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Sabem o que acontece a um ovo quando coze demasiado, sabem?

Pois, fica preto: a casca bege torna-se preta, a clara branca torna-se preta e a gema amarela torna-se preta. Pude constatar tal ontem. Já o tacho poderia ter ficado em pior estado, podia. Mas felizmente não ficou! Já a cozinha ficou com um cheirinho pouco usual...

Dúvidas, só dúvidas

Este ano um dos cunhados demonstrou desejos de ter ido à Comic Con . Eu também gostaria de lá ter ido. A cunhada respectiva gostaria de ir dar uma passeata ao Gerês. O MQT também gostaria de lá voltar brevemente (como se não conhecesse a zona com as pontas dos pés). Está visto o que é que pode acontecer no próximo ano, n'é? A dúvida vai ser: com quem vai o rebento que está para nascer? com o pai ou com a mãe? agasalhado ou disfarçado?

A doença do beijinho

...foi apanhada pela filha dum primo distante da minha avó, que lhe telefonou  - o primo à minha avó - e, entre outras coisas, relatou-lhe que a filha "doente" só se curou da doença do beijinho à base de chás e comprimidos. Diz-me ela: "Já viste a porcaria que é beijar alguém na boca? Fazer como fazem os da televisão, na casa do putedo, que até a língua enfiam na boca do outro? Uma pouca vergonha! Não sabem que podem apanhar doenças?" Como é costume, eu coloco-lhe perguntas que a incomodam. Pergunto-lhe se ela nunca tinha beijado o meu avô, de quem engravidou 4 vezes e teve 3 filhos. Ao que me responde: "Eu dei beijos ao teu avô, mas nunca o beijei na boca." Pergunto-lhe se ela acha que eu e os filhos dela não beijam os seus parceiros na boca e até misturam língua com língua. Ao que me responde: "ò filha (de vez em quando esquece-se que eu sou a neta e não a filha) , tu já viste se ele te passa alguma doença através da boca?". Depois de esgr...

Não sou só eu, pois não? Bem me parecia

Não sou fã da Adele. Ponto. Reconheço-lhe a voz agradável, uma figura cheínha agradável, uma cara larocas. Admito que saiba cantar. Quem sou eu para a julgar nessa área, pois se nem sequer cantar "Parabéns" eu sei, sem desafinar ou mandar ali uns agudos com voz de cana rachada. Ok, ela é boa cantora, pronto, já disse. Mas eu não consigo gostar do que ela canta, pois soa-me tudo ao mesmo: lamurias atrás de lamurias. E sabem o que eu digo quando oiço aquele "Hello", sabem? Respondo imediatamente "Hi!". Está a tornar-se pavloviano.

Somos um bando de ignorantes, é o que é

Eu nunca tinha ouvido falar de Shawn Mendes. Eles nunca tinham ouvido falar dos Monty Python. Até hoje. Ambas as partes aprenderam alguma coisa. Foi giro. E depois o filme...oh, o filme! Tenho pena de não o poder mostrar aqui. A sério que tenho!

Deviam ser proibídos!

Que me desculpem @s proprietári@s destas viaturas, mas é o que eu sinto cada vez que vejo uma caixa volante daquelas. E porque é que sinto isto? Passo a explicar: a qui, na vizinhança, há 3 viaturas do género, da mesma marca. Não há dificuldade de estacionamento, pois a zona ainda dá para todas as pessoas estacionadoras ( que é??) e caso não desse, temos as garagens. O que acontece é que, quando aqui chego ao final do dia, e quero estacionar mesmo à porta de casa (sim, é possível; não posso querer isto, já agora...), já lá está encafuado, entre duas viaturas de tamanho normais, a dita cuja caixa de 4 pneus. É que uma pessoa vai-se aproximando daquele lugarzinho, toda esperançosa porque durante centímetros de asfalto pensa que não há ali nada a não ser um vazio, e ...pimba! Está lá aquela coisa, toda estacionada para a frente! E eu digo sempre, mas sempre, a mesma coisa: "Estúpido! Deviam ser proibidos!". E quando não digo, penso isso, o que vai dar ao mesmo. Detesto Sma...

Da vizinhança

Posso dizer que o elemento mais barulhento da vizinhança é bastante pontual. É sagrado: a partir das 10:30, nocturnamente (que é? não posso usar uma palavra estranha?) , é ouvi-lo a testar os pulmões com a força toda. Faz-me pensar que estão a torturar a criatura que tem meses de existência. Devo chamar a polícia, sei lá...? Não seria a primeira vez, nem a última, certamente. Há mais a caminho, no prédio, pelo menos mais um. Daqui a uns anitos dá para abrir uma creche, dá.

Já cá cantam mais dois

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...nórdicos: o último do Nesb ø, O Fantasma (bem adiantado, por sinal; devo terminá-lo ainda esta semana), e uma estreia duma dupla masculina que se denomina eric axl sund.    Não me falta que ler nem que escrever, não. Mas quanto a esta última tarefa, não é assunto para este canto de escrita. P.S.: É verdade! Já fizemos a á rvore de natal e pendur á mos umas coisicas aqui e acolá pela casa. A ver quantos meses dura esta decoração natal ícia...

Domingo de manhã

Depois de algumas horas exageradas em posição horizontal, intercalando actividades de natureza variada, acorda-se com um sol resplandecente, luminoso, que aquece não só o quarto, a cama mas também a alma. Cada vez mais gosto deste canto, onde o ritmo do dia-a-dia é lento, onde os barulhos citadinos quase não chegam. E a cidade tão perto, ali ao lado. Ontem demorei 8 minutos a regressar a casa, desde o local onde apanhei o autocarro, pois fiz questão de o apanhar em vez de telefonar ao meu condutor pessoal, até ao ponto de saída, a menos de 500 metros de casa. Tão boa, a tarde!

Ao cuidado d@ Provedor@ da blogosfera

Tendo em conta que estamos em época de propostas de lei e sugestões de funcionamento e patatipatatá, que tal a ideia de se estabelecer um horário de funcionamento disto dos blogs, do tipo, 9-to-5, 5 days a week? Sei lá, era só uma ideia para facilitar a leitura e o dever de comentarmos e ...pronto, perceberam a ideia, certo?

Cagadeira

"Mas eu estava na cagadeira..." Sabem onde ouvi isto, sabem?  E sabem que quem proferiu tal ainda acrescentou, minutos mais tarde enquanto me pedia desculpa, com plena consciência de ter dito asneira, que era o que estava habituado a dizer e a ouvir dizer em casa, sabem?  Em 20 anos que levo disto, é a primeira vez que oiço tal termo antiquado pela voz dum petiz  e em plena sala de aula. A sério!

Dilema natalício

Uns não sabem o que comprar para a sogra, para o gato e para o padeiro Outros não sabem que a origem do Pai Natal é americana. Há uns que não sabem se hão-de montar a árvore já em Setembro ou só no dia 24 de Dezembro. Há os outros, como nós, que vivendo em casa nova (apartamento, pronto...), não sabem sequer SE vão fazer árvore. E  SE vale a pena mantê-la no mesmo sítio durante mais uns 390 dias ou coisa do género.

O PM e o CM

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Tinha pensado fazer um post todo pomposo e engraçado sobre aquilo do já quase nosso PM e as suas escolhas para o governo que encabeça. A negra, a adjunta cega, o ministro de nem 40 anos, o primeiro casal amoroso. Mas então veio o CM.

Bom augúrio? O tempo o dirá...

Sempre gostei de nomes masculinos iniciados pela letra T: Tiago, Tomé, Tomás. Se o meu petiz não tivesse sido registado com um nome com origem numa aposta perdida por mim, a esta hora teria um dos supracitados como nome próprio. Vamos ver o que sai daquela cabecinha pensadora!

Chocho, muito chocho

Sem a adrenalina de um Skyfall , sem os métodos de guerrilha antiquados numa herdade escocesa, sem a parafernália tecnológica de um novo Q do século XXI, sem uma música inicial que me fizesse arrepiar, sem diálogos com humor....não gostei. Uma viúva que, se não aparecesse, não teria feito falta. Uma loira deslavada sem gracinha nenhuma, que nem beber sabe. Uma nova ordem mundial à 1984 , eminente, que afinal até já é bem real. Um M que parece um carapau mal encarado, com muito menos carisma do que no filme anterior. Valeu pela Moneypenny. Valeu pelo ambiente festivo da Cidade do México e a dança do helicóptero e a paisagem urbana de Londres e Roma. De resto, como é que é possível mudar-se três vezes de roupa dentro dum comboio, em menos de 24 horas, a atravessar um deserto africano? Mehhhh! Sam Mendes, já provaste, no Skyfall , que és capaz de realizar melhor. E já agora convida, por exemplo, os Muse a fazerem algo para a banda sonora. Para a próxima, si...

Dentista, sexta à noite e granizados

Excelente receita para passar o serão a pastar no sofá em frente à caixinha mágica... O último dente de leite, o resistente, saiu hoje, extraído à força e substituído temporariamente por uma compressa enquanto não começou a ingerir um gelado granizado de chocolate. Agora anda com um dente de plástico, que tem um dente de marfim lá dentro, ao pescoço, do género bling-bling . E passados quase 10 anos desde a sua primeira ida a um consultório dentário, a dentista pareceu-me exactamente igual, nem mais uma branca, nem mais um quilo e com um sorriso igualmente bonito.

Divorciei-me

Pronto. Já disse. Não custou dizê-lo, mas custou fazê-lo, confesso. Estava farta do ram-ram diário a que me submetia de manhã e ao final do dia, enclausurada num espaço minguo. Dizia a mim mesma que já não era a mesma coisa, mas custava libertar-me daquilo que me acompanhou durante tantos anos, daquilo que me fez rir e deu prazer durante longas e imensas horas, centenas de dias. Mas ia moendo, fartando, saturando. Todos os dias as mesmas vozes, as mesmas piadas, os mesmos sons; tudo muito previsível. Desde que mudei de casa, mudei também de rádio. Sim, deixei de ser ouvinte da Antena 3 para ser admiradora confessa da equipa das manhãs da Rádio Comercial e só tenho pena de não poder ver ao vivo o que oiço durante 30 minutos todas as manhãs durante a semana. Quando entro no carro, anseio mesmo por saber que dia é hoje, por ouvir as gargalhadas da Vanda, as músicas do Vasco, as idiotices do Nuno e aperceber-me daquela cumplicidade radiofónica. Têm que ser gente mesmo muito bem dis...

Declaração de intenção e pastéis de nata

Aqui e hoje declaro que brevemente irei mostrar comprovativo oficial de que não sou criminosa e estou apta a contactar regularmente com menores. Mas só poderei fazer isto aqui, depois de pagar €5, tá bem? Isto porque o MEC não tem maneira de contactar os tribunais nem as finanças portugueses a solicitar-lhes esta minha informação pessoal e a cruzar dados que lhe satisfaçam a falta de verba que assumem ter quando lhes convém alegar tal. A quantidade de pastéis de natas que os meus ricos 5 eurinhos poderiam pagar em vez de um papel... De bradar aos céus!

Dúvidas, só dúvidas, todos os dias

Eu sou a chefe de uma equipa de miúdos e graúdos com características distintas. Às vezes, muitas vezes, diariamente, questiono-me se, em situações diversas adversas mais ou menos complicadas, devo ser assertiva ou directiva ou mandona ou autoritária ou mostrar que tenho a mania que sei. É que, muitas vezes, eu não sei  mesmo qual a linha que separa tudo isto. Deverei relevar ou mesmo deixar andar a coisa? Ai que nervos!

'Esta Vida de Ser Primeiro', by Vasco Palmeirim - Rádio Comercial

'Esta Vida de Ser Primeiro', by Vasco Palmeirim - Rádio Comercial (clickar no link, ligar o som bem alto e ouvir atentamente a letra) EXCEPCIONAL!