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E vocês? Também caminham?

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Teste de Dependência da Internet http://oficinadastic.no.sapo.pt/questionario/index.htm Pontuação: 42 Resultado: Você é um utilizador médio. Por vezes poderá até navegar na Internet um pouco demais, no entanto, tem controlo sobre a sua utilização. Tá bem. Agora vou ali dar uma caminhada após o jantar, a segunda em toda a minha vida de quase 39 anos.

Assunto sério e o AO de 1990

Acabei de ler algures alguém a chamar-me fundamentalista. Pois, se calhar até sou... (GM, a partir daqui já não te interessa :P) Eu sou daquele tipo de pessoas que resiste muito à maior parte das mudanças que afectarão a vida pessoal e profissional. Leio, oiço, aprofundo, comento, torço o nariz, digo mal, reconheço vantagens...mas quando chega a hora H, lá está a maldita resistência a pesar mais do que a mudança. Umas vezes ganha, outras vezes perde. Neste caso, eu sei que a minha resistência vai perder, pois serei obrigada a ensinar em conformidade com o acordado há muito tempo. No meu contexto profissional impõe-se, a partir de Setembro de 2011, o ensino da mudança da grafia da Língua Portuguesa, de modo a uniformizar o que ficou acordado há 21 anos!!! Pois, o Acordo Ortográfico foi assinado há mais de duas décadas e só na segunda década do século XXI é que efectivamente se implanta. E eu continuo a perguntar: para quê? Há de facto mudanças que não me desagradam, mas há...

Anedota badalhoca

Esta pode e deve ser lida em voz alta no local de trabalho. -De que cor é o "broche"? - ROOOOOXO -E o minete? AMAREEEEEEEELO!

Epístola da IG à Pseudo

A minha amiga IG contra-atacou e aqui vai disto, a roxo, porque ela gosta e eu não! Por falar nisso, amanhã sai anedota badalhoca! (Se o que escreveste sobre mim tivesse referência a datas, diria uma biografia não-autorizada…) Nunca pensei que alguém consagrasse tanto tempo e cuidado a pensar acerca da minha pessoa… de facto, não sou ninguém em especial para merecer tamanha dedicação – sou apenas mais uma ilustre desconhecida que entra e sai na vida dos outros... deixando em alguns saudade, noutros alívio… - sim, sou de extremos! De facto, tenho que o admitir, reconheço-me em muito do que escreves sobre mim, mas, obviamente omitiste algumas características menos boas (sou chata, sou muitas vezes inconveniente – há alturas em que tenho piada, mas depois estrago tudo porque não sei parar; também sou implacável, quando alguém me desilude ou propositadamente me prejudica NUNCA, mas NUNCA mais espere um perdão da minha parte; e, ainda há outra coisa: quando me sinto injustiçada vitimi...

Roxo e a minha embirração com o roxo

Para mim, roxo significa tristeza, morte, padres decrépitos e velhotas, pessoas carpideiras, dor, nostalgia, fealdade, caixões cobertos com vestes roxas, gótico, escuridão... Assim de repente, é o que associo a esta cor, tão na moda desde há 4 ou 5 anos. No meu armário não há uma única peça roxa (já houve uma lilás, que dei), não há bijuteria roxa, mesclada ou unicolor. Não há peças decorativas roxas. Não consigo gostar. Até pode ser um des-gosto irracional, mas prefiro a combinação tricolor preto-branco-vermelho no que toca a roupa e castanho para a casa. São gostos.

Estou numa de relaxe, finalmente

Tendo-me dado ao luxo de hoje acordar por volta das 10 da manhã, fui tomar o pequeno almoço ao café da esquina, sentadinha e enquanto lia o jornal.....tudo coisas que nunca faço durante o ano. A dona estranhou a minha postura e comentou, o que deu origem a um agradável bate-papo durante o qual eu expliquei porque estava ali tão descansadinha, pois habitualmente entro para tomar café e em 2 ou 3 minutos, ponho-me na alheta, que eu sou pouco dada a conversas, especialmente de manhã. O meu "monstrinho" foi entregue ontem. A próxima jogada já não me pertence. Estou optimista. Lá para Outubro saberei o resultado. Após a entrega fui para o Porto, gastar combustível e dinheiro e tomar um banho de consumismo. De vez em quando faz-me falta. Daí eu achar que seria incapaz de me adaptar à vida pacata diária duma zona mais rural, como aquela que visito aos fins-de-semana. Sou definitivamente mulher de cidade.

História longa e por concluir, roubada a mim própria

Capítulo 1 Era uma vez dois meninos muito amigos, o Zezinho e o Ricardinho. Andavam sempre juntos, nos intervalos da escola, ao final do dia antes de terem que se separar para ir cada um para sua casa, ao fim-de-semana e até durante alguns dias nas férias grandes de verão. O Zezinho e o Ricardinho partilhavam o gosto pela leitura: trocavam revistas, livros juvenis, postais, catálogos das mais variadas áreas. E escreviam umas coisitas, também. Ambos adoravam gastar dinheiro da sua mesada em caderninhos novos, com capas coloridas decoradas com desenhos de carros de corrida, computadores, super-heróis, bolas de futebol do benfica e do sporting e pranchas de surf da Billabong. Era nestes caderninhos variados que o Zezinho e o Ricardinho jorravam as suas ideias mirabolantes, pouco conhecidas do resto do seu mundo. Eles não confiavam os seus dotes da escrita a qualquer fedelho que aparentasse ser seu amigo. E quanto às raparigas…nem vê-las. Elas faziam parte de um mundo à parte do seu, nem...

Balanço: assim sim!

Preciso de uma pausa. Após um dia muito bem passado na companhia de pessoas que continuo a gostar de conhecer e num local que um dia desejei ter para mim e para os meus, foquei, finalmente, por volta das 17:30 e até agora, toda a minha atenção e concentracção no "monstro" cujo prazo de entrega se aproxima a passos largos. Sou perita, como muitas pessoas, em inventar desculpas que só servem para adiar o que tem de ser feito. A isto chama-se "procrastinação". O meu amigo Ness considera que esta é uma característica genética lusa. Eu concordo plenamente. Eu sou um exemplo típico. Eu procrastinei durante as duas últimas semanas e o sentimento de culpa aumentava à medida que o tempo passava, apesar de me ter mantido ocupada, bem ocupada, considero eu, mas nem sempre profissionalmente ocupada. Neste momento, sinto-me satisfeita com o que consegui produzir até agora, mais aliviada e menos culpada. Amanhã há mais do mesmo.

A IG tal como a conheço

A IG não escreve em nenhum blogue, com muita pena minha, pois eu seria uma das suas fiéis leitoras diárias. Se ela o quisesse, ela teria imensas histórias para partilhar. Se ela gostasse tanto disto como eu, desconfio que ela depressa se viciaria. Portanto quem me lê não poderá confirmar ou desmentir o que aqui partilho. A IG é uma amiga real, colega de profissão, que conheci nos tempos de Coimbra, mas com quem não convivi nessa altura. Temos idades diferentes e entrámos no mesmo curso em anos diferentes. Os nossos caminhos cruzaram-se pouco ou mesmo nada nessa época. Reencontrei a IG anos mais tarde, numa escola de Braga e reconheci-a imediatamente. Ela não se lembrava de mim, eu lembrava-me dela. Foi giro recordarmos aqueles tempos, cada uma com as suas aventuras e experiências e amigos diferentes. Ela tinha sido bastante mais borguista do que eu, se exceptuar o meu último ano, altura em que ela já tinha terminado. Continuou mais borguista do que eu, vim a saber quando começámos a...

Há dias de formiguinha

Uma das coisas que sinto quando vou à varanda do meu 9ºandar localizado numa zona de prédios de habitação bastante densa é a de que eu sou apenas mais uma formiguinha pequena dentro duma pequena fracção dum casulo enorme, na companhia de outras formiguinhas pequenas como eu. Hoje, da minha fracção, o meu olhar voyeurista focou-se num formiguinho a tocar acordeão no 7ºandar do casulo em frente. Momento estranho, pois eu não associo acordeões a grandes cidades. De qualquer modo, pôs-me a pensar se do prédio em frente também me observam enquanto eu deambulo pela casa, às vezes em trajes menos decentes.

Eu hoje acordei assim:

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remelosa, com olheiras por ter dormido demais, lânguida. E agora vou ali tomar o pequeno-almoço enquanto os meus dois homens almoçam. E depois vou comprar almofadas girérrimas a condizer com o sofá que, neste momento, considero ter sido a melhor compra para esta casa dos últimos tempos! E quem é a mulher que não gostaria que lhe cantassem ou dedicassem esta música, para mim das mais românticas e lamechas e doces e sentimentais, e...e ...e..., de todos os tempos?

Já está!

O sofá novo, castanho escuro, suave ao toque, girérrimo, carérrimo, grandérrimo, confortabilérrimo, foférrimo, italianérrimo, chegou finalmente na quarta-feira passada, após algumas demoras e mentiras e desculpas e patatipatatá. Chegou dentro do horário previsto, mas por causa da impermeabilização, só me pude refastelar nele à noite. E que bem me soube esticar as pernas e o corpo todo e ter sempre um apoio por baixo de mim e ao meu lado. Agora que já o experimentámos convenientemente (if you know what I mean ) e tendo resistido ao primeiro embate a dois, estou curiosa para ver quanto tempo demorará a aparecer a primeira nódoa ou mancha ou rasgão ou qualquer coisa do género. Lá que a sua largura e forma em "L" (espelhado) deu jeito para certas cambalhotas, deu!

Prefácio ao livro do GM

RESSALVA : Antes de tudo, nunca esquecer que tanto o título como o que se segue é puramente ficcional, obra da minha fértil imaginação e de certezinha absoluta que não corresponde à realidade. Posto isto e após ter dito a mesma coisa de três maneiras diferentes, que é para não haver interpretações estranhas nem apareçam boatos, aqui vai: Ora bem, o gajo adiantou-se e concretizou uma ideia minha, saída em tom de brincadeira na caixa de comentários do rapaz. E como me elogiou e à miúda que eu tinha elogiado antes, acho que lhe fico a dever uma. Não o conheço de lado nenhum a não ser destas andanças, mas a verdade é que, à semelhança do que acontece com muitos bloggers , também eu formei uma imagem dele. Imagem essa que descreverei em tom mais irónico e jocoso do que fiz em relação à Sahaisis. Isso é certinho! O gajo é bem-parecido, gosta de se manter em forma, faz desporto, conduz um alto carro (sim, eu sei qual a marca do carro dele, roam-se de inveja), tem cães que adora, está...

Estou tão contente, tão contente, tão contente

O tempo tem estado péssimo. Na terça-feira passada esbanjei €21 no Euromilhões, pela primeira vez na vida. Não sairam os meus números. Hoje até já chove e está um frio do caraças. Cheguei a casa com os pés molhados, pois calcei sandálias antes de sair. A reunião, inicialmente agendada para as 9:30, mas posteriormente alterada para as 10 horas, afinal começou às 9:30 e eu cheguei atrasada, por não ter consultado a inbox institucional a tempo e horas. Hoje, sou informada de que obtive a nota máxima numa acção de formação realizada em Outubro / Novembro passado. Fiquei tão abismada que ainda agora estou parva. Isto não significa nada para vós, e no meu contexto profissional, é apenas uma gota de água no que toca a progressão. Mas sabe-me tão bem! Portanto, meus amigos, hoje vou acertar no Euromilhões, nem que seja no 2º prémio!

Eu e tu e ela não somos dinossauros, o Bob é que é

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Pura Nostalgia Musical

Banalidades locais...ou talvez discriminatórias

Estava mesmo agora ali na varanda a questionar-me sobre o seguinte: num raio de 50 metros da minha área residencial há 4 salões de cabeleireiras. As donas são duas portuguesas, uma brasileira e a outra, julgo que brasileira a julgar pelo seu aspecto físico, mas não tenho a certeza absoluta. Eu vou a um que pertence a uma dona portuguesa e é o que existe há, pelo menos 13 anos, que é o tempo que eu aqui vivo. Todos os outros têm 2 ou menos anos de existência. O que pertence à senhora cuja nacionalidade não é certa para mim é para um público específico: travestis e senhoras da noite. Os salões portugueses têm clientela certa e estão abertos no horário normal. O outro que pertence à senhora brasileira parece estar às moscas cada vez que por lá passo. Portanto, o que me pergunto é: qual vai fechar primeiro? É que nestes 13 anos a residir aqui já vi tantas portas a abrir e fechar, de outros negócios, que interrogo-me se esta zona é, efectivamente, boa para negócios ou apenas zona r...

A Sahaisis tal como eu a vejo

A Sahaisis escreve bem, suficientemente bem para me atrair todos os dias. E é baseado no que ela escreve que eu formei esta imagem dela e que só ela saberá ser realista ou apenas tolice minha. A Sahaisis tem 25 anos, mas as suas palavras não são as de uma miúda estereotipada de 25 anos de hoje. Parece escrever como se fosse mais velha, mais vivida, mais experiente, mais sofrida. Parece, mas não é. Ela apenas escreve com sinceridade, com o coração nas mãos, com mestria, mas sem grandes malabarismos literários. Tal como eu gosto, tal como eu gostaria de escrever sobre o que me vai na alma. A Sahaisis é profissional. De quê, não sei bem, ela nunca foi muito claro sobre o que faz exactamente. Gosta de me (nos) manter curiosos e, deste modo, preservar a sua vida real e a sua privacidade. Todo o cuidado é pouco na internet. Todos sabemos disto, mas nem todos agem em concordância. Sei que trabalha num hospital, a maior parte das vezes à noite. Atrevo-me a dizer que a Sahaisis é uma mulh...

Ai que saudades!

Tenho-o comigo 365 dias, mais um nos anos bissextos. Chateamo-nos, arreliamo-nos, picamo-nos, teimamos, não damos o braço a torcer facilmente, cansamo-nos mutuamente, berramos, jogamos ao "braço de ferro" psicológico.... Hoje, primeiro dia sem ele desde que existe, e não consigo deixar de pensar nele. E estou cheínha de saudades. E de lhe dar palmadas no rabo, e beijinhos, e depenicar-lhe as bochechas e de o chatear e dele me chatear... Go figure!

Posts agendados

Nunca fiz tal coisa e espero nunca fazer. Mas como já disse hoje o GM , como outros o disseram antes, e como muitos mais o dirão nos seus cantinhos virtuais, cada um escreve quando, como e o que lhe aprouver. E agora a composição...sobre um assunto que me vem à mente bastas vezes, pensado e aqui descrito de forma ligeira, mas pouco espontânea. Texto contraditório, portanto... O meu blogue, anónimo para a maior parte de quem me lê, é o meu diário, onde escrevo o que me apetece, quando me apetece, como me apetece. É um blogue egocêntrico, tal como a dona. É, neste momento, um blogue espontâneo e impulsivo, tal como a dona em muitas situações reais. É intempestivo, mas já foi mais. É mais sério, tal como a dona o é no momento presente, contrastando com o tom jocoso que o e a caracterizava há alguns anos. Houve, de facto, uma razão de peso para tal mudança, que ainda hoje acho que foi exacerbada e muito mal entendida e aceite. Mas adiante...porque não é acerca disto que hoje quero de...

Segredo que já não o é

Eu já desejei muito a morte de alguém, para que esse alguém não pudesse revelar um segredo meu.