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Mais uma dúvida parva

Quantos blogues há, escritos em Língua Portuguesa? Certamente que se alguém se atrever a responder-me, quando o fizer, já a resposta estará desactualizada. Adenda: o meu não conta!

Sensação de conduzir um C3 - parte VI

...é talvez a de uma lesma a arrastar-se por uma encosta acima, quando antes sentia-me uma verdadeira "speedy gonzalez".

Sensação de conduzir um C3 - parte V

...a gasolina, algo que já não fazia há uns bons 15 anos: "Susana Maria, anda devagar, porque a gasolina está mais cara que o gasóleo!"

Está bem visto, sim senhor! (Mais um que me faz inveja por não ter sido eu a lembrar-me do novo termo da Língua Portuguesa, sempre tão actual)

Socrastinar consiste em adiar repetidamente a revelação de factos importantes, recorrendo à mentira imaginativa e constante para se auto-justificar. Na maior parte dos casos os indivíduos com esta patologia acreditam nas mentiras que vão repetindo incessantemente. A atitude de Socrastinar é muitas vezes referida em linguagem comum como “fuga para a frente”, mas não deve ser encarada de ânimo leve, nem descuidado o acompanhamento constante aos pacientes que apresentem esta sintomatologia. Com o decorrer do tempo os sintomas agravam-se e as mentiras são mais elaboradas e mais credíveis. Contrariamente à procrastinação, em vez de comportamentos depressivos, este tipo de patologia leva a momentos de euforia, que se repetem cada vez mais frequentemente. (O artigo completo aparece no local linkado .)

Sensação de conduzir um C3 - parte IV

O "bolinhas" faz-me sentir mais alta do que a minha carripana, logo o campo de visão aparenta ser maior.

Sensação de conduzir um C3 - parte III

...vermelho bordeaux: acho que dá muito nas vistas. A ocasião serve para confirmar que nunca escolheria qualquer tonalidade de vermelho para a minha viatura.

Sensação de conduzir um C3 - parte II

...como se fosse novamente aprendiz de condução, mas ainda não deixei o carro ir abaixo!

Sensação de Conduzir um C3 - parte I

...que não é meu, deixa-me tensa e hipercuidadosa ao volante.

Pura verdade

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Felizmente os dentistas andam demasiado ocupados para me lerem

Se há classe profissional que me causa arrepios  é a dos dentistas, muito por culpa de quem foi tratando da minha dentição desde pequenita. O meu primeiro, o que me obrigou a usar aparelho nos dentes desde os 5 anos até aos  11/12, até era simpático e tinha um ar bonacheirão. Como os meus pais levavam-me a visitá-lo apenas de largos meses em largos meses, para verificar se a "máscara de aviador" continuava adequada, não me deixou traumatizada. Já não se pode dizer o mesmo da "máscara", que usava 3 horas por dia, após o período escolar (para não passar vergonhas) e durante a noite. Babava a almofada toda e não foram poucas as vezes que acordei sem ela, mas sem me lembrar de quando a tinha retirado. Era dolorosa! O seguinte, o que tinha que visitar regularmente e que não tinha nada a ver com a "máscara", demorava imenso tempo a consultar-me, pois intervalava a broca e o chumbo com a leitura do jornal e o visionamento da sua rica TV a cores, estrategicamen...

Sábado produtivo

Casinhas penduradas na parede da sala, quadros pendurados nas paredes dos quartos, torneira nova, espelho de regresso ao local de origem...e mais planos para pequenas modificações caseiras. Isto enquanto as portas do céu se abriam para deixar cair tal quantidade de água veloz que até o futuro ex-primeiro ministro fugia a sete pés da cidade conhecida originalmente como a dos 3Ps (penso que o número destes já aumentou, entretanto, mas não me lembro do significado dos outros).

Impulso pós-jantar

Fui ao ginásio. A estadia durou cerca de 10 minutos. Talvez lá volte.

Apetece-me estrangular alguém!

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Sim, porque ter esperado 3 horas e 50 minutos por um perito de seguros automóvel, que chegou 20 minutos após a hora de fecho do concessionário, não é para qualquer um! E ainda ter que ouvir que "isto para si não é nada, não acha?", depois de agravar em cerca de 200 euros a conta anteriormente dada... dá cabo do sistema nervoso de qualquer uma!

Algo nunca visto por mim

Serei caso raro? Na semana passada vi uma mulher a conduzir um autocarro dos TUB (Transportes Urbanos de Braga). Fiquei pasmada a olhar para o meu lado esquerdo enquanto a senhora conduzia serenamente o bolíde. Fiquei a pensar se noutras cidades há mulheres condutoras de autocarros, urbanos ou de serviço ocasional.

Confissão literária após ter lido o texto da Ursa

Este mesmo. A malta da minha geração teve uns pais que lhes incutiram que ter um canudo é que era bom e prestigiante e que sem curso superior não se ia a lado nenhum. Eu não fujo a esta regra. Mas, apesar de o ter em metade da área disciplinar desejada, confronto-me com a minha própria ignorância quando oiço certos familiares meus a referirem-se a autores que eu deveria ter lido, que eu deveria ter conseguido ler, que - era esperado - eu soubesse analisar em termos literários, que eu gostasse e fosse fã e os citasse a torto e a direito. Ora, eu raramente recorro a estas pessoas da literatura nem leio o Jornal de Letras (quiseram oferecer-me uma assinatura anual deste, mas eu teria que pagar cerca de 16 euros de 4 em 4 meses - que raio de oferta!), apesar de gostar de citações! Citações essas acerca das quais escreverei brevemente. Pois hoje confesso, por este meio, que, apesar de todas (3 ou 4) as tentativas para ler Ulisses , nunca consegui tal proeza. Olhar para aquele grosso con...

Oh Rais' Partam!

Ainda o meu belo sofá novo não chegou e já me apercebi duma desvantagem: a dificuldade em arrastá-lo para limpar, visto ser um único mamarracho lindo, confortável, suave ao toque e relaxante! Que caraças!

Local a visitar uma terceira vez...e 4ª e 5ª e 6ª...Ou a resposta à adivinha de baixo

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Onde se pode caminhar, pedalar, correr, ouvir, ver, cheirar, espreitar, tocar...falar não é aconselhável.

Olá André :)

Agora shhhhhhhhhhhhhh! :)

Jogos de casa

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Nada de jeito na televisão ( Mentira! vi-o do princípio ao fim, sempre a torcer pelo mais pequeno ), dia sem trabalhos de casa ( benditas quartas-feiras ), jantar no bucho e loiça por lavar ( é hábito ), toca  a jogar algo que diverte todos ( também somos poucos ) e ainda requer alguma ( pouca, mas pronto ) concentração:

Na Mouche!

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Aos 10,000 faço uma festa!