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Posts agendados

Irritam-me porque aparentemente aparecem como publicados, deixando-me curiosa e vai-se a ver ainda não estão lá. Que coisa! Chatos, pah!

Só mais uma, por ser colorida e condizer com o resto das cores

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Os quatro emocionantes

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Não são bem elefantes, mas um até mostra a tromba e o outro mostra o ...resto

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Vai apanhar pinhas!

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Isto podia ser muito bem um impropério disfarçado, mas é para ser lido literalmente, pois o nosso petiz, mais uma vez, fugiu de nós para ir para uma aldeia serrana a cerca de 25 quilómetros daqui, onde, até há poucos anos, existiam apenas nove habitantes durante a semana. Ai dele que regresse a casa, na sexta-feira, sem ter apanhado o saco das pinhas que lhe mandei! E que não se queixe das férias de verão, pois estão a ser bem ricas!

Dias 1, 2 e 3 duma assentada

O primeiro passou rápido. O segundo foi mais lento, mas também intenso, no Jardim Zoológico. O tempo cinzento e algo fresco, de manhã, ajudou à caminhada lenta por entre as jaulas e demais recantos do Jardim. A petiz, depois duma hora e tal a acompanhar-nos com cara de amuada, lá conseguiu convencer os respectivos progenitores a deixá-la ir no teleférico. Foi comigo e com o meu petiz, toda contente. Os pais também andaram, atrás de nós, borradinhos de medo. O irmão e o mais-que-tudo colocaram-se no meio, não fossem certos olhares maternais dispararem  sobre quem ia na dianteira. A tarde trouxe-me uma dor de costas terrível, atenuada com descanso na horizontal, num dos muitos bancos de cimento. O gelado também ajudou à boa disposição e nem na loja de "souvenirs" nos rendemos aos "Eu quero", " Eu gostaria", "Mãe, posso", "Pai posso". Arre que os filhos conseguem ser uma sarna do caneco!  O jantar e serão calmos no hotel ajudaram a renovar...

Golfinhos - 1, Elefantes e outros - 0

Seja no Zoomarine, seja no Zoo de Lisboa, sempre que assisto a um espectáculo com golfinhos, começo a lacrimejar. O mesmo acontece com o mais-que-tudo que tenta disfarçar a emoção. Mas a mim não me engana! Alguém sabe explicar porque é que dois adultos ficam emocionados com golfinhos, mas o mesmo não acontece quando observam elefantes?

Provincianos na cidade grande: ainda o dia um

Sim, porque Braga, apesar de ser grande, não é tão "Grande" nem caótica nem mete medo nem tem tantos graffitis. Acho eu. Mas adiante... A primeira caminhada, ainda no primeiro dia, ainda no Parque das Nações, foi dada antes e após a visita ao Oceanário, cuja saída, estrategicamente coincidente com uma loja de "souvenirs", foi o nosso primeiro teste: os quatro pais resistiram estoicamente aos ataques persistentes e insistentes das suas crias e não arredaram pé da resposta inicial. Afinal, não é não! A segunda caminhada foi dada após a entrada no hotel. Ala que já eram cinco da tarde e tínhamos o Metro para apanhar na direcção da Luz. Finalmente, eu e o meu filho iríamos entrar na GRANDE CATEDRAL! Sim, porque os outros cinco já não eram virgens no assunto. Não gostei deste passeio no Metro, estive sempre preocupada com a minha bolsa e com os miúdos. E se algum deles ficasse com o pé preso naquele ínfimo espacinho entre as portas e a plataforma? Nah, não invejo quem, i...

Os parolos foram à capital: dia um

Confirma-se que nenhum de nós, parolos campestres, gostaria de sobreviver em Lisboa e enfrentar diariamente resmas, hordas, magotes de gente mal encarada, que me perdoem os lisboetas que me lêem. Quase uma hora para percorrer meia dúzia de quilómetros entre o Parque das Nações - belo desde 1998, talvez ainda mais agora que tem menos gente - e o hotel testa a paciência de qualquer um. E não, não vimos acidentes ou qualquer outra coisa que o justificasse. O final de tarde e início de noite foram muito bem passados, bem rodeados por uma multidão de 35 462 indivíduos (sim, fixei o número exacto) e meia dúzia de espanhóis que se dignaram a visitar a Catedral (É LINDA!) e ver perder a sua equipa B num jogo a feijões. Di Maria, Coentrão e Mourinho muito aplaudidos! E sim, vimos o Eusébio a entregar a taça. A única péssima ideia do dia foi a de termos ido jantar ao Colombo, a seguir. Certamente, facilmente se conclui porque foi péssima. Momento stressante da noite, não fossemos perder um ou me...

Bola, peixes e outros animais

Aproximam-se três dias cansativos na capital lusa, planeados ao minuto e ao quilómetro. A ver vamos quem amua primeiro, se os três pequenos uns com os outros, se os quatro grandes por o resultado da bola não lhes ser favorável. E continuo a achar que Óbidos, ao domingo, deve ser um excelente local para almoçar.

Conversas de meninas de 39 e 40 anos que se conhecem desde os 4 anos de ambas

Após ter passado o dia com a minha grande amiga de infância e ter posto a conversa em dia sobre uma imensidão de assuntos, chegámos à curiosa conclusão que temos recordações de infância de uma e da outra que não batem certo com as recordações que a outra tem. Por exemplo, eu lembro-me do rapaz a quem ela deu o primeiro beijo mas ela não se recorda. Ela lembra-se de eu lhe ter contado que tinha perguntado à minha mãe como funcionava a pílula e de a minha mãe, espantadíssima, ter contado tudo  o que sabia na altura; eu não me lembro deste episódio supostamente marcante. Há dias bons!

Prometo que não falo mais no assunto

O Relvas estava a jantar sozinho num restaurante em Lisboa. O empregado: - Então Sr. Dr. Relvas, está a jantar sozinho?! O Relvas: - Estou no jantar de curso! .... Ahahahahaha

Boas surpresas

Adoro convites inesperados, como o do jantar da semana passada, como o que me foi feito agora mesmo para a tarde de hoje. Ah raios!

Almoço de hoje

Um grego.

Das férias

As minhas começam na quarta-feira, as da bicha começaram hoje com mudança para terra nova e daqui a uns dias para casa nova. Depois será vê-la a passear-se pela relva verde e apostar em que canto sombrio se irá esconder. Fêmea nervosa e assustadiça, não pode ver ninguém a aproximar-se dela!

Desabafo, antes de um jantar que se espera ser bom

Há pessoas que se "esquecem" de que estão a lidar com seres humanos. Há pessoas que são tão desrespeitadoras e irresponsáveis e incumpridoras de prazos que só dá vontade de as ver mesmo pelas costas. Há pessoas que tentam disfarçar certas incompetências com um papel datado do prazo limite e ainda fogem com o cu à seringa tentando responsabilizar quem não tem nada a ver com o assunto.  Hoje foi a minha vez de ver e ouvir e sentir isto na pele. Pode ser que haja males que vêm por bem.

Leitura atrasada

Acabei hoje de ler um livro, pela primeira vez, que pensava ter lido antes de ter feito vinte anos. O tal livro que um desconhecido enviou após eu lhe ter enviado um das minhas preferências. Acontece que quando comecei a ler (pensava eu, a re-ler), não reconheci nada do que lia: nem nomes de personagens, nem lugares, nem sequência de acontecimentos, nem descrições, nada de nada. Ao contrário da última sugestão de leitura que não consegui levar a bom porto, também devido ao seu tamanho, este livro foi lido até ao fim.  Fala sobre amor, um amor genuíno que, apesar de um interregno conjugal que durou perto de 50 anos e de muitas experiências de vida, foi retomado num barco, onde duas pessoas idosas, carcomidas pelo tempo, finalmente deixaram de ter receio das restrições familiares e sociais e até pessoais. Amaram-se até ao fim, rodeados pela cólera e por costumes que hoje não lembram ao diabo.  Depois disto, deu-me vontade de escrever a minha própria versão, espelho de início de...

Devaneios maternais

Estar 2 semanas sem filho é uma seca! Não há chatices, não há berros, não há amuos, não há momentos de teimosia e não há televisão em canais infantis. Se eu prefiro assim? Sim, pois sei que ele está bem noutro lado, a divertir-se bastante, a crescer e com pessoas responsáveis.

Alerta Cobra

Quantos carros mais terão o Ben e o Semir de destruir até que um deles morra? Só mesmo para filmes é que a BMW e às vezes a Mercedes disponibilizariam tantas viaturas para estragar! De resto, aquela parelha até tem alguma piada e eu vou ouvindo e recordando algum do alemão que esqueci nos últimos anos.

O dia é só meu

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Sem horários, sem compromissos laborais, sem responsabilidades, apenas a fazer o que eu acho que tem de ser feito, ao meu ritmo, sem pressões a não ser as auto-impostas, com miminhos de terceiros, com muito silêncio (que já não tinha há muitos meses) e muito "se me apetecer". Claro que os miminhos saem caro e só terminarão logo à tarde, mas a paz e a calma interior também têm o seu preço. Amanhã volta tudo ao normal. Preciso de mais dias assim. E hoje seria um bom dia para tornar realidade a minha última ficção.