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Do elevador que apanho diariamente, várias vezes

No outro dia, a propósito de um filme que a Sócia viu ou iria ver, o Ness fez uma alusão ao "gaijo dos elevadores", referindo-se a Schindler. A verdade é que já na altura achei que tinha sido uma referência  pouco clara, tendo em conta o post da Sócia. E depois, como é habitual, trocámos comentários, sobre elevadores e filmes, que ainda lá estão para quem os quiser ler. Mas eu fiquei com aquela alusão na cabeça e fui investigar a marca dos elevadores  - há 2 neste prédio - que me levam para cima e para baixo. E a marca não é Schindler, como pensava o Ness. É "Kone". I rest my case .

Temos rockeiros meia-leca

Desde Bach a AC/DC, passando por duetos vocais e a violinista de serviço...tal foi a variedade ecléctica da audição musical de hoje que, como tem sido habitual, terminou com os meia-leca rockeiros. Então o baterista tem mão para o ofício, sim senhor!

Para a semana vêm os 30 graus

Já se pode pintar a gânfia do pé, certo?

Arre!

Já estou farta de ver morrer gente na blogosfera. É que não há semana que não aconteça...

É, efectivamente, estamos nesta fase cá em casa

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E o mais espantoso é que não se nota nada! Quem o viu e quem o vê!  (Daqui.)

P'ra não cair no esquecimento, óbiu Sócio gerente?

Cedo e a boas horas, aqui vai disto: 7 - 22 - 24 - 34 - 44  4 - 5 (Cá p'ra mim, são muitos 4s, mas o Sócio rabugento é que manda...)

Vamos fazer amigos...

Sentei o meu real rabo na cadeira da pastelaria, com o meu café e o meu pão com queijo . Atrás de mim, sentado noutra mesa, um daqueles velhos que tem ar de frequentador de clubes nocturnos, sempre com o seu charuto, um anel de brasão no mindinho, os Raybecas no bolso da camisa e blazer com botões de punhos dourados. Ele falou com o empregado do café, olhei de relance, estava com o portátil aberto e ligado. Não fosse necessário registo prévio e eu ia procurar o perfil que ele estava a criar dele no Clube Amizade.

Desculpai as asneiras, mas hoje já é sexta-feira

Os sócios não f*d*m nem saem de cima, nem água vem nem água vai sobre o assunto. A Sócia só pensa em merdices de ingerir. Eu tou nem aí para cumprir calendário, que isto dá muito trabalho. Cumé, caraças?? (Tive que fazer um esforço tremendo para não usar a outra...) A sociedade do Euro já acabou e ninguém me avisou?

Saúde e bem-estar

O passo a seguir a deixar de tomar café com açúcar é deixar de tomar café de todo, porque aquilo fica zurrapa amarga, é voltar a beber café docinho ou continuar na saga da zurrapa deslavada mas com um bolinho bem doce para cortar o travo a torrado?

E o teu pai, Pseudo?

O meu pai está vivo e assim se mantenha por muitos e longos anos. Não lê este blog, mas anda a ler as revistas do Reader's Digest vai para 50 e tal anos.

Ainda do professor de piano

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"O Metrónomo Do grego XXXXXXXXX (palavra que não consigo reproduzir) , "medida" + XXXXXXXXXX (palavra que não consigo reproduzir) , "lei". O metrónomo foi inventado por Dietrich Nikolaus Winkel, um relojoeiro de Amesterdão, em 1812. Johann Mälzel, inventor alemão, copiou muitas das ideias de Winkel e recebeu a patente pelo metrónomo portátil em 1816. Ludwig van Beethoven foi o primeiro compositor a indicar marcas de metrónomo nas suas partituras em 1817. Allegro ♩=120 Informa ao músico que a música deve ser executada precisamente a 120 batidas por minuto, ou seja, que cada pulso deve durar 0,5 segundo." Esta é a informação da audição de hoje, informação que, como é habitual, consta do programa distribuído aos pais e familiares presentes. A guardar para recordar no futuro... Hoje, no final da audição,  o mestre deu aos 13 aprendizes presentes um piano-gato da Páscoa, feito em papel e de tamanho diminuto. Não há como não gostar do...

É um prazer

Troco com alguma frequência e-mails com o professor de piano do rapaz. Dá gosto, a sério. Mantemos a distância necessária entre mãe de aprendiz e mestre, sem nunca deixarmos de abordar o necessário e trocar impressões sobre o progresso do "pianista". O senhor é capaz de rondar a minha idade (42, para quem ainda não a sabe) e as raras conversas cara-a-cara decorrem sempre num tom de boa educação, num volume baixo e num ritmo pausado, sem interrupções mútuas. É daquelas pessoas com quem eu não me sinto à vontade para dar uma gargalhada explosiva e estrondosa (habitualmente não o faço, de qualquer modo), mas com quem é bastante agradável conversar. Os seus e-mails não fogem a este registo. E gosto especialmente da despedida, que não falha, e varia entre um "Atenciosamente" e um "Respeitosamente" e um "Ao dispor". Digam lá: quem é que se despede de vós assim (não contam os mails de trabalho)?

Olhem lá uma coisa, leitores meus

E já agora, o que acham da Danae, a artista? Passava no crivo, não passava? Opinem.

Foi-se a resiliência

Acabada de tomar banho, enfiei-me na cama só para esticar o corpo (ou para molengar) antes do jantar. Chega o homem, vê-me a jogar e pergunta Que raio de nível é esse que não passas? Passa isso para cá . Telemóvel nas mãos dele, perdeu 3 vidas, passou o nível à quarta e deixou-me fazer a jogada vencedora.

Olhem lá uma coisa, leitoras minhas

Eu cá não acho o ministro grego das finanças nada sexy nem jeitoso. Pode ter lábia e até falar bem estrangeiro, e usar uns cachecóis engraçados e golas à Bond, mas sexy? Nah, não me cai no goto, nessa área. Opinem.

Resiliência

Estou há uma semana no mesmo nível das frutinhas, já estive a uma aranha de o ganhar, a sete maçãs, já usei todas as ajudas e nada e ainda não desisti.

E as alheiras, Pseudo? Onde estão as alheiras?

Ficaram no local onde tínhamos planeado ir comprá-las. Sim, as de Trás-os-Montes. Mas como me portei mal durante a semana e o MQT estava com pouca vontade de conduzir tanto e até tão longe, só fomos até ao Arco do Baúlhe. De regresso, ainda vimos a malta de barba rija e pança de cerveja a prepararem-se com uns grelhados ao ar livre e umas bejecas para aguentarem  a etapa Fafe-Lameirinha. Era um cheiro que não se podia! E a menina da estrada, ou outra da mesma vida, por quem eu passava diariamente há 12 anos, continuava no mesmo sítio. Ontem não lhe deve ter faltado clientela, não. Já o polvo no forno e o arroz do dito continua muito saboroso. Ainda perguntei se as garrafas de vinho do Porto, datadas de 1937 estavam à venda. O senhor, simpaticamente, respondeu-me que tudo tinha um preço. Desconfio é que o meu cartão multibanco, ao passar no terminal que aparentemente estava temporariamente indisponível, não autorizasse a operação. É a vida!

Mingana queu gosto!

Aviso à porta do restaurante: "Multibanco temporariamente indisponível", sem qualquer data.  Verificámos as carteiras de ambos e confirmámos que tínhamos cash suficiente. Mas como eu sou desconfiada destes avisos fictícios, perguntei à menina que estava ao balcão, que só por acaso era filha do dono: -"Menina, o terminal multibanco  continua fora de serviço?" Ela olha para mim, hesita em responder e diz: -"No final, vê-se". E tinha razão: no final vimos o terminal em pleno funcionamento. Enfim...

É tudo muito bonito, mas seríamos muito mais felizes sem telemóveis

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Não advogo o retorno à pré-história telefónica. Dão jeito, indiscutivelmente. São uma ferramenta de trabalho, de lazer, de comunicação. Mas só trazem chatices: é o ecrã que parte quando cai ao chão e que é caríssimo substituir; é o equipamento que deixa de funcionar quando cai na sanita; é o carregador que ficou perdido naquela casinha rural onde passámos o fim-de-semana; é o brinquedo do meu amigo que é melhor do que o meu, logo quero um igual; é a comunicação em forma curta que estraga a linguagem escrita; é aquela funcionalidade que, sem eu saber, até comprova a minha localização geográfica; é a necessidade que muitas pessoas têm de estar ligadas à net onde tudo ( discutível ) acontece; é aquela chamada telefónica que foi abaixo por falta de bateria; é aquele hábito que os alunos têm de ver as horas durante um teste; ...é um rol de chatices e preocupações para os utilizadores, que não as tinham antes de adquirir aquela miniaturazinha viciante que cabe na palma da mão. Devia se...

Decisão do dia

Quero um Pug.