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Ai estou muito indecisa, a sério

Não sei se pegue no do Tintin, num outro do Nesbø ou se no da dupla masculina.

Ai é verdade!

Já estava a esquecer-me : este tasco abriu hoje há 10 anos. É muito tempo a disparatar, é! Mas antes isto do que pagar terapias de natureza estranha!

Então? Molharam-se muito hoje?

Eu nem por isso. Consegui escapar à chuva, ou dentro do carro ou dentro de portas. Melhor assim, pois nem de guarda-chuva precisei.

Um grosso nevoeiro

Capaz de afastar das estradas nortenhas transmontanas os condutores mais sensatos. Podíamos ter escolhido fim-de-semana meteorológico pior do que este? Se calhar, até podíamos, pois ainda não começou a nevar. Nem deu para apreciar devidamente os montes! De resto, as encomendas vieram todas!

Pré-aviso sobre 2ª feira

Está quase, quase a chegar! Ando a contar os dias! O que vale é que os próximos dois vão voar e chegará o dito cujo!

E agora algo bonito, para variar

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Estou apaixonada por esta música da Mariza e em especial por esta versão, que faço questão de ouvir bem alto no carro. Arrepio-me toda e não consigo evitar um lacrimejar. E nem sei porquê...

Então, Pseudo Maria, o que fazes no próximo fim-de-semana?

Olhem, vou ali e já volto, com 20 quilitos de alheiras. Cousa pouca... Só não trago a posta, porque pretendo comê-la in loco . E se houver pão quentinho à hora de saída, também marcha!

A Pseudo responde ao Pipoco

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Não quero, não quero, não quero!!

O Harry Hole morreu. O Harry Hole morreu! Eu não quero acreditar que o Harry Hole morreu. E tive que ler aquelas páginas finais três vezes para confirmar que o Harry Hole morreu. O Harry Hole morreu baleado pelo Oleg, o filho. E eu não contava com este final, que me diz que o Harry Hole morreu. E duma forma egoísta pergunto-me o que mais vou ler do Harry Hole que afinal morreu, cheio de cicatrizes, mas de alma liberta. Diz o livro, que eu ainda não acredito que o Harry Hole morreu às mãos dum assassino toxicodependente a quem chamava filho.

Sabem o que acontece a um ovo quando coze demasiado, sabem?

Pois, fica preto: a casca bege torna-se preta, a clara branca torna-se preta e a gema amarela torna-se preta. Pude constatar tal ontem. Já o tacho poderia ter ficado em pior estado, podia. Mas felizmente não ficou! Já a cozinha ficou com um cheirinho pouco usual...

Dúvidas, só dúvidas

Este ano um dos cunhados demonstrou desejos de ter ido à Comic Con . Eu também gostaria de lá ter ido. A cunhada respectiva gostaria de ir dar uma passeata ao Gerês. O MQT também gostaria de lá voltar brevemente (como se não conhecesse a zona com as pontas dos pés). Está visto o que é que pode acontecer no próximo ano, n'é? A dúvida vai ser: com quem vai o rebento que está para nascer? com o pai ou com a mãe? agasalhado ou disfarçado?

A doença do beijinho

...foi apanhada pela filha dum primo distante da minha avó, que lhe telefonou  - o primo à minha avó - e, entre outras coisas, relatou-lhe que a filha "doente" só se curou da doença do beijinho à base de chás e comprimidos. Diz-me ela: "Já viste a porcaria que é beijar alguém na boca? Fazer como fazem os da televisão, na casa do putedo, que até a língua enfiam na boca do outro? Uma pouca vergonha! Não sabem que podem apanhar doenças?" Como é costume, eu coloco-lhe perguntas que a incomodam. Pergunto-lhe se ela nunca tinha beijado o meu avô, de quem engravidou 4 vezes e teve 3 filhos. Ao que me responde: "Eu dei beijos ao teu avô, mas nunca o beijei na boca." Pergunto-lhe se ela acha que eu e os filhos dela não beijam os seus parceiros na boca e até misturam língua com língua. Ao que me responde: "ò filha (de vez em quando esquece-se que eu sou a neta e não a filha) , tu já viste se ele te passa alguma doença através da boca?". Depois de esgr...

Não sou só eu, pois não? Bem me parecia

Não sou fã da Adele. Ponto. Reconheço-lhe a voz agradável, uma figura cheínha agradável, uma cara larocas. Admito que saiba cantar. Quem sou eu para a julgar nessa área, pois se nem sequer cantar "Parabéns" eu sei, sem desafinar ou mandar ali uns agudos com voz de cana rachada. Ok, ela é boa cantora, pronto, já disse. Mas eu não consigo gostar do que ela canta, pois soa-me tudo ao mesmo: lamurias atrás de lamurias. E sabem o que eu digo quando oiço aquele "Hello", sabem? Respondo imediatamente "Hi!". Está a tornar-se pavloviano.

Somos um bando de ignorantes, é o que é

Eu nunca tinha ouvido falar de Shawn Mendes. Eles nunca tinham ouvido falar dos Monty Python. Até hoje. Ambas as partes aprenderam alguma coisa. Foi giro. E depois o filme...oh, o filme! Tenho pena de não o poder mostrar aqui. A sério que tenho!

Deviam ser proibídos!

Que me desculpem @s proprietári@s destas viaturas, mas é o que eu sinto cada vez que vejo uma caixa volante daquelas. E porque é que sinto isto? Passo a explicar: a qui, na vizinhança, há 3 viaturas do género, da mesma marca. Não há dificuldade de estacionamento, pois a zona ainda dá para todas as pessoas estacionadoras ( que é??) e caso não desse, temos as garagens. O que acontece é que, quando aqui chego ao final do dia, e quero estacionar mesmo à porta de casa (sim, é possível; não posso querer isto, já agora...), já lá está encafuado, entre duas viaturas de tamanho normais, a dita cuja caixa de 4 pneus. É que uma pessoa vai-se aproximando daquele lugarzinho, toda esperançosa porque durante centímetros de asfalto pensa que não há ali nada a não ser um vazio, e ...pimba! Está lá aquela coisa, toda estacionada para a frente! E eu digo sempre, mas sempre, a mesma coisa: "Estúpido! Deviam ser proibidos!". E quando não digo, penso isso, o que vai dar ao mesmo. Detesto Sma...

Da vizinhança

Posso dizer que o elemento mais barulhento da vizinhança é bastante pontual. É sagrado: a partir das 10:30, nocturnamente (que é? não posso usar uma palavra estranha?) , é ouvi-lo a testar os pulmões com a força toda. Faz-me pensar que estão a torturar a criatura que tem meses de existência. Devo chamar a polícia, sei lá...? Não seria a primeira vez, nem a última, certamente. Há mais a caminho, no prédio, pelo menos mais um. Daqui a uns anitos dá para abrir uma creche, dá.

Já cá cantam mais dois

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...nórdicos: o último do Nesb ø, O Fantasma (bem adiantado, por sinal; devo terminá-lo ainda esta semana), e uma estreia duma dupla masculina que se denomina eric axl sund.    Não me falta que ler nem que escrever, não. Mas quanto a esta última tarefa, não é assunto para este canto de escrita. P.S.: É verdade! Já fizemos a á rvore de natal e pendur á mos umas coisicas aqui e acolá pela casa. A ver quantos meses dura esta decoração natal ícia...

Domingo de manhã

Depois de algumas horas exageradas em posição horizontal, intercalando actividades de natureza variada, acorda-se com um sol resplandecente, luminoso, que aquece não só o quarto, a cama mas também a alma. Cada vez mais gosto deste canto, onde o ritmo do dia-a-dia é lento, onde os barulhos citadinos quase não chegam. E a cidade tão perto, ali ao lado. Ontem demorei 8 minutos a regressar a casa, desde o local onde apanhei o autocarro, pois fiz questão de o apanhar em vez de telefonar ao meu condutor pessoal, até ao ponto de saída, a menos de 500 metros de casa. Tão boa, a tarde!

Ao cuidado d@ Provedor@ da blogosfera

Tendo em conta que estamos em época de propostas de lei e sugestões de funcionamento e patatipatatá, que tal a ideia de se estabelecer um horário de funcionamento disto dos blogs, do tipo, 9-to-5, 5 days a week? Sei lá, era só uma ideia para facilitar a leitura e o dever de comentarmos e ...pronto, perceberam a ideia, certo?

Cagadeira

"Mas eu estava na cagadeira..." Sabem onde ouvi isto, sabem?  E sabem que quem proferiu tal ainda acrescentou, minutos mais tarde enquanto me pedia desculpa, com plena consciência de ter dito asneira, que era o que estava habituado a dizer e a ouvir dizer em casa, sabem?  Em 20 anos que levo disto, é a primeira vez que oiço tal termo antiquado pela voz dum petiz  e em plena sala de aula. A sério!