe deu (O que diriam se estivessem a perder...). Mas a melhor de todas foi um dos nossos adeptos tê-lo apelidado de "queijo limiano". É que era tal e qual: redondinho, volumoso e de cor alaranjada / avermelhada.