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Conclusão à vista

Neste tasco, o número de comentários é directamente proporcional ao grau de disparates e banalidades escritas. Seriedade não é mesmo convosco (salvo raras excepções :P). Nem comigo, acrescento eu antes que algum de vós se lembre de tal.

História para adormecer

Então estava eu ontem à noite já preparada para ir para a cama, com o leite da noite tomado, pijama vestido e óculos de leitura colocados, quando me lembrei de ir espreitar a minha conta no facebook , onde ultimamente tem andado o meu filho a jogar e eu queria verificar o que é que ele afinal tanto joga aos fins-de-semana, que necessite andar a saltitar de contas, entre a dele e a minha. Nada de mal, adianto já. Coisas virtuais de canalha. Devo adiantar que não percebo um cu de como aquela merda funciona. Não sei acrescentar amigos, sempre fui acrescentada e disse que sim a toda a gente que me pedia, desde que alguma vez lhes tivesse posto a vista em cima. Então, a minha lista consiste em familiares, ex-alunos, amigos/as de verdade, colegas de profissão, meia dúzia de americanos e ingleses com quem contactava via yahoo há uns anitos e talvez três pessoas da blogosfera, uma delas recentemente auto-excluído do facebook . Nunca perdi tempo a explorar aquilo, daí o meu desconhecimento da...

Eu tenho uma história para contar

E é daquelas boas, boas, boas, mas estou com tanto sono, à conta dessa história, que agora sinto-me fisicamente incapaz de tal. É capaz de ser só isto por hoje.

Novidade Fresquinha

A partir de hoje, faço parte da Igreja Universal dos Fazedores de Bonitas Listas Musicais dos Últimos Dias . Adivinhem onde... "Um grupo de devotos da causa sagrada das listas musicais dos tipos mais variados, inusitados e despropositados, que assim tenta evitar a degeneração da espécie humana e o iminente apocalipse. " É, encaixo-me perfeitamente...ó ó!

Vai uma aposta que neste OS comentadorES habituais não pegam?

Sub-título: Mais uma actividade da minha vida passada Fui uma adolescente prendada, pois, ao contrário do que possuo hoje, tinha mãos e olhos de fada. Aprendi e pratiquei técnicas básicas de costura, crochetei uma colcha branca para o meu enxoval (colcha essa que está bem guardadinha algures com receio que se estrague), tricotei várias peças de malha que cheguei a vender e também para uso próprio (camisolas, cachecóis e casacos), iniciei-me nos Arraiolos mas nunca fiz nada digno de exibir...e por fim, fiz imensas obras de arte em ponto cruz, que decoram actualmente as paredes da cozinha desta casa, que decoram a mesa de Natal nessa noite, e das quais me orgulho imenso. As toalhas de banho a que todos nos limpamos estão também marcadas pelas minhas mãos. Felizmente, a minha mãe nunca se lembrou de me pedir que bordasse a Ceia de Cristo, senão ouviria um redondo "Não!". Entretanto, deixei de ver condignamente. E ainda tenho que terminar a prenda de casamento de um casal amigo...

Fui avisada por leitor atento que...

Então deu o badameco ao blogue novamente, à conta das últimas imagens partilhadas. Como não tenho paciência nem competências nem curiosidade geekiana para repôr a coisa, para já fica tudo assim. Se quiserem ver os posts de ontem e os do passado, terão que carregar lá no fundo, onde diz mensagens antigas ou qualquer coisa do género.

Mais teias de aranha da minha infância

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Este senhor, os seus sobrinhos e congéneres brasileiros - Zé Carioca e Professor Pardal incluídos - ajudaram-me a aprender a ler, muitas vezes enquanto obedecia à mãe- natureza. A minha mãe costumava estranhar a minha demora, achava que eu era uma leitora muito lenta e amiúde berrava comigo. Nunca houve paz naquela casa, durante aqueles momentos de intimidade. E era caso para dizer "Tal pai, tal filha". Estes entretinham-me no intervalo de aturar as freiras do colégio que frequentei até ao 9ºano. Eram estas colecções que me alienavam das fórmulas químicas e das leis da física e dos senos e cossenos  que a Professora Joana insistia em injectar-me à pressão e eu continuava a não perceber um cu daquilo. Hoje percebo! Tão fácil agora! Estes e alguns da colecção do Tintin fizeram concorrência aos moçoilos de quem eu ia gostando. Tinha tão mau gosto nessa altura, no que diz respeito a gaijos, que ainda hoje recordo com asco o meu primeiro beijo. Já os livros do pançudo e do bai...