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Eu já venho, sim?

Vou só ali abaixo celebrar a entrada no restrito e invejado clube etário dos "-entas". Volto daqui a quinze dias, mais hora, menos hora. Se até aqui foi sempre "ábrir", a partir de agora vai ser sempre a dar-lhe! Pudera, com tanto álcool na viatura...e uma das garrafas é só minha!

Banho em pelota

Nada como dar uma mangueirada numa criança, num dia quente de verão, para ficar contagiada pelo riso e alegria da mesma. Claro que é quase impossível o adulto não ficar encharcado. E sabe tudo tão bem! À pergunta inocente que me foi feita "Já brincaste muitas vezes com a mangueira?", tive que responder a verdade depois de 2 segundos a esforçar-me para não me rir. É tão bom ver a inocência desta malta!

Compra do dia

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São produzidas 80 000 bisnagas por ano, segundo o farmacêutico que me atendeu, após 3 tentativas de a comprar em supermercados.

A porra dos acentos

Se for detectada a ausência de algum nos meus escritos, não pensem que é erro meu. Não! É mesmo  porque essas teclas, e somente essas teclas, já foram apagadas sem deixar rasto!

Nervos em franja e ainda não eram 5 da tarde

Hoje deparei-me com uma amostra do que eu poderei vir a ser daqui a 40 anos. Medo, muito medo! Nem o meu petiz me deixou com um nervoso miudinho, inicialmente disfarçado de riso e lágrimas misturados, como a minha avó, a mesma acerca de quem aqui escrevi. Haja paciência!

Leitura actual, a horas indecentes

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É coisa para causar pesadelos e acordar sem saber onde estou:

Romantismo na montanha

As pedras quentes calcorreadas por pés enfiados em  botas de montanha usadas num passeio de quase duas horas, longas para ela, uma brincadeira para ele, contrastavam com a água límpida e gelada que lhes corria pelas mãos, ao refrescarem a cara debaixo dum calor seco, tórrido que lhes amolecia o espírito, mas não os membros.  Sabiam que a recompensa por este esforço físico estaria próxima. A lagoa verde acizentada, reflexo da verdura frondosa e rochas circundantes, situava-se uns bons metros sempre a subir do ponto onde se encontravam. Ainda teriam que penar mais um pouco, mas o sacrifício valeria a pena, pois esperava-os uma surpresa revigorante, ainda que gélida, como o são as águas de nascente. Após uns largos passos e metros a suarem as estopinhas, esbaforidos, sem fôlego, chegaram ao destino e descansaram: ambos de mãos nos quadris e tronco inclinado para a frente, a respirarem ruidosamente, bochechas reluzentes e coradas, mas a sorrirem um para o outro e não se importando...

O beijo

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Posts agendados

Irritam-me porque aparentemente aparecem como publicados, deixando-me curiosa e vai-se a ver ainda não estão lá. Que coisa! Chatos, pah!

Só mais uma, por ser colorida e condizer com o resto das cores

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Os quatro emocionantes

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Não são bem elefantes, mas um até mostra a tromba e o outro mostra o ...resto

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Vai apanhar pinhas!

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Isto podia ser muito bem um impropério disfarçado, mas é para ser lido literalmente, pois o nosso petiz, mais uma vez, fugiu de nós para ir para uma aldeia serrana a cerca de 25 quilómetros daqui, onde, até há poucos anos, existiam apenas nove habitantes durante a semana. Ai dele que regresse a casa, na sexta-feira, sem ter apanhado o saco das pinhas que lhe mandei! E que não se queixe das férias de verão, pois estão a ser bem ricas!

Dias 1, 2 e 3 duma assentada

O primeiro passou rápido. O segundo foi mais lento, mas também intenso, no Jardim Zoológico. O tempo cinzento e algo fresco, de manhã, ajudou à caminhada lenta por entre as jaulas e demais recantos do Jardim. A petiz, depois duma hora e tal a acompanhar-nos com cara de amuada, lá conseguiu convencer os respectivos progenitores a deixá-la ir no teleférico. Foi comigo e com o meu petiz, toda contente. Os pais também andaram, atrás de nós, borradinhos de medo. O irmão e o mais-que-tudo colocaram-se no meio, não fossem certos olhares maternais dispararem  sobre quem ia na dianteira. A tarde trouxe-me uma dor de costas terrível, atenuada com descanso na horizontal, num dos muitos bancos de cimento. O gelado também ajudou à boa disposição e nem na loja de "souvenirs" nos rendemos aos "Eu quero", " Eu gostaria", "Mãe, posso", "Pai posso". Arre que os filhos conseguem ser uma sarna do caneco!  O jantar e serão calmos no hotel ajudaram a renovar...

Golfinhos - 1, Elefantes e outros - 0

Seja no Zoomarine, seja no Zoo de Lisboa, sempre que assisto a um espectáculo com golfinhos, começo a lacrimejar. O mesmo acontece com o mais-que-tudo que tenta disfarçar a emoção. Mas a mim não me engana! Alguém sabe explicar porque é que dois adultos ficam emocionados com golfinhos, mas o mesmo não acontece quando observam elefantes?

Provincianos na cidade grande: ainda o dia um

Sim, porque Braga, apesar de ser grande, não é tão "Grande" nem caótica nem mete medo nem tem tantos graffitis. Acho eu. Mas adiante... A primeira caminhada, ainda no primeiro dia, ainda no Parque das Nações, foi dada antes e após a visita ao Oceanário, cuja saída, estrategicamente coincidente com uma loja de "souvenirs", foi o nosso primeiro teste: os quatro pais resistiram estoicamente aos ataques persistentes e insistentes das suas crias e não arredaram pé da resposta inicial. Afinal, não é não! A segunda caminhada foi dada após a entrada no hotel. Ala que já eram cinco da tarde e tínhamos o Metro para apanhar na direcção da Luz. Finalmente, eu e o meu filho iríamos entrar na GRANDE CATEDRAL! Sim, porque os outros cinco já não eram virgens no assunto. Não gostei deste passeio no Metro, estive sempre preocupada com a minha bolsa e com os miúdos. E se algum deles ficasse com o pé preso naquele ínfimo espacinho entre as portas e a plataforma? Nah, não invejo quem, i...

Os parolos foram à capital: dia um

Confirma-se que nenhum de nós, parolos campestres, gostaria de sobreviver em Lisboa e enfrentar diariamente resmas, hordas, magotes de gente mal encarada, que me perdoem os lisboetas que me lêem. Quase uma hora para percorrer meia dúzia de quilómetros entre o Parque das Nações - belo desde 1998, talvez ainda mais agora que tem menos gente - e o hotel testa a paciência de qualquer um. E não, não vimos acidentes ou qualquer outra coisa que o justificasse. O final de tarde e início de noite foram muito bem passados, bem rodeados por uma multidão de 35 462 indivíduos (sim, fixei o número exacto) e meia dúzia de espanhóis que se dignaram a visitar a Catedral (É LINDA!) e ver perder a sua equipa B num jogo a feijões. Di Maria, Coentrão e Mourinho muito aplaudidos! E sim, vimos o Eusébio a entregar a taça. A única péssima ideia do dia foi a de termos ido jantar ao Colombo, a seguir. Certamente, facilmente se conclui porque foi péssima. Momento stressante da noite, não fossemos perder um ou me...

Bola, peixes e outros animais

Aproximam-se três dias cansativos na capital lusa, planeados ao minuto e ao quilómetro. A ver vamos quem amua primeiro, se os três pequenos uns com os outros, se os quatro grandes por o resultado da bola não lhes ser favorável. E continuo a achar que Óbidos, ao domingo, deve ser um excelente local para almoçar.

Conversas de meninas de 39 e 40 anos que se conhecem desde os 4 anos de ambas

Após ter passado o dia com a minha grande amiga de infância e ter posto a conversa em dia sobre uma imensidão de assuntos, chegámos à curiosa conclusão que temos recordações de infância de uma e da outra que não batem certo com as recordações que a outra tem. Por exemplo, eu lembro-me do rapaz a quem ela deu o primeiro beijo mas ela não se recorda. Ela lembra-se de eu lhe ter contado que tinha perguntado à minha mãe como funcionava a pílula e de a minha mãe, espantadíssima, ter contado tudo  o que sabia na altura; eu não me lembro deste episódio supostamente marcante. Há dias bons!

Prometo que não falo mais no assunto

O Relvas estava a jantar sozinho num restaurante em Lisboa. O empregado: - Então Sr. Dr. Relvas, está a jantar sozinho?! O Relvas: - Estou no jantar de curso! .... Ahahahahaha