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Pedido de informações

O que é que convém eu saber acerca de tartarugas, agora que a criatura vive connosco, sobrevive e supera todas as desgraças pelas quais a fazemos passar, vai para 3 anos e come quase tanto como o dono mais pequeno?

Constatação de um facto

O ano ainda nem a meio vai e eu já escrevi mais do que nos 2 últimos anos anteriores.

Dúvida de dia da mãe

Os descendentes e filhos de casais homossexuais chamam mãe a qual das partes?

Eu, consumidora

Eu gosto de fazer compras, admito. Mesmo aquelas rotineiras, obrigatórias que enchem a despensa e frigorífico cá de casa. Mas sou um bocado esquisita quanto à hora a que as faço e com quem. Tenho hábitos: mesmo quando não tenho uma lista de items, sei sempre o que quero e vou directa às estantes e escaparates. É raríssimo desviar-me do meu percurso, pois detesto deambular pelos corredores a observar a paisagem que não me interessa. Ora, quando eu vou às compras com o mais-que-tudo e com o petiz, é certo e sabido que há chatices. Por isso, evito as compras em família ao fim-de-semana. O petiz pára e fica na secção de brinquedos e confio que não sai de lá sem olhar tudo com as mãos. É que não sai mesmo! A não ser quando o chamamos e temos quase que o puxar por uma orelha para se vir embora. Sendo esta uma das razões da chatice. O mais-que-tudo desvia-se do estritamente necessário, pára onde eu habitualmente não páro, olha e volta a olhar e compara preços, características e faz-me esperar...

Hoje é só mesmo isto: tarde e a más horas. Amanhã conto o resto

Ir ao IKEA cansa a mente.

Da insatisfação capilar

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Esta não sou eu. Mas bem que podia ser eu neste momento. A foto serve apenas para ilustrar o quão  eu gosto de contrariar a minha natureza capilar. Tenho cabelos compridos naturalmente ondulados, algo encaracolados nas pontas, a ponto de formarem cachos por onde se pode enfiar à vontade o dedo indicador. É frequente fazerem-me isso cá em casa, aliás. Uma vez por mês pinto os cabelos de preto, para disfarçar as brancas que teimam em aparecer em quantidade crescente, directamente proporcional à passagem do tempo. Uma vez por mês peço para esticarem os meus caracóis. O novo "look" dura 3 ou 4 dias,  com pena minha. Não consigo ser cabeleireira de mim própria. Gosto da mudança mensal, gostam da minha mudança mensal. Faz-me bem.

Dos queques lisboetas ou do meu preconceito possivelmente provinciano

Há pouco tempo apelidei dois bloggers que eu acompanho diariamente e vice-versa de "queques lisboetas". Um estranhou, outro questionou. Nunca vi essas duas pessoas e provavelmente nunca as conhecerei. Mas, impulsivamente, chamei-as de tal quando ambos admitiram não saber localizar a minha santa terrinha, as minhas origens. O que entretanto levou a que eu reflectisse porque é que eu tenho esta opinião dos lisboetas. Opinião que não passa disso: duma generalização baseada em dois familiares residentes em Lisboa, em três pessoas que escrevem blogues e em comentários pouco abonatórios acerca de lisboetas emitidos por não-lisboetas. E porque é que eu acho que são queques? Tal como eu não conhecia Forjães, também muitos lisboetas pensam que não há mais terrinhas além de Lisboa e aquelas por onde passam a caminho do Algarve. Muitos lisboetas não conhecem o verdadeiro sabor duma couve portuguesa acabadinha de apanhar. Não sabem o que é um verdadeiro arroz de malandro, com sangue...

Babei-me toda ao olhar para isto

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A minha primeira vez! Estou tão emocionada!

Sábado vou ao IKEA pela primeira vez! Sábado vou ao IKEA pela primeira vez! Sábado vou ao IKEA pela primeira vez! Sábado vou ao IKEA pela primeira vez! Sábado vou ao IKEA pela primeira vez! Sábado vou ao IKEA pela primeira vez! Sábado vou ao IKEA pela primeira vez! Sábado vou ao IKEA pela primeira vez! Sábado vou ao IKEA pela primeira vez! Sábado vou ao IKEA pela primeira vez!

E a vida volta ao normal

E é bom voltar à rotina. Daqui a uns tempos, ansiarei por voltar à anormalidade destes dias rápidos. E daqui a pouco, ala que faz tarde, a 140 km/ hora, de regresso a casa. A ver se a tartaruga sobreviveu a tanta falta de atenção.

Para quê?

São 5:48 da manhã, acordei por volta das 5, já comi papas Nestum, já fiz a minha habitual ronda pelos blogues, já ouvi os pássaros a chilrear (onde é que eles pousarão, se eu vivo num 9ºandar?), e agora vou voltar para donde saí, sabendo que daqui a 2 ou 3 horitas tenho que fazer o mesmo, com excepção das papas, senão as calças não me servem logo à noite.

Anti-poema

Eu gostava de gostar de poesia Daquela poesia que nos faz sonhar Amar, delirar, reflectir, interpretar As palavras ditas e as não ditas Mas eu não gosto de poesia Nunca gostei de ler e analisar versos Estrofes, rimas emparelhadas e truncadas Gostava de saber ler Rymbaud, Byron e Goethe Talvez até Camões, Pessoa e Neruda Gostava de me sentir enlevada por estes E as suas hipérboles de amor P or metáforas obscuras e fantasiosas Pelas sinestesias das borboletas silenciosas Que sobrevoam campos alentejanos A verdejarem ao calor dum sol ainda tímido Mas não gosto de poesia Não consigo ler quadras sem bocejar E com isto me vou embora Ler a minha prosa vagarosa Que me faz querer conhecer mundos Árabes e japoneses e até portugueses.

Ai que medo!

Aproximam-se dias turbulentos a nível familiar e social. Em 4 dias, vou andar para cima e para baixo 3 vezes, geograficamente limitada entre Braga e esta santa terrinha. Vou testar a minha capacidade de "receber" fora de casa, coisa que pouco me agrada quando é por obrigação. Vou ver pessoas que já não vejo há meses, familiares, com quem sinto que os laços estão lentamente a desaparecer. Vou vestir-me "à executiva" e andar de saltos altíssimos, coisa que raramente faço. Vou ansiar, vou ficar nervosa, vou sorrir e lacrimejar. E a minha avó vai deixar de ter um bisneto herege.

¿ouıd o ɹǝzɐɟ sopoʇ soɯɐʌ

˙ɹɐʇuǝɯıɹǝdxǝ ǝnb oɯsǝɯ ɐɥuıʇ nǝ 'ɐɔuɐıɹɔ ɹǝnblɐnb oɯoɔ ˙ɐɹıƃ ɐsıoɔ ɐɯn ǝɯ-noɹʇsoɯ ǝɯnʇsoɔ op ǝʇuoɟ ɐ

Alguém acredita

...que eu nunca fui ao IKEA? Se houver mais como eu, que se acusem, por favor!

Macacadas à americana

E ela não é, se calhar? Ele há com cada uma. Esta deve ser daquelas que acredita que veio da costela de alguém. Santa ignorância! Ó gajo, acho que está novamente na hora de re-editares a tua "Burrblía", ou lá como se escreve!

The Grass Is Always Greener On The Other Side

Eu sou uma eterna insatisfeita com muitos aspectos da minha vida, passada e presente. Também reconheço que sou uma eterna comodista que, por me sentir relativamente confortável com a vida que tenho, se sente feliz a maior parte do tempo. Olho para as outras pessoas e as vidas delas e se por vezes me sinto privilegiada, em comparação, muitas vezes também as invejo. Eu sei, é um sentimento feio, mas sinto-o (passe a redundância). Suponho e espero que o sentimento de felicidade dure mais tempo à medida que a idade avança e eu consiga apreciar o manancial de pequenas coisas boas que caracterizam a minha vida. Engraçado, esta reflexão recordou-me algo que escrevi há uns anitos e que era a lista dos meus  "Gosto de...".   e "Gosto de... parte 2." A ver se muita coisa mudou...

Fonte: "mama" habitual

  "Finnish cows must be milked in Finland and we shouldn't send their milk for charity outside the borders of this country." Apesar do aparente egoísmo, não os podemos criticar tendo em conta a quantidade de leite que o nosso país desbaratou nas últimas décadas.

A passarinha, o mariquinhas intelectual e o bon vivant pai de família

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Promete mais do que de facto dá. Valeu pelo colorido, pela boa disposição, pela súbita vontade que me deu de visitar o Rio de Janeiro e pela fórmula que resulta sempre: a aventureira destemida a render-se aos encantos duma distraída fofinha "arara da mamã".

Da vagina como meio de envenenamento

Sabia dos muitos usos que a dita cuja pode ter, mas este é o mais original, quanto a mim. Só me questiono: se era tóxico para ele, não o seria para ela antes? (A fonte do disparate é a mesma de sempre, que eu não quero ficar com créditos alheios :P)