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Alive and kicking

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Roterdão: devo lá pôr os calcantes um destes dias.

Fugiu-me novamente!

Será novamente massacrado no fim-de-semana. Ai vai, vai! Vão ser tantas as esfregas, as taponas no rabo e as perguntas e os pedidos de explicações em relação às fotos, dele e não só, que o rapaz vai precisar de férias na semana seguinte!

Acabaram-se as visitas diárias ao facebook

Ohhhhhhhhh! Que pena! (NOT!)

Brevíssimo resumo de 15 dias no estrangeiro

Não quero errar, mas devem estar a lavar 6 ou 7, no máximo, pares de boxers usados. E para já é tudo.

Está quase, quase...

...a chegar a hora em que vou afogar alguém em beijos repenicados. Ai do avião que não aterre à hora combinada no local habitual! O Mqt sugeriu que fôssemos jantar uma francesinha ali ao lado . Sei que o herdeiro concordará. Ness , depois conto-te qual foi a minha escolha. :P

Zekes

Aquela merda assusta. Como qualquer filme de zombies, que não fazem o meu género. Mas lá fomos fazer a vontade ao Mqt, que no fim ainda disse que o filme o tinha desiludido um pouco. Ora esta! Ver montes e montes de Zekes a correrem atrás dos futuros zombies, que irão morder e comer, é simplesmente horripilante. Ver tanta carne andante atrás de carne aparentemente putrefacta e sanguinolenta é macabro. São nojentos, têm tiques e devem ter um mau hálito do caraças. E no fim, já com a solução provisória, ficamos sem saber como é que a desgraça (note-se o eufemismo) começou. E isto não se faz! Impressionou-me a cena em que o Gerry corta o braço da israelita, após pensar no caso dela durante nem sequer um segundo. Não gostei do pormenor americano dele a beber Pepsi, quase no fim. Mania de americanizarem as cenas, bolas!

Gap geracional

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Diálogo berrado ontem à noite, debaixo duma cobertura de guarda-chuvas, ao som de rock e metal: ... -Mas quem são eles? - pergunto eu ao J. -São os Pitt Broken - responde ele, com o seu ar de "duhhh" dirijido a mim, por eu não saber quem eles eram. Nem o pai do J. sabia, aliás. -E eles são de onde? - pergunto eu novamente. -Acho que são portugueses - diz o J. -Sim, isso eu sei, eles estão a falar connosco em português - digo eu - Mas são de onde? Lisboa, Porto, ...? - deixo a interrogação no ar. - Ah, isso já não sei. - responde o J. de 11 anos -E como é que tu os conheces? - volto eu à carga. -Eles têm bué de musicas conhecidas?!?! - remata o J., novamente com o seu ar de admiração. ... Cheguei a casa e vim investigar quem era aquela banda com um vocalista podre de bom, com metade da minha idade, e com uma voz possante, que me prendeu logo ao primeiro minuto até ao momento em que cantou a versão "arrockalhada" do hino nacional. BRUTAL! O ...

Vamos ver o que nos reservam para o fim-de-semana

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  Desta vez, a cobertura do evento terá bom uso, ao contrário do fim-de-semana passado tal era o sufoco pela noite dentro. Nem os leques ajudaram.

Hoje levantei-me tarde

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7:30. Bom dia. E ando aqui, feita barata tonta de trás prá frente, de toalha enrolada à minha volta, cabelo a pingar e a pensar que daqui 1 hora vou estar noutro sítio, mas que me apetecia ficar por aqui, de toalha enrolada, sem toalha enrolada, assim, com o cabelo a pingar, na horizontal e a gozar a frescura matinal. Na varanda. Com toalha enrolada.   Cucu!!

Eu gosto da Daniela Ruah, é gira.

Mas bem que podia mudar de indumentária, não acham? Aquelas calças de ganga já devem ter mais suor acumulado do que eu debaixo das axilas!

'tou a ouvir Doors

Se não me conhecesse, se não soubesse que não me drogo nem bebo álcool (não conta o que bebo nos 15 dias de férias), diria que neste momento me sinto mocada! Agora esperem um coche que vou ali ao facebook ver umas fotos de lá, daquele sítio.

Update doméstico meteorológico

Ontem, pela primeira vez em 6 ou 7 dias, dormi vestida. E o lençol foi puxado até ao pescoço. Soube bem, ai se soube!

Há uns anos havia um assim, em português

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Daqui, sem palavras:   (aconteceu várias vezes hoje; parecem putos de 4 anos a chamarem pela mãe de segundo em segundo; irra!)

Momentos escolares para esquecer - II

Contexto: teste de avaliação, de recuperação (2ªtentativa) de módulo, marcado para as 14:30 do penúltimo dia de aulas, solicitado pelo próprio. Facto: Aluno visto por volta das 14 horas, na escola, a jogar no seu portátil, a quem, mais uma vez, é recordado do que tem a fazer. Facto: Aluno comparece na sala às 14:55. Decorre o seguinte diálogo, mais coisa menos coisa: Ele: "Ó professora, empreste-me uma caneta, se faz favor." Eu, de dedo em riste a apontar para a porta: "Estás atrasado. Vai arranjar uma caneta e aparece quando estiveres preparado." Facto: O aluno não voltou. Facto: O aluno é visto às 16:10, no mesmo local das 14:00 horas, a conviver animadamente. Eu: "Tu não regulas bem, pois não?" Ele: "Ó professora, aqui ninguém tem canetas." E eu viro-lhe as costas e vou à minha vidinha.  E pronto, é isto que temos.

Amor com amor se paga, certo?

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Momentos escolares para esquecer - I

Hoje vi uma bicha enorme. Na escola. E muitos papéis a amontoarem-se para amanhã. E mais bichas à tarde. Haja paciência. E discentes que se lembram de apagar fogos no penúltimo dia de aulas. Enfim...e é isto que temos.

Ora nem mais (mas só aqui, que sou "apenas" lida)!

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O que eu não dava para também estar a fazer isto, agora

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De como os meninos da rádio se divertem com coisas

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Como ouvinte diária de rádio, apenas enquanto conduzo, rio-me às gargalhadas, canto e falo comigo própria, dentro do carro, enquanto oiço o Diogo Beja e a Joana Marques nas Manhãs da 3.  Ora, eu sempre imaginei que os locutores de rádio teriam que ser uns pândegos, para cativarem a clientela e manter o interesse em altos níveis. Vossas excelências reconhecerão, certamente, a cambada abaixo, a concorrência da Antena3. Mas oiçam esta pérola do Quim Barreiros, adaptada à novela política da semana passada, vejam o video e digam lá se não é uma profissão invejável! Atentem na letra, tão boa ou melhor do que a versão do senhor Joaquim Barreiros. Apetece mesmo fazer o comboiinho, não apetece?

Ao ridículo que se chega

Abrir a porta do frigorífico, de vez em quando, para sentir um arzinho fresco. E colocar uma toalha encharcada na cadeira de trabalho, de modo a sentir o rabiosque e as coxas frias e gotinhas de água a cairem nos pés. Ah maravilha!